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4 pessoas com uma história muito mais incrível pra contar do que qualquer uma sua

Postado em 14 January 2012 Escrito por Kid 43 Comentários

Todos nós gostamos de impressionar os outros, não é mesmo? Eu, por exemplo, só escrevo neste site pra poder dizer que sou um blogueiro conhecido internacionalmente (considerando que eu moro no exterior, tecnicamente “Brasil” é internacional pra mim).

Tem gente inclusive que gosta tanto de maravilhar os outros com histórias mirabolantes que vive inventando mentiras. Apesar do fato de que essas pessoas são rapidamente identificadas em qualquer grupo social, evitadas, e às vezes hostilizadas abertamente, há muitos que tentam remediar o fato de que são completamente desinteressantes inventando lorotas tão absurdas que você pensa que eles estão te desafiando a chama-los de mentirosos no ato.

Há alguns anos por exemplo eu conheci uma menina que chegou a alegar que tinha poderes metafísicos. E que ela usou tais poderes pra curar seu irmão, que havia levado um tiro no meio de uma guerra de gangues — e tal guerra teria acontecido em Oshawa, Ontario, uma cidade que é o equivalente canadense da vila do Chico Bento.

Sério, e olha a menina nem era wiccan ou gótica ou seja lá como se chamam esses moleques que tem hábito de achar que são bruxas/vampiros com super-poderes. A propósito, góticos ainda existem ou foram substituidos pelos emos mesmo?

Enfim. Meu ponto é que a maioria das pessoas tem vidas tão desinteressantes que precisam mentir o tempo todo pra impressionar seus amigos.

Este sujeitos aqui, no entanto, precisam mentir pra esconder de seus semelhantes histórias que os colocam num nível evolucionário superior ao dos meros Homo sapiens ao seu redor.

Gente como por exemplo…

Inés Ramírez, a mulher que executou uma cesareana em si mesma

No ano de 2000, quando a palavra “terrorista” ainda combinava mais com filmes do Bruce Willis e Bonde do Tigrão dominava os sistemas de som de todos os Fiat Unos sem vidros elétricos no território nacional, a mexicana Inés Ramírez encontrava-se em uma situação um pouco inconveniente. Ela estava grávida de nove meses, e prestes a parir.

Qual o problema, você me pergunta? O problema é que Inês mora num interior fodidíssimo do México, povoado em sua maioria por uma turma indígena que sequer fala espanhol. Seu marido estava se embebedando num botequim próximo, não há hospital na cidade — se duvidar a palavra “hospital” nem existe no idioma nativo da mulher –, não havia telefones, não havia ninguém para ajuda-la.

Na situação dela, eu e você talvez nos desesperaríamos, amaldiçoaríamos toda e qualquer divindade encarregada de gerenciar nosso universo, e morreria lenta e agonizantemente.

Acontece que a Inés é Zapotec, e essa raça literalmente não conhece o significado e o conceito da palavra “desistir”.

O que a muié fez? Ela pegou uma faca de cozinha de 15cm, bebeu vários goles de álcool de farmácia e começou a operar a si mesma. A mulher cortou uma incisão de 17cm, indo das costelas até a área pubiana (quase o dobro do corte típico de uma cesareana), puxou o moleque para o mundo, cortou o cordão umbilical (com uma tesoura, mas prefiro imaginar que ela o fez com os dentes) e em seguida desmaiou.

Quando finalmente encontraram a mulher, ela já estava consciente de novo. Levaram-na para um hospital (que ficava a oito horas de distância), onde os médicos tiveram até que consertar as tripas da mulher — que acabaram levando umas pexeiradas no processo da cesareana caseira. Mas a mulher (e o filho) estão bem até hoje.

E você aí que chora feito um cabrito desmamado quando tem que levar injeção de Benzetacil.

Como ela venceria qualquer disputa de machice num bar:

“Isso aí não é nada. Uma vez eu estava grávida e não tinha ninguém pra me ajudar, então me furei com uma faca imensa e assim dei luz ao meu próprio filho”.

Bishnu Shrestha, o nepalense que salvou uma mulher de 40 estupradores

Quem nasce no nepal é nepalense né? Estou ocupado demais para verificar.

