Top 6 vídeos que vão te traumatizar hoje

Escrito por Kid on Sep 27, 2009

A internet está eternamente presa numa dicotomia estranha – ela tem um potencial ímpar pra simultaneamente inspirar e deprimir. Com uma conexão à internet e alguns poucos cliques você consegue ir rapidamente aos dois extremos do espectro de reações emocionais humanas.

Vamos ao exemplo prático.

Se de um lado você vê um garoto que, num arroubo de geniosidade (pra não mencionar desprezo por propriedade privada e vida humana) construiu um lança-chamas de pulso e documentou o desenvolvimento e demonstrações do projeto a la Tony Stark naquela sequência de teste de vôo em Iron Man, de outro vemos um sujeito que define como “carreira” sua habilidade de fazer caretas.

A forma como esta pobre alma serious-businessmente elabora sobre a história dessa arte de posicionar os músculos da face formando expressões não reconhecidas como semblante humano me faz pensar como é que alguém vê algo tão trivial e infrutífero como uma carreira profissional. Mais ou menos como os tais probloggers de 40 anos que residem no domicílio materno, mas com mais sotaque inglês.

De um lado genialidade inspiradora, do outro, o lamentável desperdício de uma existência.

E foi aí eu lembrei que há outra emoção que esses vídeos que achamos na internet provocam – terror absoluto provocador de incontinência intestinal. E neste post exporei seu cérebro a certas imagens que darão bastante trabalho ao seu terapeuta no futuro.

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Top 3 Práticas Medicinais Medievais Assustadoras

Escrito por Kid on Sep 22, 2009

Quando eu era moleque, eu sempre dizia que queria ser “um cientista” quando adultos me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse. Não importava que ramo científico eu praticaria. “Um cientista, tia!”.

Ora, mas que tipo de ciência? Astronomia? Bioquímica? Herpetologia (que, por algum estranho mistério, é a ciência das cobras e sapos e lagartos, e não da herpes)? Eu não sabia. Meu contato com a “ciência” se resumia a filmes em que um sujeito com óculos e um jaleco branco explicava alguma situação usando termos bem científicos e importantes como “exponencialmente” ou “microorganismos” ou “nitroglicerina”. Aí o mocinho reclama dos termos complicados e o cientista explica de forma mais simples – “Vamos todos morrer a menos que você faça X”. Aí ele vai, faz, ninguém morre e o filme acaba.

Eu queria ser aquele cara. Eu queria trabalhar num laboratório, usar um microscópio, saber palavras importantes e explicar coisas complicadas pros outros. Afinal, eu já usava óculos mesmo, obviamente o resto devia ser mais fácil (estudar algum ramo científico por dez anos e arrumar emprego numa empresa relacionada ao meu ramo de estudo).

Ontem, eu decidi que queria ser outra coisa – Um paramédico. Assim, eu poderia prestar melhor socorro à minha noiva, que quase quebrou o pescoço por minha causa.

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Top 4 pessoas polêmicas que se foderam no final

Escrito por Kid on Apr 18, 2009

Os alemães, sendo o povo amável e que jamais fez mal a ninguém nesse mundo, tem uma palavra curiosa no vocabulário deles: schadefreude. Os resultados da minha extensiva pesquisa (leia-se “os quinze segundos que passei na wikipedia lendo sobre o assunto, até lembrar que há jogos piratas e pornografia gratuita na internet”) são inconclusivos até agora, mas parece que o verbete é exclusivo aos krauts.

Sabe quando você descobre que uma ex-namorada sua foi chutada pelo atual parceiro, diagnosticada com lepra, perdeu o emprego e se viu obrigada a morar de favor com os pais? Este sorriso que habita no seu rosto após ouvir tais notícias é senão uma cortesia do tal schadefreude, que significa “aquela alegria que todos nós sentimos ao descobrir que um desafeto se fodeu bonitamente”.

A história contemporânea está repleta de pessoas cuja desgraça provocou bastante alegria a milhares de pessoas, justamente porque seu comportamento polêmico desafiou a sorte por muito tempo.

Hoje nós vamos dar uma olhadinha no desastre em que suas vidas se transformaram. Sinta-se à vontade para esboçar um largo sorriso e se sentir superior.

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As 5 Grandes Revoluções da Internet

Escrito por Kid on Jan 26, 2009

Hoje em dia, qualquer paspalho que quer soar como se entendesse bastante da internet apela imediatamente pro bordão “web 2.0″. Usar o termo como enchedor de linguiça vem se tornando um hábito insistente da mídia especializada, ao ponto de que a expressão já começa a ser usada como uma paródia dela mesma (análogo ao hábito de pontuar frases com “!!!!11111//”, simulando e satirizando empolgação juvenil).

