Fui e voltei, amigos!

brasil1

Nesta minha segunda passagem pela pátria mãe fiquei por apenas duas semanas, mas me sinto como se tivesse aproveitado mais do que da outra vez (em que fiquei aí por quase um mês).

Visitei uma cidade em que eu não pisava desde que era moleque, conheci pela primeira vez gente que eu conhecia há anos – esse paradoxo em particular só a internet permite -, reencontrei familiares que não via há décadas (muitos dos quais aparentemente lêem meu blog), sussurrei “ target=”_blank”>I’m On a Boat” a bordo de um barco de verdade, e pintei o banheiro de um avião da Air Canada com vômito.Continue reading

Cá estou no segundo andar da casa de minha querida vovó, no Jardim América, na grande Fortaleza.

Tou no quarto da minha tia, pra ser mais exato, ouvindo o ruído abafado da TV lá fora (meu primo se esbalda jogando Lost Planet no Xbox 360 novinho que eu trouxe pro garoto) e o som monótono do ar condicinado aqui dentro.Continue reading

Quando as coisas desafogarem eu escrevo mais sobre minha breve passagem pela capital paulista. Por ora digo que:

– O Morróida é pessoalmente 1000 vezes mais gente boa do que ele deixa parecer na internet;

– O Gravataí Merengue não consegue desligar o modo Advogado e lançou interessantes teses sobre comportamento sexual;

– O Ian Black é um puta anfitrião e me fez sentir como se fôssemos amigos de infância

– E o Cheapo… bom, o Cheapo eu já conhecia, ele e sua excelentíssima esposa nos visitaram em Calgary algumas semanas atrás.

Jamais na minha vida eu esperava ser tão bem recebido por uma cambada de gente que, até ontem, eu nunca havia visto na vida. Pena que a TAM fodeu tudo e só passaremos um dia aqui em São Paulo.

Vocês vão me fazer chorar no aeroporto.

Meus queridos amigos, conforme a viagem ao Brasil se aproxima e eu tenho que correr contra o relógio pra resolver em 2 ou 3 dias o que eu não fiz em 6 meses, minhas responsabilidades online caem pra escanteio.

Vou tentar postar um diário de viagem mais ou menos frequente, porque não fiz isso da última vez e me arrependo de ter perdido a oportunidade de fazer um registro histórico bacana da viagem. Mas é assim que nascem boas idéias ou a determinação pra po-las em prática – do total fracasso de executa-las da primeira vez.

hbd mobila

E pra não dizer que não atendo vossas súplicas, aí está o layout “on the go” do HBD que os leitores mobile me pediam a tanto tempo. Se você tem um iPhone (ou um iPod touch, caso você viva numa caixa de papelão, à mercê de ajuda governamental),  é isso que você verá no Safari quando acessar o Hoje é um Bom Dia.

Nokia? Motorola? Sei lá como a página será carregada nestes celulares, até porque ninguém se importa com eles.

E é isto aí. Darei um pause nos posts “engraçados” (note as aspas) e de agora em diante o HBD virará um registro da minha ida à pátria amada. Tentarei manter o humor característico do HBD (isto é, transformar situações completamente triviais em algo que se torne interessante pra ler), mas não estarei dando muuuita prioridade pra isso, manja?

Amigos paulistas e cearenses – entrem em contato!  Estaremos arrumando encontros aí nas vossas capitais, e quanto mais gente melhor. Se quiser se unir a nós, basta dar um berro. Divulgaremos maiores detalhes através do tuíter.

E finalmente, peços-lhes – isso soou errado –  que deixem aí embaixo sugestões de podcasts que eu deva baixar pro vôo de torturantes 15 horas. Mas não sejam bunda suja e apenas solte nomes e links nos comentários, isso não gera interesse nenhum. Faça uma pequena descrição dos podcasts, e porque o senhor os curte. Beleza?

Então bora.

Opa, e quase esqueci!

Olha o HBDtv 16 aí.

Estou constantemente experimentando com o modelo do HBDtv, na esperança de achar um bom equilíbrio entre “quantidade de informação relevante ou divertida/formato que não me deixe preso ao computador por horas escrevendo, filmando e editando a parada”.

Sei que vocês preferem um negócio mais longo e melhor produzido, com erros de gravação no final e pá e tal, mas o que é melhor? Dois HBDtvs de três minutos por semana, ou um de seis minutos a cada dois meses?

Matematicamente, eu estou certo. Abs. E não esqueçam dos podcasts nos comentários, caralho!

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