O jeitinho (não tão) brasileiro – 3 pilantras históricos

Escrito por Kid on Mar 30, 2010

Meu pai sempre trabalhou com computadores (o que explica minha exposição precoce e subsequente vício em computadores), e o mesmo valia pros colegas de trabalho dele. Meus primeiros jogos de computador chegaram a mim por intermédio de um desses colegas de trabalho do meu velho, o “tio Monte”.

Tio Monte – que obviamente não era meu tio – era um gordinho muito brincalhão que, se lembro bem, conhecia meu pai desde os tempos do colegial. Ele tinha altos contatos com indivíduos que tinham acesso às (na época) raras gravadoras de CD, e naquela época primordial a pirataria já começava a dar os primeiros passos que um dia dominariam a internet. Tio Monte costumava descolar através de seus contatos semi-criminosos diversos “jogos completos”, que acabavam indo chegar lá em casa. Essa aspas aí indicam uma distinção clássica daquele período.

Como a internet ainda não era popular, a única fonte de jogos na época eram as revistas de CD ROM, tal qual a prestigiosa Revista do CD ROM®. Nos tempos mais recentes essas publicações começaram a veicular jogos completos, mas na minha época tudo o que tínhamos eram versões shareware/demo dos nossos jogos favoritos. Era relativamente raro naquela época (estou me referindo aos meados de 1996, 1997) conhecer alguém que tivesse em seu poder um “jogo completo”, a não ser aqueles que costumavam vir com nossos kits multimídia. Uma geração inteira conheceu e se tornou fãs dos adventures point n click clássicos da Lucas Arts graças às suas Sound Blasters 16x.

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Good night, sweet prince

Escrito por Kid on Jun 26, 2009

Imagem removida temporariamente enquanto esse ataque ao ImageShack continuar
1958 – 2009


Vincent Gallo e seu filme

Escrito por Kid on Jun 18, 2008

Tive conhecimento desta história há anos, em minhas incansáveis excursões pela Wikipédia, mas nunca havia pensado em relatá-la aos leitores. Hoje estava comentando sobre o caso com a namorada, e ela sugeriu que eu contasse o negócio pra vocês. Ultimamente ela vem me dando muitas idéias pra textos, o que me poupa o trabalho de pensar num tema por mim mesmo. Então vamos lá.

Adianto que o contexto do post envolve cenas gráficas de sexo oral, então estejam avisados que as imagens linkadas no post são estritamente NSFW.

Vamolá.

Em 2003 um sujeitinho chamado Vincent Gallo teve um plano que era tão diabólico quanto era brilhante. Este maluco escreveu, produziu e dirigiu um filme independente cujo contexto, em algum momento oportuno, requeriria que o personagem principal tivesse sua piroca firmemente envolvida pelos lábios carnudos de alguma ninfeta hollywoodiana. Essencialmente este visionário teve a idéia de exibir sexo oral explícito num filme que, talvez graças às conexões dele na indústria, seria lançado no prestigioso Festival de Cannes.

Sendo o diretor e produtor do negócio, quem você acha que ele escolheu pro papel principal?

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