Um fenômeno que eu sempre achei mó legal é a forma como estímulos cognitivos como cheiros e sons no mundo real conseguem “invadir” e até mesmo influenciar seus sonhos. Já aconteceu isso com vocês?

A minha primeira experiência com o fenômeno rolou há dez ou doze anos atrás. Eu estava dormindo e sonhando que estava jogando bola no colégio, mas o colégio era dentro de um McDonalds (não tente entender). De repente, os auto-falantes do pátio começaram a tocar Dancing Queen, do Abba.
Acordei subitamente na minha cama, o sol batendo forte na minha cara através das venezianas abertas. Minha querida mãezinha estava fazendo a faxina na casa ouvindo música no sistema de som da sala, um hábito que ela cultivava nos fins de semana.
E a música era justamente Dancing Queen. O que acontece é que nossos sentidos não acordam todos subitamente ao mesmo tempo no momento do despertar. Audição e olfato voltam à ativa primeiro, visão vem depois. Por causa disso, os impulsos sonoros são registrados pela sua mente inconsciente, e são incorporados na fantasia. Como você já estava imaginando, o texto não é sobre sonhos ou Abba.
Ah, antes de mais nada, deixa fazer uma pesquisa aqui rápida com vocês. Uma leitora chata outro dia me criticou agressivamente no twitter pelo fato de que eu não “cito fontes” no HBD. Não entendendo o que ela quis dizer com isso, pedi esclarecimento.
Ela apontou este texto, e reclamou que não havia no final do post uma lista com as fontes acadêmicas de onde pesquisei a informação pra produzir o texto – um ato que ela equivaleu a plagiarismo. Pra ressaltar ainda mais o fato de que isso é um terrível faux paus internético, ela equivaleu isso a entregar à banca um TCC sem bibliografia.

“A ABNT NUNCA APROVARIA SEU BLOG”
Expliquei pra ela que não digo explicitamente que peguei todas as informações que uso em textos da wikipédia porque considero isso 1) redudante, já que é a mesma fonte que qualquer leitor usaria pra aprender sobre algum tema, e 2) desnecessário, porque meu propósito é fazer piadinhas e não EDUCAR ninguém. Mas ela continuou chilicando e equivalendo a falta de bibliografia a “kibagem”.
A falta de links com fontes de pesquisa irrita vocês, ou cês tão cagando pra isso? Só pra saber mesmo. VOLTANDO AO TEXTO.
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Eu havia acabado de aprender a voar, mas por algum motivo eu só conseguia voar enquanto prendesse a respiração, e nunca voava a mais de um metro de distância do chão. Essas limitações que os sonhos dão aos seus poderes são uma merda, né? Mas era melhor que ser eternamente escravo da força gravitacional, então era melhor que nada. Tendo aprendido a habilidade de vôo, comecei a levitar ao redor do bairro, em alta velocidade e com aquele vento gostoso na cara.
E ao longe ouço o barulho de uma campainha, como se o som tivesse vindo por trás de mim. Me viro subitamente pra descobrir a origem do ruído, e nisso eu acordo.
Através dos olhos remelentos vejo uma fina lâmina de luz que traça uma diagonal que vai da fresta entre as grossas cortinas do meu quarto até a cama; mais precisamente, até o lado da minha mulher. Coberta dos pés à cabeça – ela é muito friorenta, o que pra uma canadense parece irônico -, ela percebeu minha movimentação na cama mas se limitou a soltar um grunhido que soôu como “ahngghhhn” e virou-se pro outro lado.
Incerto se a campainha que eu ouvi era real ou um artefato do meu sonho, repouso a cabeça novamente no travesseiro coberto de baba matinal.
Eu estava tentando me concentrar e voltar ao sonho (algo impossível, aliás) quando ouço a campainha novamente, dessa vez inconfundível. De olhos fechados e sem o menor sendo de urgência pra atender a porta, tateio o criado mudo até que meus dedos tocam o iPhone. O bicho me falou que eram exatamente 8:27 da manhã de sábado.
