Como vossas bichências devem saber (ou não, sei lá), dia 14 de fevereiro é o Valentine’s Day, o equivalente gringo do nosso Dia dos Namorados.
Dia dos Namorados o mais descarado de todos os feriados artificais criados pra agitar um mês fraco pras compras – não se engane, essa é o único motivo pra existência da data. A única diferença é que aí na pátria mãe temos o Carnaval em fevereiro, então não houve necessidade de adotar o mesmo dia que os gringos usam. Mudou-se pra junho. É junho, né? Parei de celebrar essa data em 2003, então não lembro.
(Quando minha mulher ficou sabendo que o Dia dos Namorados tupiniquim localiza-se em outra data, a gringa se espevitou toda pra que adotássemos ambas datas. Com algum malabarismo lógico, consegui faze-la abandonar a idéia)
Tirando essa diferença cronológica, o Valentine’s Day tem uma importante semelhança com o nosso Carnaval:
Pessoas trepam MUITO nessa data. E como você pode facilmente concluir, isso é bastante significativo pra alguém que trabalha no ramo em que eu trabalho.
Cheguei aqui na loja no dia 14 e essa porra tava completamente, absurdamente lotada. Pra te dar um contexto, como trabalho de madrugada e este é um horário em que pessoas de bem geralmente estão no quinto sono, eu costumava considerar “loja lotada” qualquer número superior a 3 fregueses.
No Valentine’s Day havia quase 40 pessoas na loja simultaneamente. Acabei de medir a loja com passos e, se minhas aulas de geometria da sétima série não foram completamente esquecidas, calculei que a loja tem aproximadamente 260 metros quadrados. Ou seja, era gente pra cacete, considerando a área pequena.
Tentei até fazer uma planta da loja no MS Paint, pra ilustrar melhor o negócio, mas em menos de 3 linhas notei que não tenho o menor talento – ou sequer coordenação motora - pras artes visuais. O Michael J Fox numa montanha russa faria um trabalho mais decente, o que seria o segundo motivo pelo qual ele é melhor que eu (o primeiro é que ele vôou num hoverboard).
Praguejei baixinho enquanto dava a volta no balcão pra tirar minha mochila, meu casaco, e me situar. A condição presente significava duas coisas:
- Com tamanho volume de consumidores de dildos, calcinhas comestíveis e revistas de mulher pelada, eu teria que zanzar pela loja constantemente pra desencorajar os mãos-leves a embolsar mercadoria sem pagar. Ou seja, nada de ficar twittando ou escrevendo artigos daqueles que pagam o meu aluguel (obrigado TecnoBlog, AppStore Blog, e Bobagento!).
- Sou o único trabalhando no horário da madrugada. E ainda bem, porque essa velhota que contrataram pra substituir a antiga gorda neurótica é mais velha, mais gorda, e mais inútil que a outra. Dei mil vivas quando consultei a postagem dos horários e vi que não trabalharia mais com ela). Assim sendo, não posso ir ao banheiro até que todos os pervertidos tenham ido embora. Já passei sufoco de ter que esperar mais de uma hora pra um punheteiro particularmente indeciso comprasse seus DVDs e fosse embora; quanto eu teria que esperar pra que 40 clientes fossem embora?
Praguejei novamente, puxei uma cadeira e sentei-me ao balcão, observando as câmeras de segurança. Casais se davam beijinhos enquanto decidiam que óleo de massagem comprar, e os punheteiros solitários compravam seus filmes de travecos com uma dose de vergonha e depressão maior do que a de costume.
Eventualmente essa turma toda se mandou. Eu corri, tranquei a porta, fui ao banheiro e esvaziei mais ou menos 3 litros de urina. Voltei ao balcão e montei minha área de trabalho costumeira: netbook, iPhone servindo como modem, Opera com 18 abas abertas, e minha cópia de Jurassic Park. Já li essa porra umas seis vezes.
Já mais aliviado, dei uma olhada na caixinha que temos aqui atrás do balcão. Todos os objetos de relevância (itens danificados, faxes de fornecedores, recados de outras lojas, etc) vão pra caixinha, pra que a gerência lide com os troços.
Notei que havia uma porrada de currículos na caixinha, o que achei incomum mas rapidamente fez bastante sentido – antecipando que o núcleo famíliar provavelmente aumentaria nos meses seguintes à uma noite de fodelança descontrolada, os mais precavidos já estariam na caça de um segundo emprego.
