A brincadeira do "dilema"

Acho que todo mundo brincou a brincandeira do “dilema” quando moleque na escola.

Opa, notaram que eu escrevi “brincadeira” errado na frase anterior? Lembro de uma época que a turma competia nos comentários pra apontar os erros mais triviais que eu cometia aqui no blog. Minha permanência cada vez mais longa no Canadá canibalizou meu domínio da língua portuguesa e agora eu erro tanto que acho que vocês nem percebem mais!

Enfim. Se você não brincou da célebre brincadeira do dilema é porque você era (ou é, ein) aquele cara chato da sala do qual ninguém gostava, daquele tipo que passa o ano  inteiro sem ser convidado pra nenhum evento de camaradagem escolar ou sem pegar nenhuma coleguinha de sala.

A brincadeira do dilema é terrivelmente simples. A idéia é oferecer ao colega uma soma monetária imaginária (“um milhão de dólares” é geralmente uma constante) em troca de executar alguma coisa socialmente repugnante.

E a graça da brincadeira estava justamente em bolar as situações mais insólitas que o colega deveria se submeter ficticiamente (que diabos, não sei se essa palavra existe. Faça de conta que eu falei “imaginariamente”).

Nojeiras e asquerosidades eram escolhas típicas (“você comeria uma colher de bosta por dez mil reais? Ok, CINQUENTA mil reais então”)…

E aí?

…mas hors concour mesmo era qualquer atitude até mesmo ligeiramente relacionada a homossexualidade – algo que naquela época a gente nem entendia direito, mas já era doutrinado desde moleque a repudiar sem muito motivo. Essa nossa bendita sociedade brasileira…

Você daria a bunda por um milhão de dólares” era muito simples, muito preto-e-branco. Era pouco sofisticado. No alto dos nossos 13 anos a gente não tinha a menor idéia do que era um milhão de dólares, mas isso não importava: a resposta era automaticamente “não”. E por isso era um dilema fraco; bons mesmos eram os que faziam o sujeito pensar.

Além das baitolices, haviam os dilemas estilo “você fazia X pra evitar que o Fulano/Fulana morresse?”. Imaginativos que éramos, não demorava pra que combinássemos o dilema Bom Samaritano com nojeira e/ou gayzismo.

“Ok, que tal essa: você comeria 200mg de vômito pra salvar a vida da sua mãe?”

Os moleques particularmente cruéis inventaram os dilemas que requeriam executar ato sexual com um dos pais pra salvar o outro, uma depravação de tal calibre que nem reproduzirei o desafio ipsis literis aqui pra não ofender meus pais (eu sei que eles acessam essa porcaria, agora POR QUE eu não sei).

Esses realmente faziam o indivíduo parar e pensar. Entretanto, como o objetivo era salvar a vida dos pais, o órgão regulador não-oficial da brincadeira decidiu unanimemente que qualquer ação era justificada. Não havia nada tão desgraçadamente reprovável que não valesse a pena pra salvar a vida paterna, e com isso tal modelo de dilema caiu em desuso e passou a ser utilizado apenas pelos neófitos da brincadeira (e sempre resultava em olhares reprovadores dos mais experientes).

Sim, dilemas envolvendo atos de boiolismo (por causa da homofobia inerente ao povo brasileiro) eram os mais utilizados. Mas como expliquei, o simples “daria a bunda por um milhão?” – por resultar numa resposta negativa automática – não tinha graça. Desenvolvemos então os dilemas com baitolismo “light”, os que eram leves o bastante pra fazer o sujeito realmente considerar cometer o ato.

Havia o “você deixaria um homem felá-lo por cinquenta mil reais?”. “Felação”, pra você que é dimenor e desconhece essas coisas da vida, significa “boca naquilo”.

E a pergunta era cuidadosamente projetada pra fazer o sujeito avaliar a condição por pelo menos alguns segundos. Como inexplicavelmente sempre existiu essa impressão de que apenas quem executa gesto baitolístico passivo é que é homossexual, ninguém negava logo de cara como o lance de dar a bunda.

