Pensam que eu esqueci o acordo de trinta cliques, porra?

PS.: Porra, de novo, Luiz? Qualé, cara. Tá de putaria, né?

Num rompante de falta de criatividade para inventar paliativos – não que eu esperasse criatividade desse cara – ou simples cara de pau – ainda não consegui definir -, o notório plagiador diz que “adaptou” meu texto.

“Adaptou”, é mole? Controlevou-controlcelizou meu post, mudou algumas bobagens, pronto. Tá adaptado.



Vô te contar, se mudar pessoas que eu citei no meu texto por amigos dele é “adaptar“, a Academia Cinematográfica precisa rever os conceitos dessa categoria do Oscar.

“Adaptou”. Se copiasse e admitisse, talvez merecesse um crédito por ser safado confesso. Mas o coitado se apega a ilusão de que de alguma forma deu uma injeção criativa no texto, tornando-o um pouquinho “seu”. Acho que vou sair adaptando obras de Shakespeare, afinal de contas ele não está vivo pra me processar.

Ô manezão, será que custa tanto escrever um texto próprio? Você tá sendo pago pra isso, vamos começar a trabalhar?

[ Update ]



Arte do Trunks. Além de fazer tatuagens e cara de deprimido, o moleque desenha pra caralho.

Nada a ver com o post, mas merecia entrar aqui.

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