Aos copiadores

Escrito por Kid on Oct 22, 2008

Como eu imaginava, os textos de Top X acabaram caindo no gosto popular, e com força. Volta e meia vejo links vindos de fóruns como este ou este ou este ou este, com tópicos criados por gente que leu meu texto e achou o conteúdo interessante o suficiente pra repassar pros amiguinhos virtuais.

E isso é bacana. Afinal, o desejo de qualquer pessoa que escreve um blog e se tornar relevante, e ter um texto seu re-enviado pra várias pessoas é uma confirmação de que há substância no que você está fazendo. O ser humano é um bicho social e que gosta de receber validação dos seus semelhantes.

Entretanto, há um lado chato disso.

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Obrigado, turminha

Escrito por Kid on May 11, 2008

[ Update ] Puta que pariu, eu sabia que podia contar MESMO com vocês. Agradecimentos adicionais ao Miguel Grazziotin, ao Diogo Carpanedo, e ao William da Silva, que enviaram mais doações após a publicação deste post. O total das doações fornecidas pelos oito leitores de bom coração totalizaram quantia superior ao custo de cinco, isso mesmo, CINCO meses de hosteamento do HBD. O HBD está pago pelos próximos cinco meses, e vocês têm esse pessoal a agradecer por isso.

Pelos próximos 150 dias o Hoje é um Bom Dia é um oferecimento desses leitores a vocês. Agradeçam a eles também, porque eu tenho certeza que eles fizeram isso não apenas por mim, mas por toda a comunidade que orbita ao redor deste blog e que valoriza o meu “trabalho” como blogueiro.

Mais uma vez, porque essa mobilização merece: Obrigadíssimo, do fundo do meu coração nerd. A importância do apoio de vocês pra mim é incomensurável.

****

Obrigado MESMO.

Sabe por que no final do post anterior eu falei que, seja lá qual decisão vocês me ajudassem a tomar, ela seria a melhor pro HBD? Por que vocês NUNCA me desapontaram.

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Escrito por Kid on Feb 13, 2005

Rapidinhas

Finalmente consegui algum sossego pra escrever. Post novo semana que vem, amiguinhos.

Falando em post novo, o acordo de trinta esmolinhas – a despeito dos chorões – continua valendo. Tou quase comprando meu PS2, não me deixem na mão agora.

Yuri: Quanto ce já tem e, consequentemente, quanto falta?

O Prêmio Nobel da cara de pau deste ano já tem dono. Luiz Henrique critica Latino por plágio (post do dia 7).

Se duvidar, o texto é até de outra pessoa. Aliás, me surpreenderia mais se não fosse.

Alguém conhece um bom editor visual de HTML (com exceção do Dreamweaver cujo demo sequer instala na minha máquina)? Editar o layout da página mexendo nos códigos é um pé no saco, e o não demorará nada pro Frost começar a me cobrar pelo serviço.

Yuri: Editar o layout pelo notepad é realmente um tanto quanto interessante (leia: um CU). Para evitar que o frost cobre a edição, por que simplesmente não pede a mim? (Não vou cobrar)

O HBD fez um aninho de vida e ninguém me deu parabéns. Eu aqui me matando pra escrever pra vocês, e nem uns quinhentos dólares de presente vocês mandam.

Yuri: Tava vendo no ftp os arquivos e me dei conta disso antes desse post, mas realmente me esqueci de parabenizá-lo.

Seus merdas =(

Yuri: Mas por conta desse elogio vai ficar sem o congratulations, mesmo.

Tou esperando sugestões de filmes ruins para resenhar.

(Não insistam, eu gostei de O Grito)

Yuri: Achei que só eu tinha pedido pra você ver este filme. Mas já que gostou, assista Saw e prepare um senhor post.

O programinha da webcam deixa o PC um pouco lento, então deixo-o desligado quando estou usando a internet. Sou um cara paciente mas, convenhamos, ver o cursor do mouse se movendo a dois centímetros por hora é meio irritante. Se uma foto estiver demorando demais pra ser atualizada, é porque tou no PC e a câmera está offline.