Folheei os currículos com notável animosidade – estes/estas infelizes acham que podem vir aqui e tomar meu emprego? Veremos o que o triturador de papel tem a dizer disso.
Em todo emprego você aprende algo importante, e uma das coisas que aprendi aqui (além das melhores marcas de lubrificante e estúdios de pornografia) é que a grande maioria das pessoas em geral não sabe escrever um currículo.
Na minha mão havia uma larga amostra de todo tipo imaginável de gafe profisional que alguém pode cometer no seu CV: mudanças de fontes ao longo do documento, erros elementares de ortografia, montanhas de informações irrelevantes (“sério que você fez um curso de paraquedismo em 1999? Puta que pariu, ainda bem que você avisou, tá contratado!”)
Nunca tive um trabalho que me desse essa oportunidade pra analisar currículos, e eu descobri que currículo é uma parada que desperta o crítico em nós. Eu lia os currículos com atenção, sherlock-holmeando toda informação que eu podia extrair dos dados que o fulaninho entregou.
E aloprando tudo.
Mora em X? Boa gente não pode ser. Fez faculdade em Y? Que pobre fodido. Cursava A na universidade B e largou? É um vagabundo de marca maior. Como assim este desgraçado não tem um email pra contato? É de fato um indigente e possivelmente mora naquela lata de lixo ali do beco e tem leptospirose.
E aí encontrei um currículo que me deixou sem reação por alguns instantes. A garota recebeu educação prestigiosa – formou-se como paramédica numa célebre faculdade local, além de ter retornado pra cursar Radiocomunicação.
Credenciais respeitáveis, embora levante a questão “por que diabos uma paramédica licenciada está tentando arrumar trabalho numa sex shop?”.
Foi a linha abaixo que realmente me chocou. De acordo com o CV da garota, ela também tinha um outro diploma.
Em Teologia Bíblica.
Muita coisa veio a mente em seguida. Primeiro, aquele currículo era a prova cabal da incerteza que orbita a existência de um universitário: era notável que a mulher tentou diversos ramos acadêmicos e não se satisfez com nenhum.
E o motivo é simples. Quando você escolhe sua faculdade, você só estará entrando naquele mercado de trabalho, realisticamente, nos próximos 5 anos. Não há nenhuma garantia de que a área de atuação escolhida permaneça tão lucrativa; é uma aposta às cegas.
Este é um fato conhecido por qualquer pessoa que já tenha cursado uma faculdade por mais de 2 anos; calouros irritantes com sua postura “passei no vestibular = minha vida está feita” irão um dia sentir a piroca flácida da realidade batendo ruidosamente em seus rostos.
Entrar numa faculdade (e por extensão, obter um diploma) às vezes não significa absolutamente nada no mundo real – vide esta paramédica formada tentando concorrer a um trabalho contra MIM, um imigrante brasileiro que abandonou a faculdade pra vir pra cá.
(Não se engane no entanto, por via de regra ainda é melhor ter um diploma do que não ter, e por isso tou correndo atrás. Só queria deixar claro que canudo não é um apólice de seguro pro futuro)
O segundo ponto é uma extrapolação do primeiro – pior do que se formar e descobrir que não gosta da função exercida, é se formar e descobrir que tal função é completamente inútil.
De acordo com o currículo dela, a menina havia recomeçado a faculdade
apenas 6 meses após se formar em Teologia Bíblica. 6 meses é um período bastante curto pra decidir que o poço secou naquela área, então concluo que a coitada chegou a conclusão que atear fogo no dinheiro que ela gastou obtendo aquele diploma seria imensamente mais útil, visto que ao menos geraria luz e energia.
Isso é foda demais, e eu via o quadro se repetindo na faculdade todo semestre, quando calouros de filosofia/biblioteconomia iniciavam os estudos.
A questão final era a mais significativa – o que diabos alguém com um diploma em Teologia Bíblica estava fazendo tentando arrumar emprego numa sex shop? A formação dela foi por uma escola cristã particular, ou seja, não tenho ilusões de que o interesse dela no dogma religioso era apenas acadêmico. Essa mulé era uma cristã fervorosa, possivelmente de família fervorosa também. O que diabos…?