Web 2.0 é um sinônimo de inovação no meio internético, sim, isso é óbvio. Qualquer pessoa com mínimas faculdades mentais consegue chegar a essa conclusão graças ao contexto em que o termo sempre está inserido. Web 2.0 implica num upgrade, numa versão atualizada do que supõe-se tratar de uma inferior Web 1.0, ou talvez até Web 0.98 alpha build.

Mas tu sabe o que a expressão realmente significa?

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4 formas de viver perigosamente dentro de casa

Escrito por Kid on Jan 8, 2009

Se você fechar esse vídeo pornô que você deve estar assistindo e parar pra pensar um pouco a respeito do século em que vivemos, chegará à mesma conclusão que eu atingi cinco segundos atrás:

Vivemos num mundo muito seguro, e isso tornou nossa existência muito monótona.

Pense comigo um pouco: cintos de segurança, backups, vacinas, airbags, botes salva-vidas, capacetes, seguros de vida, função “Desfazer” do Word, continues infinitos em Mario World… Temos ao nosso dispor incontáveis mecanismos de proteção que, ao mesmo tempo que nos dão segurança, acabam roubando todo aquele friozinho na barriga, a sensação de perigo, o próprio gostinho de viver. Que tipo de emoção se pode ter num mundo onde você pode comprar uma pílula de emergência minutos após ter estourado uma camisinha?!

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5 motivos pelos quais namoro à distância é uma merda

Escrito por Kid on Dec 18, 2008

Se você é como eu, você deve passar uma boa parte do seu tempo visitando fóruns de discussão na internet. Fóruns são uma ótima forma de adquirir uma montanha de opiniões sobre diversos assuntos em que os opinadores obviamente não têm qualquer conhecimento, embora isso não os impeça de falar com a pompa de um especialista. Não importa o assunto sendo debatido (Pontes de hidrogênio? Acasalamento de maripousas norte-americanas? O padrão da bolsa de valores de New York?), sempre aparecerá alguém disposto a se pintar como um profundo expert no negócio.

E um debate que aparece com frequência preocupante é – Namoros à distância valem a pena? Pode ter certeza que o seu fórum favorito já viu pelo menos 5 tópicos sobre o assunto.

Não duvide de mim, seu corno. Abra um fórum qualquer, dirija-se à barra de busca e pesquise o termo. Tente as diversas grafias “alternativas” da expressão (”namoru há distânsia”, por exemplo) porque afinal de contas não podemos dar muito crédito às habilidades gramaticais dos habitantes de uma nação que transformaram o orkut em mania nacional. Clique em SEARCH e você verá que eu, como sempre, estou certo.

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10 lorotas em que todos caímos

Escrito por Kid on Dec 1, 2008

Rumores urbanos são relativamente fáceis de criar. O processo é sempre o mesmo – alguém interpreta erroneamente uma nota noticiosa, ou um resultado de uma experiência científica, ou um factóide oferecido numa obra de ficção, e passa a vaticinar a má interpretação como se fosse fato verificado. Antes que você perceba, a população em geral acredita e perpetua tais contos como se fossem fatos historicamente documentados.

A nossa única proteção contra lendas urbanas é o fato de que elas costumam carregar um ou mais elementos extraordinários. Uma boa parte de nós tem aquela às vezes irritante porém fundamental característica de questionar imediatamente qualquer coisa que ouvimos – especialmente as extraordinárias. Estes indivíduos são menos propensos a acreditarem em lendas urbanas, e pode ter certeza que após ouvir uma o sujeito se encontrará googleando furiosamente para averiguar a veracidade da história.

Por causa disso, os factóides mais insidiosos são justamente os que não trazem nenhum elemento extraordinário; elas não registram no nosso detector de lorotas e passam totalmente despercebidas. E pior, esse tipo de mito contemporâneo geralmente é repassado com uma maquiagem científica/histórica (ou foi repetido tantas vezes ao longo dos anos) que nos torna mais vulneráveis a ele.

Este texto examinará algumas destas lendas, tenho plena certeza que você já ouviu – e acredita em – ao menos uma delas.

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5 piores conversões de 2D pra 3D

Escrito por Kid on Oct 16, 2008

A geração 16 bits (Super Nintendo e Mega Drive) brindou nossa infância com franquias absolutamente inesquecíveis. Alguns jogos daquela época não eram apenas excelentes, eles carregam hoje a bagagem da nostalgia, aquele sentimento saudoso que nos torna ainda mais aficcionados por eles.

Com a evolução do hardware, era inevitável que muitos daqueles clássicos ganhassem versões mais incrementadas, beneficiados pelas máquinas com capacidade de animar polígonos ao invés de meros sprites BMP. O maior símbolo e arauto da evolução pra terceira dimensão foi Super Mario 64, considerado até hoje o marco da jogabilidade tridimensional.