SNES – O Legado, a nossa seção do HBD, será inaugurada em breve.

Yuri: Adiante-me informações sobre essa novidade o mais rápido possível. (MSN)

Baixei Paciência pro palm pilot. Escrever posts durante aulas se tornou ainda mais difícil. Joguim viciante do caralho.


Rapaz, que boa idéia.

Yuri: Eu até tinha um comentário a fazer sobre isso, pois já… nada não, esquece!

Sabe aquela pessoa tão chata, mas tão chata, que faz você sair correndo de casa às pressas quando ela avisa que está indo te visitar? Poisé. Um “amigo” meu dessa qualidade tá vindo aqui.

Fui.

PS: Yuri: Me avisa quando meus comentários no post ficarem chatos.


Escrito por Kid on Jan 19, 2005

Pensam que eu esqueci o acordo de trinta cliques, porra?

PS.: Porra, de novo, Luiz? Qualé, cara. Tá de putaria, né?

Num rompante de falta de criatividade para inventar paliativos – não que eu esperasse criatividade desse cara – ou simples cara de pau – ainda não consegui definir -, o notório plagiador diz que “adaptou” meu texto.

“Adaptou”, é mole? Controlevou-controlcelizou meu post, mudou algumas bobagens, pronto. Tá adaptado.



Vô te contar, se mudar pessoas que eu citei no meu texto por amigos dele é “adaptar“, a Academia Cinematográfica precisa rever os conceitos dessa categoria do Oscar.

“Adaptou”. Se copiasse e admitisse, talvez merecesse um crédito por ser safado confesso. Mas o coitado se apega a ilusão de que de alguma forma deu uma injeção criativa no texto, tornando-o um pouquinho “seu”. Acho que vou sair adaptando obras de Shakespeare, afinal de contas ele não está vivo pra me processar.

Ô manezão, será que custa tanto escrever um texto próprio? Você tá sendo pago pra isso, vamos começar a trabalhar?

[ Update ]



Arte do Trunks. Além de fazer tatuagens e cara de deprimido, o moleque desenha pra caralho.

Nada a ver com o post, mas merecia entrar aqui.


Escrito por Kid on Dec 22, 2004


O Quide nem vai perceber que eu tinha roubado outros textos, rá rá…


“A gelada do ano” e “Vou ser astrólogo”


Dessas vez os textos foram copiados sem autorização, publicados sem créditos, alterados na cara de pau. O interessante é que esse cara provavelmente sequer assistiu o filme criticado, e se duvidar é assíduo leitor de horóscopo, como todas as bichas são. Não me surpreenderia se encontrasse mais textos MEUS

Se você mora no Rio, me faz um favor?

Luiz Henrique de Castro

Av. Marechal Henrique Lott, 50

Rio de Janeiro, RJ 22631-370


(21) 9691-6931

Mandem carta bomba, dêem uma ligadinha pro rapaz, sei lá.

[ Update ] Após investigar mais um pouco, descobri que esse endereço dele é de 2000. Suspeito que ele se mudou para essa outra localidade:

Rua Imbuí, 347 ca 2 – Tanque – Rio de Janeiro – RJ

E o telefone é (21) 2435-5784


Escrito por Kid on Dec 11, 2004

“Ao creditar a autoria do texto ele agiu corretamente e poderia até de acusar de calúnia, pois o que ele fez pode até ser esperteza, mas não é plágio.”

Renato Arnun

“o nome ta la, o link também. não tem problema nenhum ele fazer isso (…)”

kalluf

“Ele até colocou o seu nominho no final, pô…”

Baru

Mas será possível, vocês não entendem nada do que eu falo mesmo. Sério, me surpreende saber que, mesmo escrevendo um texto INTEIRO pra explicar alguma coisa, vocês correm pros comentários pra deixar claro que ou não lêem com atenção, ou se esforçam pra não entender coisas simples. É broxante. Eu escrevo PAPEL, nego entende PINCEL, CHAPÉU, ESMOLÉU, PASTEL, TELEFONE, ou seja, qualquer coisa, menos o que eu realmente quis dizer. E que estava explícito no texto desde o começo.