Soltei um “what the fuuuuuck….” silencioso e rabugento. Sabendo que meus pais ou irmãos simplesmente entrariam na casa sem tocar a campainha, conclui que quem perturbava meu sono não era família, então não valia o gasto energético de levantar da cama, atender a porta, interagir com seja lá quem, e explicar pra mulher quem estava apertando a campainha quando eu voltasse pro quarto.
A cabeça voltou ao travesseiro. Quase que imediatamente, a campainha toca novamente. Agora já puto, levanto-me e marcho em direção à porta. Na frente da minha casa encontrava-se um velhinho de sobretudo marrom.
O cara era bem idoso, caquético mesmo, daqueles cuja densidade óssea se equivale a uma xicará cheia de bolinhas de algodão. Os poucos fios de cabelo que ainda lhe sobravam tentavam, futilmente, proteger aquele cocoruto enrugado das intempéries. Com um sotaque esquisito (acho que era polonês ou ucraniano, algo do leste europeu), o velhinho me lançou a pergunta:
“Meu jovem, se alguém te perguntasse quem foi o homem mais importante da história da humanidade, quem você diria que foi?”
Examinei o cara e vi a bíblia na mão. Não havia qualquer dúvida, eu estava prestes a ser evangelizado!
Agora, a grande maioria das pessoas detesta encontros-surpresa com esses proselitistas e não faz nenhum esforço em esconder isso. Se você montasse um grupinho pra recolher arrecadações de porta em porta pra qualquer causa controversa (digamos, jogar uma caixa de papelão cheio de gatinhos dentro de um triturador industrial), você seria melhor recebido que Testemunhas de Jeová ou mormóns.
Mas eu não. Minha criação religiosa e a subsequente anátema (aliados a minha natural predisposição pra discutir) me tornaram mais receptivos a crentes, em parte pelo interesse em me colocar em dia nos dogmas e interpretações bíblicas atuais (“ah, quer dizer que agora ir à praia não é mais pecado?”), e em parte pelo desejo de desprovar todos os seus argumentos.
E não tou me gabando não, porque isso não é algo difícil de se fazer.
Anyway, a pergunta do velho pairava no ar. Escorei o ombro contra a porta, numa posição mais confortável, já antecipando que o papo seria longo. Cocei a cabeça e respondi:
“Bom, Einstein ou Newton. A contribuição deles pra ciência foi sem paralelo. E na parte humanitária eu diria Norman Borlaug.”
A propósito, se você não sabe quem é Norman Borlaug, primeiro dê um murro na sua própria cara, em seguida leia o link acima.
A pergunta do cara era totalmente retórica, já que ele não parou nem por um minuto pra debater minha resposta.
“Bom, e se eu falar pra você que JESUS foi a pessoa mais importante que jamais pisou nesse planeta?”
Me aprumei. Eu estava esperando essa resposta.
“Bom”, pigarreei, “eu lembraria você que não há muita evidência histórica pra existência de Jesus, só pra começo de conversa.”
E a armadilha estava pronta. Quando confrontados com este argumento, os crentes sempre vão pro mesmo lugar. Esboçando um certo ar de contentamento – afinal ele sabia exatamente o que responder – ele sacou uma revista Watchtower de sua pasta.
“É curioso você falar isso, porque aqui eu posso te mostrar os registros históricos da existência de Jesus!” ele falou, folheando a revista. O que o coitado não sabia é que nos tempos áureos da Semeadores da Discórdia (in memoriam), desmantelar argumentos de católicos em comunidades do orkut sobre Renovação Carismática era o que eu comia no café da manhã.
“Ah, nem precisa abrir. Vai citar Flávio Josefo, né? Antiguidades dos Judeus? Essas passagens há muito tempo foram consideradas fraudulentas, por vários motivos.” e citei alguns deles.
O cara engasgou FODA. Ele folheou a revista em silêncio por alguns instantes, tentando organizar os pensamentos. Aí ele mudou de assunto completamente:
“Um dos argumentos de que a bíblia é a Palavra de Deus…”
“…além do fato de que ela mesma fala isso…”
“Sim! Justamente! A própria bíblia confirma que…” Esse velhinho tava muito despreparado. Eu já tava quase com pena de trollar o coitado.