Acontece que pra cada Super Mario 64 tridimensional e bem sucedido, houve trocentas tentativas frustradas de trazer personagens da geração anterior pra terceira dimensão. Aliás, agora que paro pra pensar, Super Mario 64 foi o único exemplo que consigo lembrar de personagem antigo ganhando jogabilidade 3D decente. Ou seja, a proporção pende mesmo pro pessimismo.

Pensando nisso, bolei aqui essa listinha das piores e mais desastradas empreitadas pelo mundo tridimensional. Se você lembra de algum jogo que fez a transição de 2D pra 3D de forma graciosa e não-tragicômica, por favor, se manifeste nos comentários. Vamos dar crédito onde crédito é merecido.

Mas até lá, vamos aloprar alguns jogos.

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Top 5 Comportamentos Vestigiais Que Controlam Sua Vida

Escrito por Kid on Oct 8, 2008

De todas as grandes descobertas das ciências biológicas, o estudo da genética foi provavelmente o mais importante. Gregor Mendel foi o primeiro a elaborar, ainda no século XIX, a idéia de que certos atributos são passados geneticamente dos pais pros filhos. Um conceito aparentemente tão simples e óbvio mudou completamente a forma como o ser humano vê a própria fisiologia e deu a fundação pra outras idéias revolucionárias, como a teoria da evolução.

Nas primeiras décadas de estudo da genética e da evolução, o objeto da análise era muito específico – estudava-se o resultado isolado da evolução num espécime qualquer de um animal. Ou seja, o importante era entender como este animal desenvolveu seu bico, ou como aquele outro aprendeu a voar. O foco da ciência eram modificações biológicas tangíveis.

Só mais tarde é que ficou claro que a evolução não atuava simplesmente dando aos animais novas funções biológicas ou aprimorando mecanismos de auto-defesa. Os genes também eram capazes de perpetuar certos comportamentos que há milhões de anos agiam de forma beneficial ao grupo. Daí vem o termo “comportamento vestigial”, porque ele é um vestígio de um estágio evolutivo inferior.

Hoje em dia, no entanto, tais comportamentos vestigiais não fazem muito por nós. Alguns deles chegam a ser uma encheção de saco.

Vamos dar uma olhada em alguns desses comportamentos evolucionários vestigiais.

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Top 5 Mistérios Inexplicados

Escrito por Kid on Oct 3, 2008

Quando eu era molequinho, ganhei de minha tia (ou surrupiei da coleção dela, não lembro agora) um livro chamado “Mundo dos Fenômenos Estranhos”, ou “Livro dos Fenômenos Estranhos”, de um sujeito chamado Charles Berlitz. Não lembro exatamente a tradução em português, mas aqui está a versão original do livro.

Charles Berlitz foi o primeiro a escrever a respeito do Triângulo das Bermudas, transformando o assunto num fenômeno de pop culture praticamente da noite pro dia. Ao ver que o público americano adorou sua “investigação” do Triângulo, o sujeito decidiu que livros sobre mistérios inexplicados eram um imenso mercado ainda não-explorado.

Ele então escreveu seu segundo livro, aquele que eu roubei da minha tia. Nele, como você deve imaginar, o autor discorria sobre diversos mistérios históricos – desaparecimentos ou mortes estranhas, aparições alienígenas, artefatos arqueológicos de propósito desconhecido, esse tipo de bizarrice. Eu ADORAVA o livro, e nunca conseguia dormir direito após ler alguns capítulos dele.

Há algum tempo eu vinha com vontade de escrever um texto sobre o assunto. Mesmo sabendo que os temas a serem pesquisados provavelmente me levariam a passar algumas noites com a lâmpada do criado-mudo acesa, vasculhei a internet em busca das histórias mais escabrosas da história contemporânea.

Apague todas as luzes da sua casa e embarque nessa viagem pelo estranho e inexplicável.

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Top 4 Celebridades Escandalosas da Internet

Escrito por Kid on Sep 16, 2008

A internet tornou possível que uma pessoa comum como eu e você – ou seja, alguém que não tenha nenhum talento lucrativo, ou talento nenhum pra ser menos específico – atingisse um patamar de considerável reconhecimento. Algumas pessoas se tornam web-famous por autorar textos engraçados; outras, por produzir notícias falsas que acabam sendo propagadas por “patos” que não se deram ao trabalho de checar a fonte com cuidado. Sim, estou olhando pra você, MrManson.

Há até gente que vira celebridade virtual trepando por dinheiro e em seguida expondo detalhes gráficos do encontro na internerd usando um português que sugere que ela não completou a quarta série. Falta de habilidade literária (ou de qualquer outra habilidade além de ser penetrada por homens que ela acabou de conhecer em troca de alguns dinheiros) não a impediu de escrever um livro sobre o mesmo assunto.

Aliás, a falta de qualquer tipo de credencial não a impediu também de dar um nome completamente presunçoso ao livro. Arrogância - quem disse que ela é exclusiva aos experts?