Então, manja nos filmes de ação em que o mocinho despacha cinco ou seis atacantes simultaneamente? Caso você seja nerd chato igual eu, imediatamente tu começa a apontar a improbabilidade da cena (por mais que você deseje ardorosamente possuir a mesma habilidade marcial do protagonista).

Então, pelo jeito Hollywood não exagera tanto assim não. Manja essa: este colega aí ao lado é o Bishnu Shrestha. Em 2011 o amigo estava jogando Angry Birds tranquilo durante uma viagem de trem quando de repente 40 elementos — isso mesmo, QUARENTA — anunciaram um assalto. Os marginais portavam facas, espadas e armas de fogo, e rapidinho estavam portando também bolsas, relógios e celulares dos outros passageiros.

Bishnu olhou para os quarenta marginais armados e pensou “hmmm, já que estão todos armados, TALVEZ seja uma briga justa. Mas vou deixar passar, nem gosto mais desse iPhone mesmo“. E ficou quietinho na dele.

Acontece que em um determinado momento, um dos assaltantes viu uma mocinha bonita e decidiu se aproveitar da situação. Sob mira da arma do malandro, a menina foi obrigada a se despir. Dramaticamente, Bishnu levantou apenas uma sobrancelha e falou “peraí”.

O cara puxou uma kukri, que é essencialmente uma pexeira nepalense, e partiu pra cima dos vagabundos. Se eu resolvesse agir com tamanha bravura, os jornais noticiariam no dia seguinte que um imigrante nordestino foi transformado em uma peneira e que seu corpo foi em seguida sodomizado pelos bandidos.

Bishnu, no entanto, matou três dos marginais, feriu outros oito, e o resto (sabiamente) saiu correndo.

Permita-me lembra-lo que o cara fez tudo isso COM UMA FACA. Ah, outro detalhe que eu esqueci de mencionar — este amigo aí havia acabado de se aposentar do exército nepalense.

Com isso em mente eu decido que o Nepal é um país pequenininho porque os nepalenses tem pouca ou nenhuma ambição, porque com soldados dessa estirpe é surpreendente que eu e você não estejamos falando nepali neste exato momento.

Como ele venceria qualquer disputa de machice num bar:

Você quer realmente arriscar algum tipo de disputa contra este homem?

Joseph Kittinger, o homem que pulou do espaço pra Terra

Eu sei que algum chato vai apontar pra este detalhe, então vamos lá — eu sei que estratosfera não é exatamente “espaço”; este começa oficialmente lá pros 100km de altura.

Acontece que o mesmo artigo deixa claro que essa altura é meio arbitrária, e que não há um ponto exato em que a atmosfera termina e o espaço começa. Eu vou explicar a história do Kittinger e você me diz aí o que acha.

É o seguinte. Era o finzinho dos anos 50, a Guerra Fria estava ensaiando seus primeiros passinhos e Michel Teló só faria os seus passinhos 60 anos mais tarde. Do nada, bateu uma dúvida na Força Aérea Americana — qual é a altura máxima de um salto de paraquedas que um ser humano pode sobreviver?

Pra descobrir isso, deu-se origem ao Projeto Excelsior, onde o piloto e maluco profissional Joseph Kittinger saltaria de balões altíssimos pra testar um novo sistema de paraquedas.

É isso mesmo. Embora “testador de paraquedas” pareça uma profissão tão piadística quanto “dentista de leão”, essa era a tarefa do cara — subir à maior altura atingida por um ser humano até então e pular lá de cima usando um paraquedas experimental.

E só pra garantir a probabilidade máxima de algo dar terrivelmente errado, Kittinger foi lá e pulou TRÊS VEZES.

Ah, e algo deu errado. No primeiro salto o paraquedas abriu antes do antecipado (esses paraquedas experimentais e sua célebre imprevisibilidade!), se enrolou ao redor do pescoço do Kittinger e quase o matou. Eu e você teríamos desistido ali mesmo de jamais subir mais alto do que uma cadeira pra trocar uma lâmpada, mas Kittinger foi lá e saltou de novo. E de novo.