“Ahhhhh, mas isso é uma lógica circular. A preposição (a bíblia é a palavra de Deus) sustenta o resultado (a bíblia é infalível), e vice versa, mas nenhum se sustenta sozinho. ” O velho pareceu não entender a explicação. Devo ter falado muito rápido. Expliquei de novo.
“Você supõe que a bíblia é a palavra de Deus. Você tira esse pressuposto da própria bíblia, que faz essa afirmação. E você sabe que ela não pode estar errada, porque ela é a palavra de Deus. É um círculo” tracei um círculo invisível no ar, teatralmente, na altura dos olhos do veiaco.

Anule o argumento alvo a menos que seu controlador pague 1 pra cada card no seu cemitério
“Mas e as profecias? Se a bíblia não fosse realmente a palavra de Deus, como ela poderia conter TANTAS profecias sobre os tempos modernos, sendo que todas se realizaram sem falha?”
Ahh, o papo de profecias é de longe o mais fácil de desconstruir. Frequentemente fiéis atrelam qualquer passagem bíblica vaga (de interpretação ambígua e fora do seu contexto original) a um acontecimento contemporâneo, e dão a essa forçação de barra o nome de “cumprimento de profecias”.
Mas o velho era tão despreparado que nem pra isso ele apelou. Quando perguntei “mas que profecia, por exemplo?” já me preparando pra explicar que a tal profecia seria coincidência na melhor das hipóteses, e esquizofrenia na pior, ele simplesmente falou:
“Ah, há várias. Centenas de profecias na verdade.”
“Por exemplo…”
“São muitas. Muitas mesmo!”
“Tipo qual?”
“Ah, são tantas que nem lembro mais.”
É isso mesmo, o velho empregou aquela desculpa clássica da época ensino fundamental que você usava pra convencer o seu coleguinha de sala que você já traçou um número tão alto de parceiras que é difícil até apontar uma só, que dirá então uma que ele conheça.
Eu fiz uma careta de insatisfação e ele miraculosamente conseguiu recordar uma das “profecias”.
“Você sabia que Moisés profetizou que ninguém quebraria os ossos de Jesus durante a crucif…”
Novamente, o cara deu o imenso azar de citar passagens que eu ainda lembrava por causa das incontáveis discussões em fóruns evangélicos. E não são tantas passagens bíblias que eu memorizei, só as mais importantes – essa, a justificativa pra proibir sexo antes do casamento, o significado do meu nome, entre algumas outras. Me apressei pra interromper o cara:
“Êxodo 12:46, né? Você por acaso já leu o resto da texto? Aquilo era apenas uma instrução sobre como preparar a ceia da noite de Pessach, ou Páscoa. Não era profecia nenhuma, isso é um simples exemplo de vaticinium ex eventu. E a maioria de profecias bíbilas cai na mesma categoria.”
Eis um linkzinho útil que comprova essa afirmação, aliás. Se você for ler o texto completo das supostas “profecias bíblicas”, todas invariavalmente caem na mesma definição – os caras pegam UMA frase isolada de seu contexto e aplicam pra um evento que aconteceu em seguida. Usando este método é possível achar profecias em QUALQUER livro, ora! Veja esse trecho de Rendezvous With Rama, meu livro favorito ever:
A introdução do livro descreve um evento trágico que mudou completamente a sociedade humana (no caso, a queda de um asteróide, mas se os crentes podem tirar frases do contexto eu também posso). E isso aconteceu no dia 11 de setembro de 2077 – às 09h46m. Pra quem não lembra o primeiro avião bateu na Torre Norte do WTC às exatas 8h46m. E pra tornar a coisa ainda mais sinistra, 2077 – 2001 = 76, e 7 + 6 = o fatídico número TREZE. TAN TAN TAAAAAAAAN.
Arthur C Clarke não previu os ataques do Onze de Setembro. É uma mera coincidência derivada de passagens textuais removidas de seu contexto original, e é muitíssimo mais específica que QUALQUER profecia bíblica.
