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4 pessoas polêmicas que se foderam no final

Postado em 18 abril 2009 Escrito por Izzy Nobre 109 Comentários

Os alemães, sendo o povo amável e que jamais fez mal a ninguém nesse mundo, tem uma palavra curiosa no vocabulário deles: schadefreude. Os resultados da minha extensiva pesquisa (leia-se “os quinze segundos que passei na wikipedia lendo sobre o assunto, até lembrar que há jogos piratas e pornografia gratuita na internet”) são inconclusivos até agora, mas parece que o verbete é exclusivo aos krauts.

Sabe quando você descobre que uma ex-namorada sua foi chutada pelo atual parceiro, diagnosticada com lepra, perdeu o emprego e se viu obrigada a morar de favor com os pais? Este sorriso que habita no seu rosto após ouvir tais notícias é senão uma cortesia do tal schadefreude, que significa “aquela alegria que todos nós sentimos ao descobrir que um desafeto se fodeu bonitamente”.

A história contemporânea está repleta de pessoas cuja desgraça provocou bastante alegria a milhares de pessoas, justamente porque seu comportamento polêmico desafiou a sorte por muito tempo.

Hoje nós vamos dar uma olhadinha no desastre em que suas vidas se transformaram. Sinta-se à vontade para esboçar um largo sorriso e se sentir superior.

Michael Behe

Na idade média, a Igreja Católica via o avanço das ciências como uma real ameaça – afinal, se houvesse algum outro estabelecimento que oferecesse respostas aos homens E ainda por cima não cobrasse dinheiro pela salvação deles, o monopólio religioso de Roma estaria seriamente lascado. E aí começou aquele queima-queima que a Igreja Católica tanto tenta fazer de conta que jamais aconteceu. Afinal, eles estavam apenas tentando defender o modelo de negócios deles.

Eventualmente os pontífices decidiram que esse negócio de conhecimento científico seria uma moda passageira, e que em breve as pessoas abandonariam esse negócio de “senso crítico” e “razão” e pediriam perdão ao Papai do Céu por sua rebeldia. E assim acabou-se a Inquisição.

(Na prática a Inquisição nunca realmente morreu, a Igreja apenas renomeou-a como “Congregação da Doutrina e Fé”. Sabe quem foi o último líder da CDF? Um sujeito chamado Joseph Ratzinger. Talvez você o conheça melhor pelo nome artístico dele – o Papa Benedito XVI)

Então. As organizações religiosas perceberam, com muito desgosto, que a moda passageira do conhecimento científico não era tão efêmera quanto eles acharam inicialmente. Se adaptando aos novos tempos, a fé cristã deixou de trocar tapas com a instituição científica e resolveu se enfiar nela. Nem que fosse à força, com uma proposta tão científica quanto aquelas enciclopédias ilustradas do universo Star Wars.

E desse pensamento “se não pode vence-los, junte-se a eles” surgiu o movimento Design Inteligente. E Michael Behe foi o pivô principal da ascenção e humilhante (embora previsível) queda deste dogma religioso disfarçado de proposta científica séria.

Em 1996 Behe decidiu que não fazia mais questão de ser um pesquisador respeitado na comunidade científica e publicou o livro Darwin’s Black Box (imagino que aí se chame A Caixa Preta de Darwin. Pergunte a um amigo crente, sem dúvida eles conhecem o livro).

Nele, Behe tentava convencer (aqueles que já acreditam na idéia do Criacionismo) que existe um princípio chamado “complexidade irredutível”. Em termos leigos, o que o cara queria dizer é que organismos contemporâneos complexos são formados por diversas partes que são inúteis por si só, e que precisariam ter aparecido simultaneamente no organismo. Ele compara célula com um relógio, tentando chegar à conclusão que nenhum dos dois poderia funcionar se removermos uma parte do seu mecanismo interno.