Em seu terceiro salto, Kittinger subiu a uma altura de 30 quilômetros. Pra te dar um padrão de referência, isso é três vezes mais alto do que a máxima altura que você atingiu na vida: um vôo comercial. Diferente de um vôo comercial, no entanto, a gôndola do balão do Kittinger não era pressurizada ou sequer fechada.

E tu aí com medo de voar de avião.

Como ele venceria qualquer disputa de machice num bar:

“Ah, você pulou de paraquedas? Que bacana. Eu fiz isso uma vez, mas foi de um balão construído para levar-me para baixo das fuças de Jeová em pessoa, e então pulei usando um paraquedas que ninguém sabia se funcionaria.”

William Kamkwamba, o Tony Stark africano

Nós crianças do anos 80 — especialmente os nerds — tínhamos um ídolo em comum: o agente secreto Angus MacGyver. Aliás, é por causa do MacGyver que eu cresci desejando um canivete suíço. Bom, por causa dele e por causa dos Escoteiros Mirins.

Evidente, ao contrário do meu herói televisivo (e dos Escoteiros Mirins), eu não tinha essa habilidade toda em bolar engenhocas e soluções para problemas utilizando objetos aleatórios. E por isso eu, com raiva, decidi que ninguém seria capaz de fazer o tipo de coisa que o MacGyver fazia.

Como praticamente tudo que eu pensava quando tinha 10 anos, esta idéia estava errada.

Conheçam o William Kamkwamba. Este garboso jovem mora em Malawi, um país que eu literalmente nunca ouvi falar. Este é um daqueles países onde ter dois braços e duas pernas não explodidas por minas é um símbolo de status, e para sustância física as pessoas comem terra e bebem as lágrimas uns dos outros.

O William teve que largar os estudos porque os pais não podiam pagar a anuidade escolar (míseros oitenta dólares, que é um valor inferior ao meu gasto anual com jujubas). Evidentemente, William não deixaria que a falta de uma educação formal o impedisse de fazer algo com sua vida. Então ele começou a ir à biblioteca próxima (que ficava a quilômetros da sua casa) pra estudar por conta própria.

Nisso ele achou um livro sobre moinhos e como eles são usados para automatização de funções como puxar água do solo. E ele pensou “acho que consigo construir um bicho desses, até porque estou curioso pra saber se água é molhada mesmo como dizem estes livros”.

(Calma, calma, eu estava só brincando. O moinho que ele construiu foi na verdade pra gerar eletricidade)

O maluco juntou um monte de ferro velho, partes de uma bicicleta e tocos de madeira — em suma, ele depletou todos os recursos da orgulhosa nação Malawiense –, e construiu isso aí:

O moinho funcionou. O moleque recebeu prêmios internacionais (em título e em dinheiro), uma bolsa integral para estudar em uma das mais prestigiosas faculdades americanas, e faz workshops ao redor da África contando sua história pra meninada e ensinando-os a construir seus próprios moinhos.

Como ele venceria qualquer disputa de machice num bar:

“Hahaha essa sua história é bacana! Ela me lembrou aquela vez em que eu era um jovem pobre e sem educação e estudei por conta própria a fim de construir sozinho uma fonte de energia elétrica num país que sequer tem um nome para ‘eletricidade’, mudando assim a vida da minha família e de todas as outras que se beneficiaram com minha invenção”

Mas vai lá, me conta sua história incrível daquela viagem lá que você fez com os amiguinhos da faculdade.

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About Kid

Kid, ou Izzy Nobre como me conhecem no tuíter. Até "Quide" serve. Tenho 27 anos, moro no Canadá há quase uma década, e escrevo bobagens que vocês por algum motivo gostam de ler. Meu pai foi pastor evangélico, minha mulher é gringa, e eu curto tecnologia. Resumidamente, é isso. Quer o dossiê completo? Clicaí.

43 Comentários \o/

  1. Pedro Ivo says:

    esses teus textos mais trabalhados são os melhores!

  2. Dafani says:

    Aprovado.
    ps.: nunca mais vi um gotico e, ao meu entender, os emos ja foram substituidos pelos “coloridos”.