O cara realmente não esperava que alguém tivesse uma cópia de Rendezvous With Rama a menos de 5 metros de distância – muito azar do coitado. Mostrei pra ele exatamente o mesmo que mostrei aqui pra vocês; e ele estava já visivelmente chateado. Com um gesto de desprezo, ele prontamente desconsiderou o que eu mostrei pra ele.
Ele mudou de assunto de novo. Dessa vez, ele citou a interpretação de Daniel sobre o sonho de Nabucodonosor. Ignore o fato de que o artigo foi claramente escrito por um evangélico e tenta de todo modo confirmar os dons mediúnicos do profeta. A profecia, no caso, é o fato de que o reino de Nabucodonosor não seria eterno, e que um dia seu império cairia.
O velhinho, todo cheio de si, afirmou que isso é uma profecia pros dias atuais, e traçou um paralelo com a total quebralheira financeira nos Estados Unidos.
“O império americano está pra cair de vez, e este é um sinal do fim dos tempos conforme previsto por Daniel. Tá tudo lá na bíblia, não dá pra negar ou ignorar!” o alarmismo do cara era quase caricato.

Aí eu decidi esculachar de vez.
“Então a ‘profecia’ é simplesmente a afirmação de que reinados poderosos um dia chegarão ao fim? Isso não é uma profecia, ora, é uma inevitabilidade. É como ‘prever’ que no futuro os Estados Unidos bombardearão algum país – é algo que já aconteceu mil vezes no passado, e a falta de um prazo específico pro cumprimento da profecia torna a coisa ainda mais fácil pro suposto profeta”.
Aí a coisa degringolou de vez. Agora visivelmente revoltado, o velhinho começou a falar que eu era muito mal educado, e estendeu a mão pra tomar as revistas de volta, já que “era uma perda de tempo” tentar me salvar. Nesse momento canalizei completamente o espírito da filha da putagem e apertei o punho ao redor das revistas.
“Mas o que? Você me deu as revistas, ora. Já era, são minhas!”
O velhinho, muito consternado, exerceu toda a pouca força que pôde comandar e puxou a revista da minha mão. Não precisei nem oferecer muita resistência porque como já falei, o pobre senhor tinha idade pra ser tripulante das caravelas. Esse cabo-de-guerra desequilibrado se manteve por uns 10 segundos que pareciam que não iam acabar nunca. Compadecido com a luta do velhinho pra retomar as revistas – que 99% dos recipientes joga no lixo antes mesmo de folhear -, comecei a rir duma vez.
Opa, falei “compadecido”? Quis dizer “achando graça pra caralho da situação”, foi erro de digitação.
O velhinho largou as revistas e falou que “um dia eu me arrependeria!”. Respondi “ok tenha um bom dia ^_^” e o velho deu as costas e saiu pisando duro, bufando de raiva. Enquanto isso eu voltei pra cama e me joguei com tudo por cima da mulher, só pra não perder o embalo de irritar os outros.
O que estou querendo dizer é que aquele foi um dia muito produtivo pra trollagem.
(Fonte: 220v)







=D
nossa, o tiozinho tomo um owned :
me senti mal por ele…
HAHAHA MUITO BOM
Mas porra Kide, fiquei com pena… =/
Como cê acorda a Becca assim, véi? Fosse eu, te xingava com tal arsenal de palavrões que nem eu teria conhecimento da existência antes de proferi-los.
Troller
hahaha, eu vi quando essa leitora chata postou no twitter esse comentário.
achei totalmente nonsense esse questionamento dela.
É assim que trato as testemunhas de jeová que tocam o interfone num domingo fatídico às 8:00h da manhã. Mas dá uma preguiça de abrir a porta, vai tudo por intermédio do interfone mesmo. Gostei do texto, haha.
uaheahuhha, belo texto izzy!
você é um dos poucos que eu conheço, que ‘conhece’ a biblia e tem tal capacidade pra trollar essas testemunhas de jeová.
abraço
Nahhh … fontes de pesquisa??? hehehehehe
Nice trolling!!!!
oiaehoiahoiua, velho… Já tive o prazer de fazer algo parecido aqui em Brasília… e também ja tive a chance de fazer isso com uma testemunha de Jeová quando eu morei em San Pittsburg XD Foda!