Amiguinhos, o que aconteceu comigo não foi plágio. Eu nunca disse que era plágio. Creio ter deixado bem claro isso, e imagino que a maioria entendeu.

Mas claro, sempre tem gente que não entende. Deixa eu explicar de outra forma. Quem sabe desenhando vocês entendem?



Sei que a sutileza do GIF animado pode fazer a mensagem escapar dos menos atenciosos, portanto vou explicar de novo. Dessa vez, com calma, paciência e amor no coração. Mas se não entenderem dessa vez podem ir tomar nos rabos e se matricularem numa escola para crianças especiais do teleton do Sílvio Santos.

Apesar de eu ter COMPARADO, isso mesmo, FEITO UMA ANALOGIA, ou ainda, ABORDADO O ASSUNTO DE FORMA ASSOCIATIVA com o fenômeno do plágio, eu deixei claro – tanto no decorrer do post, quanto em comentários no mesmo – que o que o Luiz Henrique fez NÃO FOI PLÁGIO. Ele não tomou crédito por um texto meu. Se até agora você ainda não captou a mensagem, ei-la em sua esplendorosa simplicidade:

EU SEI QUE ELE COLOCOU MEU LINK NO FIM DO POST, PAREM DE ME AVISAR DE ALGO CUJA EXISTÊNCIA JÁ FOI NOTADA.

Entendidos?

Acontece que ninguém gosta de tentar QUEBRAR O COMPLICADO CÓDIGO que é a língua portuguesa fluente. Vamos pular a interpretação e cheguemos direto às conclusões imbecis, que dá menos trabalho e a gente pode aproveitar os feriados. Se o Quide escreveu a palavra PLÁGIO em algum lugar do post, é ÓBVIO que ele está querendo dizer que ele foi plagiado! Sem perder tempo com bobagens como contextualização, é mais fácil parecer um imbecil.

E se você é daqueles que prefere deixar todo esse negócio de leitura inteligente e interpretação textual, não há problemas: por sua causa, eu tento manter o texto simples.



Mas como pude perceber, até isso está grafado em um sistema criptográfico que vocês não consegue decifrar.

A questão é, como eu havia grifado no post anterior mas vocês insistem em não ver pra dar uma de jumentos, patrocínio. Você sabe, “financiamento (por parte de pessoa ou organismo) de uma empresa, de uma instituição, de uma associação, etc.“? Ganhar grana por escrever, entendem?

Usar um post meu pra preencher seu site não é o que me irrita, uma vez que ele deu meus créditos. O que fode é o fato desse rapaz ganhar dinheiro pra atualizar o site utilizando um texto meu sem autorização. Talvez possa parecer incrível para vocês, mas textos não simplesmente aparecem do nada. Existem pessoas que não conseguiriam escrever um bom texto nem que o próprio Veríssimo estivesse ditando as palavras para eles, e essas são as pessoas que mantém blogs postando coisas alheias – textos, animações, o que seja. Mas acontece que alguém escreve os textos, e esse alguém não está prostituindo suas criações.

Mas aí o rapaz, que ganha alguns trocados com banners, resolve pegar um texto que eu produzi e pôr em seu site, QUE É PAGO. Os patrocinadores do menino o pagam para escrever, mas o que ele faz? Usa um texto MEU. Ao invés de fazer o seu trabalho, ela pega o meu e ganha em cima dele. Por tabela, é como se ele estivesse me fazendo trabalhar para o Mercado Livre.

Ora porras, o Mercado Livre não me mandou nenhum centavo para entreter os visitantes do Acidez Mental e Estomacal. Tampouco o Luiz. Nem exijo dinheiro algum, até porque sei que o cara jamais pagaria. Brasileiro não paga dívida nem quando é legalmente obrigado a tal, imagina então numa situação como essa.

Eu teria me dado por satisfeito com um mero “Ô Quide, gostei do teu texto, posso pôr no meu site?” Você sabe, aquela coisa que hoje em dia tá meio em falta, “consideração”.