E reduzíamos também o milhão pra parcos 50 mil que é pra não fazer com que neguim aceitasse logo DE CARA, se sentindo seguro por trás do princípio de que gay ativo na realidade não é gay.

Quando descobrimos que tornar o dilema “gay light” fazia o sujeito realmente considerar a idéia ao invés de dizer “não” sem pensar duas vezes, começou a surgir milhares de variações. Uma particularmente cruel era “você beberia o equivalente a uma colher de esperma por 500 mil dólares?”

E tinha até corolários: havia a garantia que o doador dos fluidos não tinha qualquer doença sexualmente transmissível, mas por outro lado todos saberiam como você adquiriu a fortuma. E aí?

Eu nunca caí nessa pegadinha, aliás. Mesmo quando era novato nessa putaria, logo a princípio a brincadeira me pareceu uma forma perversa de fazer os coleguinhas da sala admitirem que, dada as circunstâncias propícias, topariam participar dos mais variados atos homossexuais. E o pior – tal admissão vinha a troco de nada, já que todas as cifras debatidas eram completamente imaginárias.

Nego tava simplesmente sendo engambelado a admitir que eram bichas latentes!

Deve ter sido essa minha atenção às nuances da brincadeira que me garantiu assento vitalício na bancada de organizadores da parada. Éramos nós que, em segredo, bolávamos novos dilemas pra oferecer à consideração das vítimas.

Esses dias soltei lá no tuíter uma coleção “Best Hits” desses dilemas, só os mais cabulosos e tal, e pra minha surpresa um número microscópicos de homens recusava os dilemas de cunho homossexual.

Normal, né. 15 anos atrás, no pátio da escola, sem filho pra criar, sem aluguel pra pagar, sem microempresa pra tocar adiante, sem apartamento pra quitar, “um milhão de reais” não parecia lá tão uma quantia importante pra galera.

Hoje em dia no entanto, parece muita gente lamberia uma piroca de bom grado em troca de não ter que aguentar mais um dia sequer num emprego que eles odeiam e que só mantém pra poder arcar com essas merdas da vida adulta.

Ah, e teve um follower meu que, quando perguntei “você beberia seu próprio mijo por 5 mil reais?”, perguntou sem titubear de quanto exatamente de mijo estávamos falando.

Esse aí tem o espírito empreendedor viu, puta que pariu.

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comments

81 comments

  1. hahaha
    Todo mundo tem um preço, a brincadeira prova isso perfeitamente. Sem contar que tem aquelas que de tão absurda você ouve e pensa: “eu aposto que ele aceitaria, e só tá perguntando pra saber se é o único”.

    O texto ficou ótimo =D

  2. … aquele cara chato da sala do qual ninguém gostava, daquele tipo que passa o ano inteiro sem ser convidado pra nenhum evento de camaradagem escolar ou sem pegar nenhuma coleguinha de sala.

    🙁

    uahuahauha, mas eu já brinquei disso sim… bons tempos 🙂

  3. ai era tenso essa bosta, nunca tinha visto isso passar do “vc daria a bunda por 1milhao de reais”, e nem sabia que tinha nome.

  4. “Você beberia seu próprio mijo por 5 mil reais?”
    Ora, mas é claro, faz bem pros rins. Tem gostinho de suco de abacaxi azedo, uma delícia. Imagina ainda ser pago pra isso!!

  5. Caralho, Kid!

    Aqui no curso de Ciência da Computação da UFRJ começou a rolar uma imensa discussão sobre um dilema desses. A pergunta era se por 1 bilhão de dólares a pessoa daria o cú.

    A resposta de quase TODOS os alunos foi “Sim. Se souber de alguem que esteja disposto a me enrabar por 1 bilhão me avisa que dou na hora.”