Aí lembrei que eu mesmo já havia uma vez sido um cristão fervoroso, de família com raízes religiosas profundas também. E considerando onde estou e quem me tornei, a trajetória dessa menina não era apenas estranha – de repente temos muitas figurinhas pra trocar em relação à “desconversão”.
E por um momento vi um possível competidor com olhos menos críticos, imaginando que se a menina arrumasse um emprego aqui seríamos provavelmente bastante amigos.
Uma pena que o currículo dela já havia sido triturado há 10 minutos.







primeiro pela 1º vez yuhu!!!!
Hahahaha some com o dela também, paramédicos devem saber de anatomia e por consequencia conhecem mais de orgãos sexuais do que você.
ops não li a ultima linha, aqui o dia dos namorados é 12 de junho.
isso eh concorrencia deleal … custava abaixar teu salario pela metade pra sua gerente contratar a moça e v6 serem amiguinhos ?
Boa!
Parabéns, você acabou com o futuro dela! uahuahhusas
Excelnete texto kid!
Mas porra, grande filho da puta você, hein! Acabamos de sair de uma crise financeira e você fica aí destruindo curriculo dos desesperados… pode ter certeza que umas três pessoas já se suicidaram por sua causa, rs…
Esse tipo de texto que começa com um assunto e termina em outro são os que eu mais gosto :}
Abraços rapá
huahuahuhua… foda pensar nisso… mas faculdade realmente não garante nada hoje, e pensar que tem gente que acha que tem o futuro garantido como se o mercado de trabalho congelasse… ahuhuahuahua
porra hein izzy… seria melhor ela do que a gorda velha neurotica… pense nisso.. HAHUHUAHUA
falows
Cara, fazia mto tempo que num via vc escrever um texto como este…!! Tava sentindo falta jah..
A respeito do dia, Valentine’s Day, mto bem… Bom, era de se esperar mesmo que sua mulher quise-se adotar mais um dia… Mulher eh td igual… Sobre a noitada… Eh, o povo ai, eh mais tarado do q aki…
Um assunto semelhante foi abordado no blog do Felipe Neto (www.controleremoto.tv).
Mas o teu texto foi muito mais divertido, sem aquela pretensão messiânica daquele outro blog.
Uma conclusão inesperada. Pareceu até mesmo um episódio dos simpsons.
Currículo é um negócio foda, 99% dos que já passaram na minha mão, dão vergonha alheia
E você por ter medinho da concorrência deixou de poder ao menos trocar idéias legais com a falsa crente, Sr. falso ateu
Como você sabe tudo depois que alguém diz, lá vai: o dia ser 12 de Junho no Brasil é por causa da festa de Santo Antônio, e não por causa do carnaval.
Sobre os calouros, digo mais, são mais chatos os formados de TI…
Escrevi sobre no etoma… quem quiser, clica ae e dá uma olhada… tem um post sobre os malditos wannabes. Torço para que a piroca flácida os golpeie sem dó!
Coitada, dá uma chance pra ela! hahahahhahah
Kid não sabe brincar, pqp.
“irão um dia sentir a piroca flácida da realidade batendo ruidosamente em seus rostos”
Ri ALTO imaginando a cena em camêra lenta…
Que síndrome de cagalhão que você tem hein? Destruir currículo com medo de perder emprego.
Devia era se garantir no serviço.
Orra, devia ter deixado o currículo dela aí, quem sabe não contratavam no seu turno. Aí você finalmente ia trampar com alguém que não é insuportável hahaha
Nem é tão ruim formar em biblioteconomia, levando em conta só os concursos públicos, por ano abre-se muuuuitas vagas, todos os anos.
Mas como eu não fiz/faço/farei biblioteconomia, foda-se. haha
eu odeio dia dos namorados, ter que gastar dinheiro com um monte de namoradas =/
Kid não sabe brincar, pqp.[2]
Não fala que faculdade não garante nada! me formo este ano OMG…
heheheh
Porra quidê, vai q essa paramédica seja maior gostosa e queira dar pra ti e pra tua mulé? Perdeu um 3some, caro amigo nerd e gordo.
Gastar 4 anos estudando pra no final trocar de ramo…
Sim, isso é foda…
‘Uma pena que o currículo dela já havia sido triturado há 10 minutos.’ HÁ!