  3. KillEvilRobots says:

    Se fosse uma disputa de -machisse- num -bar-, o “garboso malawiense” ia apanhar

  4. Gustavo Neuhaus says:

    Como Chuck Noris ganharia? bem, ele simplesmente chegaria no bar, diria que fez o parto da própria mãe, teria matado os 40 bandidos, e ainda comido a mocinha, pulado da lua para a terra como quem diz: Vou num pé e volto no outro, e teria estalado os dedos e com sua força faria eletricidade para todos os países pobres.

  5. André says:

    Pessoas com bolas de aço (inclusive a mulher) a gente vê por aqui o.O

  6. Daniel says:

    Uma das minhas melhores histórias foi a vez em que fui parar em baixo de um ônibus em movimento em 2001.

    Agora em 2011, vem a Tchulim e bota minha história no chinelo. Eu não passei nem por 1% do que ela passou.

    Nossa, essa sobreviveu MESMO!

  7. Moraes says:

    Um dos textos recentes que mais me fez rir!

  8. Pô Izzy, teus textos trabalhados são muito foda mesmo :D

    Abraços da capital motriz do Brasil aka Fortaleza

  9. Fábio says:

    O Cracked e o Listverse tem várias dessas histórias, tem caras que fizeram coisas que fogem as leis da física, um que me impressionou muito foi a história de um cara chamado Roy P. Benavidez, leia aqui:
    http://listverse.com/2010/02/19/10-astounding-actions-earning-a-medal-of-honor/
    Resumo: o cara salvou a vida de 10 boinas verdes enquanto era transformado em peneira humana, e sobreviveu prá receber sua medalha de honra.
    Outro foi Audie Murphy, a história dele tá aqui:
    http://www.cracked.com/article_17019_5-real-life-soldiers-who-make-rambo-look-like-pussy.html
    Ele é o #1 dessa lista de badasses providos de bolas de aço carbono. Fizeram um filme da vida dele com ele fazendo o papel dele mesmo, e tiveram que dar uma maneirada no roteiro com medo da galera não acreditar.

    • Kid says:

      >> Fizeram um filme da vida dele com ele fazendo o papel dele mesmo, e tiveram que dar uma maneirada no roteiro com medo da galera não acreditar.

      AHUASHIASUIASAH!

  10. Catu says:

    Um dos melhores post!
    “até porque estou curioso pra saber se água é molhada mesmo” HUAHAAHUahuuhauhauha….

  11. Filipe Lima says:

    Essa mulher tem BALLS OF STEEL, puta merda. Eu tenho diabetes e tenho que ficar furando o dedo pra medir glicose. É só um furinho, mas eu não consigo fazer todas as vezes. Imagina essa facada aí?

    Eu sabia dessa história do Kawabanga, as outras não.

  12. Tiago says:

    Teus textos trabalhados são os melhores mesmo! Gostei!

  13. @mos_axz says:

    A mulher é mais macho que todos os outros 4 juntos. Se o filho de uma mulher dessa não nasceu com 4 testiculos…

  14. Sol says:

    O melhor comentário. HAHAHAHA

  15. Matheus Batistussi says:

    Postei o link desse texto num fórum, tenho que postar um comentário que fizeram lá, haha:

    [i]Eu fiz vasectomia poha! A mulher cortou a própria barriga, tudo bem, mas não teve que levar uma injeção em cada bola. O cara lutou com 40 – na verdade 11, porque os outros 29 correram – mas ele sabe lutar e também podia se defender. Pular de pára-quedas eu pulo se for para não tomar uma injeção no saco. Vocês sabem o que é isso? E construir um moinho? Ah, pára! To falando do saco. Uma injeção em cada um! :P [/i]

  16. “Com isso em mente eu decido que o Nepal é um país pequenininho porque os nepalenses tem pouca ou nenhuma ambição, porque com soldados dessa estirpe é surpreendente que eu e você não estejamos falando nepali neste exato momento.”

    Pesquise sobre os Mongóis, mais especificamente Genghis Khan e a campanha para o Oeste do general Subutai. Eu me supreendo sobre como é que nós não falamos mongol, isso sim.