Em outras palavras, Behe insiste que sistemas biológicos complexos (como o olho ou o sistema digestivo) não poderiam ter chegado ao que são hoje através de passos gradativos, porque se uma ou outra parte do sistema estivesse faltando, ele não funcionaria e portanto o organismo não sobreviveria. Todo os sistemas biológicos teriam que ter aparecido ao mesmo tempo, do jeitinho que vemos no corpo humano hoje.

Simplificando a idéia do livro em uma frase: “No princípio criou deus os céus e a terra”.

A despeito do fato de que o livro todo se baseia inteiramente no “eu acho que…” do Behe, sem qualquer tipo de substância científica ou experimental, e que é possível refutar completamente a teoria dele tendo apenas um conhecimento elementar de biologia, a idéia foi levada a sério pela multidão cristã americana que estava disposta a morder qualquer isca que os desse a esperança de finalmente livrar as escolas gringas da influência darwinista satânica.

E a popularidade do argumento de Michael Behe acabou o levando ao banco das testemunhas no célebre julgamento Kitzmiller v. Dover Area School District (v é de versus, seu burro), que visava decidir a validade científica da teoria do design inteligente e se ela deveria ser ensinada em escolas, ao lado da teoria evolucionista.

Behe compareceu todo feliz pra defender a idéia e avançar a causa do design inteligente, mas ele não contava com advogados astutos que essencialmente o fizeram admitir no processo interrogatório que a teoria não era suportada por NENHUMA evidência científica. Behe ainda foi obrigado a admitir, em corte e on record, que a definição de “teoria” que ele estava usando pra design inteligente poderia enquadrar até mesmo astrologia.

Já li Darwin’s Black Box e posso afirmar que a retórica e as analogias usadas pelo Behe são tão canastronas e rasteiras, e exibem ignorância tão elementar na forma em que evolução acontece, que ela só funcionaria mesmo como parte da trama de um filme de ficção científica. Oh wait, não fui eu quem falou isso – foi o juiz que deu a sentença no caso. Yep, o juíz falou em público que as idéias do Behe só funcionariam como trama de ficção científica. Ouch.

Em outras palavras, o cara teve que admitir publicamente e sob juízo que a “teoria” dele não valia o papel que estava escrito. Os criacionistas ainda estão tentando se recuperar do baque.

E os mais desinformados continuam usando Darwin’s Black Box como argumento em debates sobre evolução até hoje.

Joe Francis

Há uma parte do inferno especialmente reservada pra pessoas que lucram diretamente com o sofrimento e angústia alheia. Logo abaixo deste círculo infernal há um esgoto, e é lá que Joe Francis passará a eternidade comendo merda infestadas com as larvas de moscas varejeiras.

Joe Francis é um vagabundo que colocou seu nome no mapa nos anos 90 vendendo uma série de fitas VHS chamadas “Banned From Television”, que era nada além de uma compilação de imagems de acidentes fatais. Após lucrar algumas centenas de milhares de dólares vendendo imagens da fatalidade alheia pros doentes que queriam assisti-la, Joe atentou pra um mercado completamente não explorado – semi-pornografia.

Com câmera em punho Joe seguia pras sedes dos Mardi Gras, que é um evento americano análogo ao nosso carnaval em que as mulheres exibem os peitinhos em trocas de miçangas. O cara filmava o negócio, vendia e se tornava um milionário no processo, enquanto as meninas ficavam com a satisfação de saber (ou nem saber, às vezes) que seriam material masturbatório para milhões de anônimos burros demais pra descobrir que poderiam acessar pornografia propriamente dita gratuitamente na internet.

Esta é a origem da franquia Girls Gone Wild, que atraiu fúria de grupos feministas/conservadores que não aprovavam da exploração que Joe chamava de “ganha-pão”. Mas esse é o menor dos problemas dele.

Logo no comecinho desta década, Francis se viu alvo de escrutínio legal mediante a alegações de que ele recrutava participação de menores de idade através de coerção. A lista de confusões legais só aumentou desde então – o empresário já foi acusado de formação de quadrilha, tráfico de drogas e pornografia infantil. Yep, pornografia infantil.