Obs: Estamos todos cagando apra fontes, dúvido que alguem acesse o blog afim de fazer uma pesquisa escolar.
Parece que os “retardados da internet” ganho mais uma aliada.
Rapaz, esses dias passou um desses aqui em casa e fez exatamente a mesma pergunta, como sempre bem educado, falei que tinha sido Cabral, que tinha descoberto o brasil e sem ele nenhum de nós iria existir. Acho que a senhora percebeu a brincadeira e mandou eu ficar com deus e foi embora.
Parabéns pelo texto, até a o próximo coment
Bom mesmo e quando os mormons aparecem aqui em casa.
Convido-os para dentro e refuto cada argumento deles com um sorriso na cara.
A conversa é sempre produtiva.
Não, eu não ligo pras fontes.
NINGUÉM liga pra fontes a não ser que se trate de um artigo científico/jornalístico/acadêmico.
ótimo texto… parabéns
eu trabalho em uma video locadora e pro meu azar, tem 1 desgraçado testemunho de jeova que vem sempre aki fala sobre o fim dos tempos…
minha diversão é ver ele falar bobagem e ser contextado, o velho chega chora…
hahahahahhaha
Haha…Ownado brutalmente…
o pior de quem crê em Deus é que eles nunca se dão por vencidos pois “DEUS” da força a eles…
A crença em Deus pode também ser basaada na primeira lei da Termodinâmica que é a lei da
conservação da massa e da energia, sabe o que esta equação diz ? Provavelmente não, mas é bem simples : a massa e a energia não podem ser criadas por meios naturais. Esta afirmação não pode ser contra-argumentada, por mais que você queira, jamais poderá provar o contrário. De fato não há qualquer modo seguer de contesta-lá, haja visto que o universo teve princípio então toda massa e energia que o compõe foi criada, mais precisamente a 13,7 bilhões de anos atrás, agora é só juntar os fatos. Quem criou tudo ?
Como você mesmo disse:
“a massa e a energia não podem ser criadas”
Ou seja, a massa e a energia já estavam lá. O Big Bang apenas liberou tudo isso, que estava comprimido, para a expansão.
Meu tio era bem mais sucinto em sua mensagem para afastar crentes chatos. Segue o diálogo padrão:
- O sr. conhece a palavra de (insira aqui o profeta)
- Sim, o sr. acredita em Deus?
- Sim
- E no diabo?
- Sim
- Então vai pro diabo que te carregue seu FDP!!!
Nunca mais voltam depois dessa.
haha Décimo oitavo comentário!!! Bom texto izzy.
Ótimo texto, prefiro um milhão de vezes
esse tipo de texto do que seus textos
sobre o twitter ou a blogosfera ¬¬
Mas fazer o quê o blog é seu, e vc
escreve o que quiser.
Novamente parabéns pelo texto…
obs. a gente nem se conhece, mas me deram essa dica e digo o mesmo pra vc,
pois eu também adorava discussões.
“Saiba sempre o que você vai ganhar e o
que você pode perder ao vencer uma discussão e veja se vale a pena”
Empolguei, to parecendo aqueles tios de 70 anos, mas garanto q a intenção foi das melhores.
abraços
Entra no blog.
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O texto não é 80% sobre twitter.
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O texto é engraçado.
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Fuck Yeah!
“…estímulos cognitivos como cheiros e sons no mundo real conseguem “invadir” e até mesmo influenciar seus sonhos…”
Cara, isso acontece direto comigo, chama-se incorporação.
“Eu havia acabado de aprender a voar…”
PQP, eu também sonho que consigo voar, só que tem 2 maneiras: relaxar e flutuar que nem um balão (mas aí eu não tenho controle nenhum sobre o voo), ou botar força nas pernas (cansativo, mas com controle total).
“A falta de links com fontes de pesquisa irrita vocês, ou cês tão cagando pra isso?” R: tou cagando baldes, fala prá essa menina que “kibagem” é o que ela deve estar precisando.