  17. R!chard says:

    Essa é uma daquelas coisas que você lê calmamente, apoia sua cabeça em sua mão pra refletir e pensa: PUTA QUE O PARIU

  18. alexandre says:

    Só pra complementar a história do Joseph Kittinger: o projeto Excelsior foi antes da Nasa existir, e o que os caras queriam saber era se um possível astronauta poderia escapar de algum eventual problema com a sua nave pulando de paraquedas. Esse foi o motivo deles tentarem descobrir a resposta para a pergunta “qual é a altura mais alta que alguém pode pular de paraquedas?”
    Outra coisa: no terceiro salto a roupa pressurizada rasgou-se, e um de seus membros (não lembro se o pé ou a mão) inchou absurdamente durante a subida, a ponto de quase “explodir” por causa da diferença de pressão, mas ele não contou nada para o comando da missão, pois sabia que se o fizesse, o salto seria cancelado!
    Ah, detalhe, já documentários sobre Joseph Kittinger, e ele tem muita pinta de gay!

    • Lucas says:

      na verdade não era pra testar paraquedas.. eles queriam mesmo é ver as condições de mudanças bruscas de pressão, falta de oxigenio.. como o corpo reagiria (mesmo com a roupa pressurizada), na verdade era uma pesquisa bem ampla.. pegar dados de muitas coisas.. o cara foi foda pq ele foi voluntário para pesquisa!! eles precisavam de alguem e ele falou -Eu faço!! o lugar do uniforme q rasgou foi na luva.. e a mão do tiozinho ficou o dobro do tamanho.. (Fonte. Documentário Universo da National Geographic dessa ultima madrugada)

  19. Mauricio Pacces Vicente says:

    porra.. e eu me gabando por ter reagido a 3 assaltos com assaltantes desarmados e ter tirado a faca de um deles e esfaqueado ele…. putis sou um bosta perto desses seres…

  20. André says:

    Historia mais incrivel que a do meu amigo que cagou nas calças numa lan house NAO EXCISTE!

  21. pedro_hff says:

    4 histórias fodas!

  22. Aldo says:

    só uma palavra, ou melhor, uma frase: PQP!
    Melhor texto do blog até hoje (já li todos).
    É o tipo de histórias que você quer contar a todos que encontrar.
    Além de ficar impressionado com as histórias de pessoal aí dei altas risadas.
    E eu ainda reclamo quando faço um corte com papel sulfite no escritório.

  23. Victor Pietro says:

    O texto ficou ótimo, mas não entendi porque o Aron Ralston não tá ai.. (procurem pelo filme 127 horas). Ganha de qualquer um ai.

  24. Quanto ao Bishnu Shrestha, facilitiou porque, como ele estava em um trem, ele usou a técnica dos “300 de Esparta”. Mesmo assim, não deixa de ser o cara.

  25. Michelli says:

    A mulher da cesariana ganha de QUALQUER ser dessa lista! Gente que nervoso =O

  26. Só digo fuck yeah says:

    Fuck yeah

  27. Sarah says:

    Conheci um cara que sobreviveu a uma queda de avião no CAZAQUISTÃO, que estava em plena guerra civil… será que ele entra num [2] desse post??

  28. alpha says:

    Uma vez eu fui à praia de bermuda, sem camisa e sem cueca. a bermuda rasgou e eu tive que andar 3 kilometros com a bunda de fora. Essa seria a engraçadinha pra contar! Mas pra realmente parecer arrogante eu contaria que quando eu tinha 4 anos, eu peguei um motor dc de 3 v, liguei por fios à duas pilhas, cortei um isopor em shape de barco, coloquei o motor na popa e as pilhas no meio pra equilibrar. Tudo sozinho. Quando meu pai chegou em casa, em vez de elogiar a engenhosidade ele soh fez reclamar que eu tava molhando “a casa toda” com a bacia e o barquinho!

  29. MH says:

    Wican…. ahauhuahua

  30. [...] 4 pessoas com uma história muito mais incrível para contar do que qualquer uma sua Via: Hoje é um Bom [...]