Enquanto preso, Francis se meteu em confusão de novo – dessa vez, ele foi acusado de introduzir muamba na prisão onde ele se encontrava. Ele passou um ano no xilindró, com a chance de ganhar outros cinco se fosse declarado culpado dos novos crimes.

Provando que ele é um imã humano pra problemas judiciais, Francis foi processado por mais garotas alegando que haviam sido filmado sem autorização. O fato de que as meninas eram menores de idade só piorou a situação. Como se não bastasse isso, Francis se viu do de volta às cortes mais uma vez, dessa vez processado por cassinos em que ele devia dinheiro.

E falando em dinheiro, Francis aparentemente não gostava muito de da-lo ao governo. Isso provavelmente tem algo a ver com o fato de que em 2007 ele foi chamado para depor mais uma vez, dessa acusado de sonegar impostos.

Pra tornar a história mais Seinfeldmente sem solução ainda, poucos dias antes do julgamento o sujeito deixou de comparecer a uma aparição no tribunal. Tal feito o rendeu uma prisão domiciliar, usando aparelho de monitoramento no tornozelo e tudo mais.

Então, além de todas as confusões com as meninas a quem ele explorou ao longo de uma década, o sujeito é suspeito de produzir pornografia infantil E deve milhões a cassinos em Las Vegas. Não sei o que você está fazendo no momento, mas eu sei exatamente o que Joe Francis está fazendo agora – rezando furiosamente para todos os deuses de todos os panteões existentes que o livrem de ir à cadeia.

E além disso, ele deve estar preparando uns sanduíches. Ele deve saber que na cadeia, gente com essas credenciais não sobrevive até a hora do almoço.

Mike Tyson

Pra entender o sucesso e a notoriedade que Mike Tyson outrora deslumbrava, basta lembrar que por uma década inteira o nome dele era praticamente sinônimo de boxe. Aos vinte anos o sujeito ganhou o título mundial de peso pesado, o que o tornou até hoje o sujeito mais jovem a ganhar o cinto. Por mais de dois anos, o boxeador manteve o título, defendendo-o de todos os desafiantes que sairam do ringue com nada além de um buraco na cara com o formato do punho do rapaz.

Tyson ganhou mais da metade de suas lutas por nocaute, centenas de milhões de dólares em patrocínios, e até mesmo estrelou em seu próprio jogo de NES, o Mike Tyson’s Punch Out!!!. Em adição a isso, é comumente aceita a teoria de que Mike Tyson fornicou com essencialmente todas as strippers e prostitutas de Las Vegas, provavelmente ao mesmo tempo que inalava uma quantia irresponsável de cocaína. Ele estava vivendo o American Dream.

…Até perder pela primeira vez em toda sua carreira em 1990, pro desafiante James Douglas. A crença de que isso poderia acontecer era tão baixa que os cassinos em Tokio, onde a luta aconteceu, marcavam a relação de apostas de 42 pra 1. Em outras palavras, os malucos que apostaram no James Douglas naquela noite estão até hoje andando por aí em Ferraris completamente construídas de ouro puro.

Foi aí que Mike Tyson decidiu ficar louco.

Em 1991, o boxeador foi preso por estupro, e passou 3 anos na cadeia. Imediatamente após ser liberado, promotores esportivos tentaram colocar Tyson de volta nos holofotes. Seria uma boa forma de voltar às boas graças do público e retomar a posição de atleta profissional ídolo de criancinhas ao redor dos Estados Unidos.

Yep. Você já sabia que era disso que eu ia falar.

Em 1997, numa luta contra o Evander Holyfield, Mike Tyson decidiu que esse negócio de ser um atleta reconhecido e respeitado já tava enchendo o saco dele. Sem mais nem essa, Tyson deu uma mordidela na orelha do oponente. A luta foi interrompida e o juiz alertou o boxeador que tal putaria não passaria impune novamente.