    A conclusão que chegamos foi: Após 5 períodos de faculdade de ciência da computação na UFRJ, a pessoa faria qualquer coisa para abandonar a faculdade e a carreira. =P

  6. “Se você não brincou da célebre brincadeira do dilema é porque você era (ou é, ein) aquele cara chato da sala do qual ninguém gostava, daquele tipo que passa o ano inteiro sem ser convidado pra nenhum evento de camaradagem escolar ou sem pegar nenhuma coleguinha de sala.”
    Este parágrafro me definiu. Acho que não preciso ler o resto.

  7. Sempre brincávamos dist, só não sabia o nome ^^

    Mais atos homosexuais, acredite ou não, não era cogitado.

    mais o dilema do “voce comeria uma barata” era classico.

    premios, ferrari, 30 mil kkkk sem noção alguma de valores…

  8. PUTZ, acho que nunca brinquei disso, mas sempre rolava algo do tipo, mas nunca com cunho baitolistico. kkkkkkkkkkk

  9. @Rafael Lopez

    Cara, não é só aí na UFRJ não, curso de Ciências da Computação em qualquer faculdade deixa o cara nesse estado.

  10. “Ok, que tal essa: você comeria 200mg de vômito pra salvar a vida da sua mãe?”

    Cara, se tu não conseguir comer menos de 1g pra salvar sua mãe, você não é um ser humano digno! >D

  11. Amigo cearense, quotarei o Sr. um momento:
    “Sim, dilemas envolvendo atos de boiolismo (por causa da homofobia inerente ao povo brasileiro) eram os mais utilizados.”

    Veja bem… Não confuda Homofobia com Heterosexualidade, hein? Se seus amiguinhos eram héteros, mais do que normal usar dilemas gays contra eles. Mas daí achar que é homofobia é outros quinhentos (ou não)…

    ABS

  12. HAHAAHAHHAH rapaz, pouco mais de um ano atras uns amigos meus ainda tava no dilema de dar o cu. A conclusao que eu cheguei foi que meus amigos sao todos BOIOLAS enrustidos, que dariam a rabiola SORRINDO por 150mil reais…

  13. Maluco, 2001 foi um ano sombrio para mim. Lembro de quando me disseram: Aposto “sua coragem” que você não taca esse giz na professora. Malandro, ser expulso da escola foi sacanagem.

  14. Se por poucos dígitos, pessoas tiram as próprias vidas em países “submergentes” da ásia, haveria algo que não fariam por bilhões?
    Btw bom post como sempre izzy.

  15. Bom, como o Kid disse nos comentários, é minúscula a quantidade de coisas, que alguém não faz, por 1 milhão/bilhão, tem gente aqui no Brasil que faz por muito menos, exemplo são os trouxas que participam do No Limite, no final vão ganhar uma mixaria, e ainda se foderam comendo as coisas mais bizarras.

    Aviso aos Zilionários Desocupados que tem muita gente aqui no Brasil querendo dar a Bunda.

  16. Mais ou menos nessa linha, tem aquela brincadeira que mistura Dilema com filosofia de bar. Por exemplo, fica a pergunta:

    Com uma escopeta apontada pra sua cabeça, o que você prefere: Morder as bolas alheias ou deixar que mordam as suas?

    Reflitam.

  17. Essas brincadeiras não somente vieram com quantias como em escolhas escrotas, do gênero:
    “Você prefere levar uma pirocada de um negão de 25cm ou uma facada no estomago?”

    E dai pra pior.

    E como você reclamou dos erros, aqui vai um:
    “(eu sei que eles acessam essa porcaria, agora POR QUE eu não sei).”

    Por esta frase o entendimento diz que eles acessam porque você não sabe, que não é a intenção da frase, então ela deveria estar assim:
    “(eu sei que eles acessam essa porcaria, agora POR QUE, eu não sei).”

    E melhor ainda seria se ela estivesse assim:
    “(eu sei que eles acessam essa porcaria, agora o POR QUE, eu não sei).”

    No mais, sem mais.

  18. Essa brincadeira é unanimidade mesmo. Até hoje, volta e meia alguém aparece com um dilema traiçoeiro. Acho que isso tem a ver com a curiosidade que todo mundo tem em saber da intimidade dos outros.