Mas isso, claro, deve ser pedir demais.

E aos que acham que estou sendo injusto com o tal Luiz: ele é plagiador reincidente, e já fez vítimas célebres como a própria Sarcástica, o Pedro Nunes, o Cláudio Lara, o Moskito, e esses são apenas os que tenho conhecimento. Pode não ter me plagiado, mas é plagiador, sim. E agora tá ganhando às minhas custas.

Entenderam agora? Por favor, digam que entenderam. Eu ainda tenho fé em vocês.

Falem a verdade, vocês não leram o post. Apenas clicaram no link do cara, não foi?


Escrito por Kid on Dec 7, 2004

O blog da Sarcástica – que agora por algum motivo inexplicável agora exige senha para abrir – já trazia há algum tempo a inscrição “Copie o que quiser, mas não se atreva a ganhar dinheiro com isso”. Ou alguma coisa assim. Eu copiaria a frase com mais fidelidade se eu pudesse entrar no site dela. Tira essa porra de senha daí, Shá.

Mas então. Apesar de ser ocasional vítima de gente sem criatividade e/ou vergonha na cara, jamais imaginei que alguém se ATREVERIA a ganhar dinheiro com um texto meu. Plágio pra preencher espaço num diarinho sem graça ainda vai, mas lucrar com essas putarias que posto aqui?! Venhamos e convenhamos, ao contrário do que meus “fãs” pensam, eu não escrevo TÃO bem assim. E pra falar a verdade, ultimamente sequer tenho me esforçado – como se não desse pra perceber. Se eu achasse que fosse possível tirar dinheiro dos meus escritos eu já estaria cobrando vocês a muito tempo. E sem dúvida estaria produzindo textos de maior qualidade.

Mas como essa internet não se cansa de me fazer dizer “puta que pariu, eu não acredito nisso“…


Clique para ver com os próprios olhos que a terra há de comer


O tal Luiz Henrique, cujo website eu já havia visitado há anos – literalmente – atrás, postou no seu espaço virtual o meu texto sobre meu celulá de pleiboi.

Plágio é um negócio interessante. Na primeira vez, a sensação é de inconformação – o fato de que alguém pegou algo que VOCÊ fez e tomou crédito por isso é tão revoltante quanto apanhar de irmão menor. Você deseja matar o plagiador com requintes de crueldade, e depois matar mais um pouco só pra ter certeza. Na segunda vez, você se revolta de novo, mas com intensidade um tanto quanto menor. Ao invés de fazer uma macumba pro plagiador, como da primeira vez, você apenas manda um e-mail desaforado. Nas terceiras, quartas, quintas e sextas vezes, um post no blog pra expor o farsante é suficiente; os impropérios dos leitores revoltados são sua vingança. Exceto, é claro, que o cara tenha copiado não apenas um, dois ou três textos, mas praticamente sua vida inteira, virando um clone virtual. Nesse caso, chutar a bagaça do indivíduo não é suficiente; você tem que tomar o site dele à força, arrancar o escalpo, erguer o tufo de cabelo no ar e dar um grito de batalha.

Voltemos ao caso mais recente. Entrando no tal site, você verá que o tal Luiz copiou meu texto sobre minha luta contra meu então recém-adquirido celular Motorola (apelidado carinhosamente “Cocôrola” por clientes não muitos satisfeitos com a qualidade do aparelho). O motivo que o levou a reproduzir esse texto em seu site, eu desconheço: o post sequer é engraçado.

E não se trata de um plágio safado filho da puta convencional, pois o sujeito não tomou crédito pelo texto. Meu mal afamado nick e meu endereço se encontram logo abaixo do post copiado. Qual o problema então, se o cara não tentou levar crédito pela autoria do post?

Simples. Patrocínio.