Existe ainda um outro grupo detentor de estrelato webernético – indivíduos que tiveram seus momentos de pouca serenidade imortalizados em formato de vídeo digital, e em seguida distribuídos ao redor do mundo através de compressão de vídeo em flash.

E a humilhação global destes será o seu entretenimento de hoje. Internet – transformando tragédia em comédia desde 1996.

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Top 5 Megaestruturas da Cultura Pop

Escrito por Kid on Jun 27, 2008

Aê, turma. Viu como não demorara TANTO assim entre um post de verdade e outro? O que vocês acharam desse novo método de atualização do HBD? Entenderam agora que o foco não era exatamente notícias nerds, e sim textos mais curtos e menos exigentes? Deixe sua opinião aí nos comentários.

Enquanto isso, hoje temos um Top 5 com um bônus.

Em agosto de 1994 a revista Superinteressante trouxe uma reportagem sobre prédios hipotéticos que mediriam quilômetros de altura. Tá quase invisível nessa minúscula imagem que eu arranjei, mas dá pra ler – é a chamada “Cidade Vertical”, no canto inferior esquerdo da capa.

(Agradecimentos ao Nelson Antunes Filho, leitor do HBD que me arrumou um scan bem melhor da parada. A única outra imagem que eu encontrei era imprestável. Foi só mencionar no twitter a dificuldade de encontrar a imagem, que uma boa alma se prontifica a ajudar. Brigadão, Nelson!)

Lembra dessa edição? Eu lembro, porque sempre foi a minha favorita (aliás, vale mencionar que acesso a revistas brasileiras é uma das coisas que mais sinto falta morando aqui).

Uma das idéias por trás das imensas construções era contornar o problema da super população, mais uma das milhares de catástrofe globais que não se concretizou no tempo em que os analistas previam. E olha que nem tivemos uma grande guerra recente pra equalizar a densidade demográfica. Cientistas geopolíticos, vocês não têm desculpa.

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Top 5 Clipes pra Assistir de Porta Fechada

Escrito por Kid on May 1, 2008

Mulheres são estranhas. Pelo menos uma vez a cada duas semanas, minha senhora mete na cabeça que tem que ir pra uma boate A QUALQUER CUSTO, praticamente dando a entender que ela morrerá de uma forma bastante horrível se eu não atender o pedido dela. Sei lá o que diabos causa as mulheres a de repente sentir uma intensa agonia cuja única cura conhecida é se deslocar ao clube noturno mais próximo e dançar por três horas seguidas.

Pior mesmo é quando não é o clube noturno mais próximo que sanará sua necessidade de se expressar através da milenar arte da dança, porque aí a viagem é mais longa e mais cedo ou mais tarde eu sou obrigado a exercer mais humilhante e desmasculinizadora tarefa neste mundo azul – segurar a bolsa da namorada porque “ai ai ai meus pés estão me matando, segura isso aqui pra mim rapidinho”. Como se não bastasse eu ter temporariamente me transformado numa espécie de mordomo da menina, ainda sou obrigado a ouvir reclamações a respeito de andar por aí usando um salto alto. Eu não sou nenhum especialista em ortopedia, mas eu suspeito que NÃO USAR TAIS SAPATOS resolveria o problema.

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Top Onze Diferenças Entre Brasil e Canadá

Escrito por Kid on Apr 23, 2008

Olá, vagabundos. Não falei que estaria atualizando essa merda com mais frequência?

Com este texto aqui, inaugurarei uma nova categoria aqui no Agá Bê Dê – o Top X. Minha total falta de disciplina pessoal me impede de prometer adições semanais nessa nova área, mas garanto que escreverei Top Xs com frequência satisfatória. E será sempre o tipo de texto que vocês parecem gostar – extenso, fruto de longa pesquisa, cheio de ilustrações e tudo o mais.

Pra dar o pontapé inicial nessa bagaça, acho que nada seria melhor que mostrar a vocês as principais diferenças entre o Brasil e o Canadá. Esse parece ser um assunto sobre qual muitos de vocês tem bastante curiosidade, ou pelo menos é a conclusão que eu tiro levando em consideração as dúzias de desconhecidos que me adicionam no MSN toda semana pra me fazer perguntas sobre a vida no hemisfério norte.

Agora, quando os paraquedistas do Google me adicionarem no MSN pra perguntar justamente isso, posso dar o link desse texto e voltar aos meus filmes pornográficos.

Aqui estão as Top 11 Diferenças entre o Brasil e o Canadá. Era pra ser um Top 5 originalmente, mas as idéias continuaram vindo e a lista ficou maior. O que é entendível, afinal, foi ingenuidade da minha parte pensar que houvesse apenas cinco coisas nos separando do padrão de vida canadense.

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