  19. @Kirano

    duas correções erradas, amigo.
    na primeira: a vírgula fica mal colocada e a frase mal estruturada.
    na segunda: quando substantivo, no sentido de ‘motivo’ fica “o porquê”. junto e com acento.

    a frase do tio Kid tá certinha, ‘por que’ no sentido de ‘por qual motivo’

  20. @eric

    Na primeira, eu ainda defendo a vírgula.
    “Por qual motivo, eu não sei.”
    Pra mim ainda fica melhor que sem ela.

    Quanto ao segundo, os por ques da vida eu nunca decorei muito bem, erro meu. xD

    Mas valeu mesmo assim.

  21. não acho que seja mesmo um caso de homofobia instruída desde a infância, mas algo como “com o cu não se brinca”, ou coisa do tipo.

    pensa bem, dependendo do que você come, as coisas já doem para sair… imagina para entrar 😛

  22. O dilema atual que meus amigos e eu enfrentamos é: você daria a bunda uma vez pra um negão com 23 cm de piroca e todo mundo ficasse sabendo ou você daria a bunda 10 vezes para o mesmo negão sem ninguém ficar sabendo?

    Essa é complicada.

  23. Nossa, tinha até esquecido desses “baguios” do tempo do colégio.

    Cara, era cada um.

    Tinha uns diferentes também, nada haver com isso, mas que testava a homossexualidade do cara, tal como, perguntar como o cara olhava embaixo do tenis e como mostrava as unhas. Se levantava a perna pra trás para olhar embaixo do pé, ou se estendia as mãos para frente, era bichona.

  24. Um bilhão pra dar o cú? Pense aí! O cara que está disposto a investir um bilhão de dinheiros no seu formoso rabo, certamente não se contentará com uma negativa.

    Pode esperar. Alguns dias depois, algum mano da quebrada contratado por muito menos vai te derrubar, e quando você acordar, terá comprometido seu reto por nada.

    Se fudeu!

    Moral da história: Um bilhão pelo cú é o mesmo que estupro. A pessoa só tem a ilusão de escolha.

  25. Brinquei muito disso e até hoje diria que brinco disso as vezes com meus camaradas de sala de aula. Só que a brincadeira ficou mais séria. Por exemplo:

    -- Tu daria o cu por 100.000.000.000.00 de rais?
    -- Tu ficaria com (aquela baranga escrota que toda sala tem) por 10.000 reais?
    -- Tu ficaria de ano por 5.000 reais?

    mas antes era bem mais engraçado e divertido!

  26. Eu leio os comentários só pra ver qual a variação da vez de “Kid viado, vai morrer de tanto ____________ no cu.” do CCCC (discípulo), haha

  27. hahaha caramba tplayer, espero que tenha ganho tal disputa, nessa época eu e amiguinhos eramos precoces e o dilema era lamber o dedão do pé de tal mina, ou pegar desdentada,colocr calcinha na cara após ela ter corrido bastante, essas coisas de punheteiros.Constata-se que há coisas que nem por 10000000000000.

  28. Cara, um dos melhores posts que vc já fez. Estou me mijando de rir. Acho que essas brincadeiras foram padrão em todos lugares.

    Lembro que qdo o assunto era grana tinha um amigo da turma que aceitava qquer desafio. Nunca mais falei com o cara, imagino se virou um traveco em SP. LOL

  29. Pega esse então: você deixaria um negrão de 28cm te enrrabar por 500 mil dólares? HAUHAUAHUAH

    ..detalhe: tua esposa teria que assistir a cena senão tu seria pago em cheque pra 30 dias .. HUAHAUHA

  30. Um amigo meu costuma me perguntar coisas do tipo: “você sentaria no colo do Pelé, ou do Maradona?” Ou, então, “quem é mais bonito: Richarlysson ou Goleiro Bruno do FLamengo?” Etc.

