[ Além do Vídeo ] Primeiro dia no Caribe!

VOLTEI, turma! As férias com a muié no Caribe foram fenomenais. Aqui está o primeiro vídeo da pequena série que decidi fazer sobre a viagem:

Eu estava bem indeciso em relação a como produzir conteúdo em vídeo sobre a viagem. De acordo com o visor da GoPro, filmei aproximadamente 2 horas lá. Seria impraticável fazer um vídeo com essa duração no YouTube — aliás, nesse ponto não seria mais VÍDEO, seria um FILME mesmo –, então pensei em fazer um especial de 30 ou 40 minutos mostrando tudo que fizemos lá, do primeiro dia ao último.

Acontece o seguinte. Eu, pessoalmente, não tenho paciência pra ver vídeos com mais de 10 minutos. E sim, eu sei que o vlogger X, Y e até mesmo o Z fazem vídeos de meia hora com muito mais views do que eu. Eu não estou dizendo que esse formato de vídeo é ruim, estou dizendo que não sei se funcionaria pra mim.

Pra você ter uma noção, a minha hiperatividade é tão debilitante que eu não consigo ver um filme do começo ao fim em casa. Distraio-me com o celular, com os videogames, com quadrinhos no iPad, com qualquer coisa que esteja ao meu alcance. Então, como não me interesso nesses vídeos longos, acho meio incongruente faze-los. Dará bem mais trabalho, mas acho que uma série composta de vídeos menores, de 5 ou 6 minutos, funciona melhor.

Sobre preços, que é o que muitos me perguntaram esses dias: Eu e a esposa pagamos, cada um, 885.17 dólares canadenses. Esse valor inclui o vôo e a estadia de 7 dias no resort Cofresi, que pelas fotos do site dá pra ver que é sensacional. Aliás, esse site foi recauchutado recentemente, pelo jeito — antes da minha ida lá, o site do hotel tinha um layout bem “webdesign do começo dos anos 2000”. Era tão inútil que as fotos do TripAdvisor eram melhores.

A propósito, o site era tão precário que isso chegou a me causar dúvidas em relação à qualidade do resort em si. Como as resenhas do TripAdvisor eram muito positivas, fui sem medo.

A propósito, esse Cofresi é um resort “all inclusive”, ou seja — você não paga absolutamente nada quando está lá. Abordo isso nos vídeos futuros em maiores detalhes; particularmente, a estranheza que é entrar num dos vários restaurantes do resort, pedir o que quiser/comer até estourar sem qualquer preocupação com a economia, e quando tá cheio simplesmente levantar e ir embora.

É sério, palavras não conseguem capturar perfeitamente o quão estranha é essa sensação. Chega a dar uma sensação de culpa, até.

O serviço é um dos melhores que já tive na vida, a propósito. O que faz sentido — turismo é a maior indústria do país, resorts como o em que eu fiquei empregam literalmente dezenas de milhares dos habitantes locais. A galera que trampa lá certamente sabe que é uma excelente oportunidade, e fazem por merecer a vaga.

A propósito, ao passear pela cidade você vê constantemente placas com dizeres em espanhol como “Cuide bem dos nossos turistas” ou “sorria para os nossos turistas”, o que passa de fato a impressão de que o país valoriza a presença dos viajantes (ou, pelo menos, que há um esforço maciço em educar a população nesse sentido). Fui imensamente bem tratado no hotel, mas isso já era esperado — fiquei curioso se o povão “comum” do país realmente compartilha desse sentimento.

No final das contas eu fiquei arrependido de não ter feito uma viagem como essa mais cedo. Aguardem os próximos vídeos, fizemos uns passeios legais.

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