. Texto da hora!
Sei não, mas acho que curso de biblioteconomia até tem bastante campo de trabalho. Só não é bem remunerado, mas até aí, poucos são aqui no Brasil.
Taí uma boa ideia pra negócio: sex shop cristão! Venderia livros ilustrados com as posições sexuais permitidas pela igreja, filmes eróticos com tarja preta de censura em cima dos órgãos genitais, piroca de borracha de 23cm com o salmo 91 impresso etc.
kid, nada a ver com o assunto, mas vc q é usuario d iphone pode me ajudar, eu acho.
Comprei o iphone HOJE mas o bagulho não carrega d jeito NENHUM nem por usb nem pela tomada. como proceder?
@baunilha BLAST IT WITH PISS
Riaria, adorei o texto… =D
Duvido que você realmente destruiu os currículos. Aposto minha piroca fedida.
Tremendo filho de uma Puta você hein ? Caralho.
Uma coisa que sempre me impressiona é que pessoas fazem uma espécie de faculdade, se formam em teologia, e, pasmem, continuam acreditando num deus.
Aliás, quem se forma em teologia trabalha com o que? Vai ser pastor? PQP
O melhor de tudo isso é saber que essa guria certamente se masturba.
Certamente.
É fato que cursos como filosofia/biblioteconomia não são conhecidos por seus respectivos potenciais empreendedores, que no Brasil, principalmente, são bem restritos. Porém, existem várias possibilidades que explicam a opção por um curso do tipo. Uma delas você citou, o interesse acadêmico. Há também o interesse particular da pessoa, o que explica um caso “extremo” como a teologia. Digo extremo porque convivo com teólogos/futuros teólogos em um ambiente extremamente propício para o despertar de polêmicas a respeito de suas crenças, justamente, num curso de filosofia, e esses indivíduos são responsáveis por algumas das melhores risadas que já dei na faculdade, sem ofensa. No meu caso, acredito sériamente, ao contrário de 99% das pessoas com quem convivo, que a filosofia é muito mais importante do que qualquer curso empreendedor da moda. Consegui uma bolsa integral na melhor universidade de comunicação de SP (na época cursava letras – tradutor/intérprete) e ao invés de escolher entre qualquer curso de comunicação em alta (tanto no mercado quanto no elevado valor das mensalidades) escolhi filosofia, o curso menos empreendedor da faculdade e, claro, o mais barato. Larguei o curso de tradução porque queria usar a bolsa em algo que realmente queria fazer. E foi a melhor coisa que fiz.
O que vou fazer com um diploma de filosofia na mão? Dar aulas, oras, ou prestar um concurso que me dê segurança e provisões para continuar estudando filosofia, claro.Talvez continue trabalhando com informática, o que sempre fiz nesses 26 anos de existência. Sem falar que é um curso que não tem muito valor fora da américa latina, por causa de seu caráter político, então sair do país não é uma opção acadêmica.
Acredito que se trata de uma questão de perspectiva. Não tem como saber porque sua amiga teóloga resolveu fazer teologia e em seguida foi procurar outra coisa. Talvez tenha sido realmente o “golpe genital da vida” que você mencionou, afinal, a modernidade nos força a se adequar aos seus padrões e sistemas econômicos, temos contas a pagar e mesmo a prática de qualquer virtude intelectual necessita de meios para tanto. Mas apesar de sermos criados nessa esfera de consumo/capital, nem todo mundo ambiciona grandes posses materiais… Não faço aqui apologia à espiritualidade em contraposição ao “material” e a ambição, sou ateu e acredito que as respostas estão bem aqui, basta procurar direito e fazer as perguntas certas… e muitas vezes as perguntas certas são o máximo que conseguimos alcançar. Sem falar que muitas respostas são muito mais subjetivas do que pensamos e o senso crítico do senso comum, quando não é nulo, é torto, moldado pela modernidade na maneira como ela nos quer: fúteis e dóceis.
Acho que só a sua amiga pode te dar a resposta que procura, pena que você triturou o currículo dela.
Triturou mesmo?
Blog divertido, parabéns.
abraço.
Kid, vai morrer de tanto currículo triturado no cu!!!
eu to fazendo analise de sistemas e sonhando com um emprego de peão na noruega. :p
isso c chama priquita coçando!!!!