  31. Poisé Izzy…

    esses dias, eu e uns amigos meus (INCLUINDO O @myeggs) estavamos assistindo Brasil x Chile… e rolou o dilema mais primário (vc daria o cú por R$ 1mi??)

    o @myeggs disse que sim. eu não pude deixar de zuar ele e falei:

    tá tudo bem, mas vai que o cara q tá pagando é um sádico e bota o Kid Bengala pra te comer? vc continua?

  32. KKKKKKKKKKKKKKK
    o maluco que sitou 1 bilhão de dólares ai .. mermãão eu faria tudO x 2 !

    também não sabia que tinha nome essa brincandeira, mas que era ilária, era !

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  33. Tenho um amigo que até hoje não aprendeu que essa brincadeira é só pra pessoa exteriorar os sentimentos homosexuais latentes e sempre responde afirmativamente. Tem vezes que é ele mesmo quem promove a brincadeira. Já até avaliamos fazer uma vaquinha pra que ele fizesse uma das coisas… hahahahaha

  34. Caralho, sempre briguei disso mas nunca imaginei que tinha um nome.. HAHAHA

    Entre os meus coleguinhas era normal perguntas coisas como “Você comeria seu irmão” e blablabla…

  35. BUEMBA: SERÁ LANÇADO OS NORMAIS -- O JOGO EM 3D!!!!!!!

    DEPOIS DO SUCESSO DA SÉRIE NA GLOBO E DOS FILMES NO CINEMA, RUI E VANI VIRARÃO PERSONAGENS DE UM JOGO!!!!!

    ARRRIBAAAAAAAAA MARIO JA ERA!!!!!!!
    Q MARIO! AQUELE Q SE MATOU ATRAS DO ARMARIO….

  36. nos anos 90 eu ia correndo pro pc jogar wolf ao mesmo tempo q assistia sei la o q na tv…supermarket, o melhor de tds..nem lembro da tv nos anos 90..fazia umas pipocas e umas coxinhas no microondas..e copiava meus trabalhos da escola td dos cd-roms auhuahauha

  37. Haha, eu também não sabia que isso tinha nome. Mas era divertido. Depois, em um dos fóruns que eu participava rolava uma coisa parecida, que não era “você faria”, era ou isso ou aquilo. haha

  38. Nunca fiz bem essa brincadeira. Pois por 100mil dólares eu já estou dando o cu, filmando e colocando na internet! aHAhaHAhhuAUHiiuahuA

    Ah vei, tem tanta gente que faz isso de graça! O máximo que pode acontecer é eu não gostar e ganhar uns “dinheiros” ai…

  39. A pergunta correta a ser feita para o Kid é: por 5 pirocas você queimaria 100 dólares?

    Isso de tanta gayzice que ele falou hahahaha

    PS: é HOURS CONCUR e não “hors concour “

  40. A campea eh: vc daria a bunda por 1 milhao de dolares se ninguem mais alem de vc e o cara que te comeu ficassem sabendo e o cara morresse algumas horas depois, tipo ultimo desejo?

  41. Muito bom o texto…eu lembro perfeitamente dessa brincadeira, e mesmo há pouco tempo atrás, com 25 anos nas costas me deparei com nego abordando isso na faculdade: “você prefere comer sua mãe ou assistir seu pai comendo sua irmã?”

  42. Ah, qualé!

    Desafios e Grana intangíveis é relativamente fácil negar ou aceitar algo.

    Agora quero ver sobre o upgrade mais real da brincadeira que consistia em fazer desafios vergonhosos em troca de (pouco) dinheiro real tipo: Te dou 5 conto se você comer o resto da esfiha que tá ali no chão do pátio (e logo aparece um monte mais com 5 conto na mão, aumentando rapidamente a oferta para uns 40 reais).

  43. eu brincava qdo era beem pequena… e eram coisas mto ingênuas, depois q virei uma garota maliciosa nem brinquei + disso, mas nem tinha mta graça… axo que por isso que eu nunca fui convidada pra nenhum evento q meus coleguinhas acéfalos promoviam… q bom, pq sempre tinha uma putinha que levava bebida e daí pra frente só rolava putaria!!
    adoro seus posts kid!!

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