A viagem ao Brasil começou da mesma forma como todas as minhas viagens começam – com uma furiosa checagem e rechecagem de todos os pertences eletrônicos que desejo levar comigo.

Sou um viciado em tecnologia E um paranóico em estado clínico de obsessividade-compulsividade. Essa combinação de personalidades revela-se especialmente prejudicante quando estou prestes a viajar – ao mesmo tempo que quero levar o máximo de gadgets possíveis comigo, só descanso quando verifiquei (múltplas vezes) que não estou deixando nenhum techtoy para trás.

A grande ironia – que não deixou de se repetir nesta viagem, aliás – é que eu acabo não usando nada do que trago comigo. O iPhone por exemplo serviu apenas como mp3 player durante os vôos; o PSP saiu da mochila apenas pra ser exibido e manuseado pelos primos que também veneram tecnologia. Os dois controles USB que trouxe comigo, em preparativos pra domar o tédio a bordo das aeronaves por intermédio de emuladores de SNES, ficaram dentro da mochila o tempo inteiro e só vieram pra fora na tradicional checagem e rechecagem do dia da viagem de volta.
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Antes que eu publique um mega-dossiê para meus caros amiguinhos brasileiros detalhando minuciosamente o meu retorno às terras brasileiras, é necessário relatar uma história engraçada que aconteceu durante o embarque de volta à Canadalândia. É uma linda história sobre tradicional falta de educação brasileira, e sobre não se acanhar e dizer pra uma pessoa mal educada exatamente aquilo que ela precisa ouvir.

E, melhor ainda, diante de uma platéia. Foi um acontecimento tão fenomenalmente satisfatório que, mal passados dois segundos de seu término, o primeiro pensamento que me veio à mente foi “TENHO QUE ESCREVER SOBRE ISSO”.

Aprume-se na cadeira, você está a um clique de distância de ler a minha historinha.
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Ao contrário do que alguns estejam pensando, não, eu não passei desta pra melhor (ou pra pior, se a doutrina cristã a respeito do meu estilo de vida estiver correta).

Nos últimos dias estive correndo por toda a região metropolitana da minha querida cidade natal, o que resultou no HBD ter sido aparentemente abandonado por um autor relapso. Os que me conhecem bem sabem que eutanizar este blog seria a última coisa que eu faria, mas mesmo assim é bom dar um pulinho aqui pra informa-los sobre o que anda acontecendo. 
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Cês acreditam que eu já consegui me foder de novo? Então.

O vôo AC140 de Calgary pra Toronto deveria chegar no seu destino às 10 da noite, de onde eu deveria embarcar no vôo AC040 com destino a São Paulo. Com apenas uma hora separando a chegada de um vôo da partida do outro, bom senso dita que assim que a aeronave pousasse, eu deveria agarrar meus pertences com uma mão e empurrar gringos com a outra, numa correria desenfreada em direção ao outro terminal de embarque. Mesmo que todas as estrelas se alinhassem e nenhum imprevisto aparecesse, seria uma conexão meio difícil.

Acontece que graças a uma sequência de problemas aeronáuticos (primeiro o piloto anunciou que estava esperando o nosso número de confirmação de decolagem, depois falou que um pequeno problema técnico deveria ser averiguado pela turma da manutenção, e finalmente o manifesto da aeronave se perdeu, sabe-se lá como, e tivemos que esperar mais um pouco), nosso vôo chegou em Toronto com nada mais nada menos que 75 minutos de atraso.

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Estou a dois dias da minha viagem ao Brasil e, como vossas bichinhas podem imaginar, estou correndo de um lado pro outro tentando atar todos os nós por aqui antes de pegar meu vôo. A namorada está desesperadamente tentando absorver o máximo de português possível antes da ida, tenho que correr aqui e ali pra efetuar alguns pagamentos antes da viagem, e tentando pegar o máximo possível de turnos lá no trampo, pra maximizar o paycheck que estará me esperando aqui na volta. Por isso, ando relativamente sem tempo pra posts mais elaborados. Entretanto;
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A despeito das duas atuais crise financeiras (uma é a crise mundial, e a outra é a minha crise pessoal desencadeada por sair de um emprego que pagava bem e encarar um que paga mal), os planos da minha viagem ao Brasil vão a todo vapor. Faltam nove dias pro meu vôo, o que é essencialmente uma semana e um peidinho só.
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