“Uma pena que o currículo dela já havia sido triturado há 10 minutos.”
aushauhsuahsuahsuahuhs
Haha, meu tributo a está linda historinha de Valentine’s Day http://img3.imageshack.us/img3/1592/digitalizar0001sy.jpg
acho palha fuder com a chance de uma vida melhor dos outros
@João Ricardo
Tenha certeza que se você tiver um concorrente em qualquer emprego, ele vai estar disposto a fazer de tudo pra ver você na merda. O minimo que você pode fazer é pensar da mesma maneira.
é por isso que eu só mandei curriculo até hj pra enganar mamã e papá…o resto é resto…eu consegui emprego por concurso…fodase canudos!
:O
“seguintes à uma noite de fodelança descontrolada”
ODEIO BLOG DE BOSTA seu filho da puta. insignificante.
jajajjajajaja vá tomar en su culo cabron de mierda!!!!
Isso tudo que tu falou e interessante porem e muito relativo, faculdade é apenas um meio para se chegar a algum lugar, digamos que seja a vida extra do jogo “carreira profissional”, conheço muita genteque não tem curso superior, as vezes nem terminou a escola mais tem empresas que dão lucros e deixam suas vidas no mínimo confortáveis, outras que tem curso superior não conseguem nem sair dos teleatendimentos da vida, ter força de vontade e iniciativa conta muito e nó caso da menina do CV, pode se especular muita coisa, ex. a família dela pode ser fanática religiosa a ponta de obriga-la a fazer o cruso de bíblia, e agora ela quer se libertar de toda essa opressão trabalhando no local que possivelmente a família dela mais odeie, ou pode ser culpa de algum namorado que ela largou por ele querer transar antes do casamento, que montou o CV dela e mandou para a loja, enfim coisa demais….
Vc é incompetente kid? Pra triturar curriculum assim, ou vc faz merda demais ou não está se esforçando ao máximo no seu emprego. Aliás é ótimo acompanhar suas “twittadas” aloprando os ‘colegas’. Se não tá satisfeito, ‘sarta’ fora. Ou sua competência não passa de empregos que dependam menos de ócio como vendedor de sex shop ou segurança?
PS: sim, hj estou particularmente ácido. Gripe dos infernos, patroa querendo sexo e eu sem a mínima disposição, mãe só faltando me mandar à PQP (não mandou com as palavras propriamente ditas). Mas infelizmente a única coisa que observo ultimamente é justamente o que você está escrevendo e deixando transparecer (fora o vício em magic).
excelente post =D. quanto a faculdade concordo, o povo da minha escola passa a idéia que é só passar no vestibular e pronto, vida feita :/
OWNED pelo Trovalds.
pueblito brasileño tiene que ser enseñado que las opiniones de ustedes no hay ninguna valoración…lo que está hecho está hecho! e lo que ocurrirá , ocurrirá por intermedio de las fuerzas majores que no és Diós y si los llenos de $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
mwawjawjawjawjawjawjawjawjawj
mas um ótimo texto…
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
genial!
Nunca deixo de achar graça da galera que não consegue diferenciar os trechos do HBD que são factuais, e os trechos que são exagerados/inventados pra teor cômico.
Como por exemplo, a última frase do texto.
hum… uma garota inteligente… q parece estar em uma situaçao como a sua, de “desconversão”… trabalhando em um sex shop…
sera q a sua mulher ia gostar da ideia??
uhauhahuhuahuaua
mas triturar o curriculo ia ser massa… lol
Filho da puta.
Você tirou a magia do último (e melhor) trecho do texto
NÃÃÃO! Cara, NUNCA revele os segredos do teu blog! Grrr
Agora vou demorar a acreditar em ti de novo!
E se essa guria inventa de trabalhar aí, eu nunca mais sou teu amigo. Hunf.
O Kid está certo. Ele levou sete minutos pra triturar o currículo.
Podia ter anotado o contato, pelo menos.
hehe bleh bleh massa.
Essa história me lembrou o http://sexxxchurch.com/home, que é um site “moderno” da igreja pra tentar vender pros jovens idéias do tempo de matusalém.
Kid viado, vai morrer com toda sua área de trabalho costumeira (netbook, iPhone servindo como modem, Opera com 18 abas abertas, e sua cópia de Jurassic Park) socada no cu.
Ah, o amor…!
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