A luta recomeça e Tyson, que não deve ter prestado atenção no árbitro, vai lá e dá uma dentada na outra orelha do Holyfield. Essa segunda mordiscada foi mais confiante; Tyson literalmente arrancou um naco da orelha do outro cidadão e em seguida cospiu-o no chão do ringue. A luta foi encerrada, e Tyson desclassificado.

Essa sua aventura no canibalismo esportivo o rendeu banimento de dois anos, o que, se você quer saber, é um período ridiculamente baixo. Em 1999 ele retornaria aos ringues, mas era tarde demais – sua imagem de lunático já estava cimentada. As aparições do Tyson na TV não ajudaram:

Em 2002 Tyson foi largado pela mulher e no ano seguinte, arruinado profissionalmente e financeiramente, o ex-boxeador declarou falência.

É pra esse tipo de situação que a expressão “perdeu, preiboi” existe.

Jack Thompson

Se você tem qualquer interesse sequer em ler meu blog, suponho que você gosta de videogames. E se você gosta de videogames, há uma boa chance de que você conhece este sujeito.

Jack Thompson é (mais precisamente, ERA) um advogado americano que reside na Flórida, e que simultaneamente fez e destruiu a própria carreira acusando games violentos de serem a origem de todas as mazelas deste mundo.

A cruzada de Thompson contra videogames começou em 1997, quando ele se prontificou a processar os produtores de vários joguinhos (entre eles Doom, Quake, Wolfenstein 3D) que Michael Carneal jogava em seu tempo livre. Caso você não lembre, Michael Carneal foi um desses pivetes americanos de merda que achou a arma do papai no armário, levou-a pra escola no dia seguinte e fuzilou seus coleguinhas. E ele fez tudo isso antes de Columbine, ou seja, antes das chacinas de escolas virarem mainstream.

O argumento de Thompson é que os produtores dos jogos eram culpados pelas ações do moleque, já que eles são os responsáveis por desensitivizar o guri com suas arminhas virtuais e sangue pixelizado. Os juízes disseram em uníssono “lol, tá doido?” e decidiram que não havia mérito legal no caso montado pelo advogado.

Mas Thompson não é desses de desistir facilmente. Em 2003, quando Dustin Lynch matou uma amiguinha da escola, Thompson se enfiou nos procedimentos legais, se oferecendo pra advogar a favor do moleque. O argumento, novamente, é que videogames teriam feito o moleque “esquecer” a linha que separa os joguinhos e a vida real.

(Exatamente –  Jack Thompson se propunha a pôr um assassino em liberdade, contanto que isso ajudasse sua causa contra os videogames)

Não sei exatamente COMO Thompson conseguiu o que aconteceu em seguida, mas o que rolou é que o próprio Lynch dispensou os serviços legais do advogado. O moleque retirou a sua alegação de insanidade legal, que havia sido justamente conselho do nosso amigo Jack, e mandou-o pastar.

Thompson continuou a se envolver em todos os tribunais da redondeza que estivessem julgando casos de violência envolvendo adolescentes. Caso você esteja se perguntando por que alguém contrataria um advogado com um histórico de falhas espetaculares, aí é que está – ninguém contratava o sujeito. Bastava ele ler notícias sobre tais julgamentos no jornal, e o cara fazia caravana pro local, oferecendo seus serviços.

Essencialmente, pelos próximos anos Jack Thompson viajou de cidade a cidade tentando convencer juízes que os indivíduos no banco dos réus haviam cometido homicídio puramente por influência de Grand Theft Auto III.

Em 2006, Thompson enviou seu filho de dez anos pra uma Best Buy das localidades, na missão de comprar uma cópia de GTA3 e provar que não há nenhuma infraestrutura de controle de videogames violentos, e que qualquer criança pode pôr as mãos neles. Jack Thompson então processou a Best Buy, mas ele esqueceu de um detalhe mínimo – não há nenhuma legislação que impeça a venda de videogames com classificação M (“Mature”) pra crianças. Ele estava processando a Best Buy por uma contravenção imaginária. Oops.