Eu não ganho nada pra escrever pra vocês. Nem um centavo. Há mais ou menos três anos solto textos pela internet afora, e jamais recebi um centavo sequer para isso. Já recebi propostas para tal, mas acabei recusando por saber que, no momento que escrever se tornasse uma obrigação ao invés de passatempo, eu ia perder a vontade de escrever. Além disso, ter alguém pagando pra você escrever significa menos liberdade. Pessoas que recebem por propaganda têm que se censurar; se eles vão escrever algo ofensivo, têm que olhar por cima dos ombros pra ter certeza de que não vão chatear ninguém.

Em suma, o único motivo pelo qual continuo atualizando esse site de graça é porque 1) eu tenho muito tempo livre, 2) eu gosto de (tentar) divertir os outros, e 3) ninguém me diz o que eu posso falar ou não. Perguntem aos meus pais.

Claro, há pessoas que ganham trocados com os próprios escritos. Tenho que admirar alguém que consegue, escrevendo, fazer os outros tirarem dinheiro do bolso. Nego aí não abre a carteira nem pra ajudar a família, que dirá pra ler o que eu tenho a dizer. Qualquer pessoa que seja tão bom autor a ponto de conseguir se sustentar com o hobby merece meu respeito. Mas claro, são poucos aqueles que conseguem dinheiro com a própria criatividade.

E há, claro, os que não conseguem mas tentam assim mesmo. É o caso do rapaz Luiz Henrique. Ele não tentou se fazer passar por autor do meu texto – e admiro isso – mas ele está fazendo algo que nem EU MESMO faço: ele está comercializando minhas criações. Está, indiretamente, cobrando por algo que eu fiz de graça.

Como você pode ter percebido, ele tem em seu site uma cacetada de banners. Não é difícil encontrar os banners, uma vez que eles se encontram em toda a extensão da página.

Pois bem. Os mantenedores desses banners pagam donos de websites pelo espaço de propaganda, geralmente porque as tais páginas geram um tráfego do caralho e como eles querem empurrar coisas que você não precisa comprar, então precisam de toda sorte possível. Até em blogs eles apostam, veja você. Empresas megamilionárias como o Google investindo dinheiro numa putaria que foi “inventada” por adolescentes que queriam contar pros amigos como foi seu dia; negócio de doido.

O cara que aceita enfeitar sua página com banners de patrocinadores tem que se comprometer em manter o nível de visitas. Afinal, se ninguém tá vendo a propaganda – ou clicando nos banners -, não faz sentido pagar por ela. Então é necessário postar coisas interessantes pra chamar a atenção do povo.

Há três opções para ser um sucesso de público: você pode postar fotos de mulheres peladas – que são todas basicamente a mesma coisa, só muda o cenário a cada edição da Playboy -, copiar textos alheios (dando crédito ou não) ou escrevendo o próprio material. Como todos sabemos, esse último não é algo que se vê muito por aí.

E o que aconteceu é que o cara se aproveitou de um texto meu pra preencher um espaço comercial. Num plágio convencional, o que acontece é que o pilantra quer dar uma de bom escritor pros amigos. Não que isso seja mais aceitável, mas é menos sacana do que querer ganhar dinheiro com o mesmo ato.

Como eu falei antes, não foi plágio. Não tou chateado com o cara. O que ele fez não foi igual ao que meus outros plagiadores fizeram. Mas não tem como aceitar o fato de que alguém está usando minhas gracinhas num site pago – algo que nem eu mesmo faço, e olha que estou falando das minhas próprias criações. Ok, ele me citou. E daí? Eu ganho três, quatro visitas, enquanto ele ganha dinheiro com algo que eu escrevi? Ah, não. Pera lá, pô.

A única coisa que tenho a dizer pro tal Luiz é: ô meu filho, você acha que é justo ganhar dinheiro com um site que é na verdade atualizado por outras pessoas?

Quando ver um texto meu na caixa de e-mail de amigos (e ter que convencer os amigos de que o texto era meu) já parecia ser o fim da picada, algo totalmente imprevisto acontece, me mostrando que era apenas a ponta do ferrão estava me incomodando antes.

Ainda acabo registrando essa porra de blog inteiro. Não vou ganhar nem um centavo com isso, mas ao menos posso dar uns sustos quando alguém decidir usar textos meus.