Em 2007, Thompson tentou processar a Midway por usar a imagem dele pra fins lucrativos sem autorização. A origem do processo? Thompson viu um vídeo no Youtube em que um moleque qualquer havia usado a função Kreate a Fighter em Mortal Kombat Armageddon pra fazer um personagem que era a cara do advogado – seria como processar o fabricante da arma porque alguém atirou em você.

Mais uma vez, as cortes riram da ineficiência jurídica do pobre causídico.

Finalmente, em 2008, o sistema jurídico americano cansou das macaquices de Jack Thompson e fez o que deveriam ter feito uns 10 anos antes – “disbarment” é o termo em inglês. Pra colocar em parâmetros brasileiros, essencialmente os juízes do estado onde ele praticava pegaram sua carteirinha de advogado, rasgaram em pedacinhos e jogaram o confete na cara dele. O agora ex-advogado, que parece não entender como o mundo real funciona, decidiu então processar a ordem de juristas do seu estado, a Suprema Corte como um todo, e todos os juízes-presidentes individualmente.

Ah, e ele ainda ficou com uma multinha de US$ 43 mil pra pagar. Eu imagino que, com o salário de advogado voluntário que ele esteve recebendo nos últimos 10 anos (zero dólares por mês), essa multa vai precisar ser parcelada em quinhentas mil vezes.

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109 Comentários \o/

  1. Matheus Santos disse:

    Eu ri muito.

    parabens.

  2. mary disse:

    Só que se escreve schadenfreude, não schandefreude :)

  3. Kid disse:

    Opa, você está certa. Corrigido.

  4. mary disse:

    Ninguém é obrigado a falar alemão, Google taí pra isso! Pode apagar meu comentário.

    beijos.

  5. AgaGê disse:

    e viva os videogames!!!!=D

  6. Higor disse:

    Hahahaha, será que o Jack Thompson não pensou em processar o Super Mario World pela violência contra as tartaruguinhas? lol.

    Ótimo post Kid!

  7. ruskiii disse:

    haeuaheahueahuehusahuheaseas

  8. Leonardo disse:

    Esse post é novo ou é um “vale a pena ler de novo”? Se não me engando já tinha lido algo sobre Schadefreude vindo de você, não sei…

    De qualquer modo, continua sendo bom!

  9. Darox disse:

    boa! heheheheh

  10. ripplemelo disse:

    Kid: AINDA tá errado. Tá escrito schadefreude, é schadeNfreude.

    Não li ainda, é que isso me incomodou o suficiente pra postergar tal ato. :)

  11. ripplemelo disse:

    #2: Erro bastante compreensível traduzir Pope Benedict como Papa Benedito. Mas em português é Papa Bento mesmo :D

  12. ripplemelo disse:

    Fazia tempo que nao saía um texto desses :D

  13. Alone_ disse:

    Ohlol, Jack Thompson em primeiro O_o. Eu jurava que ia ver algo como hitler aqui, mas aí que me toquei que era algo mais moderno :P . Mesmo por que, Hitler seria clichê pra caramba..

  14. Laércio disse:

    Eu sabia que o v. era “versus”, o que me torna um leitor inteligente. NOT

  15. Blog Mallmal disse:

    Ia comentar o “erro” do Bento x Benedito, mas um cara acima já falou. De qualquer modo, “nome artístico” foi de tirar a mitra!

  16. LIKO disse:

    Fiquei com dó do Mike Tyson ;x HAHA
    e ow, eu lembro de um post de uns duzentos anos atrás sobre o schadenfreude que é muito foda e deve até estar salvo no meu pc antigo! iuosadhosiasoiahd

  17. Thitok disse:

    Kid vc que mora ae na america do norte, o que rola na cabeça dos adolescentes norte americanos? Normal ir pra aula e brincar de rambo?

  18. Elland disse:

    @Thitok Que lógica doida é essa? Se ele morasse no México, tu ia perguntar isso também? :P

    Geral esquece que sim, o Canadá é um país de verdade.

    Bom texto ;D