Daily Vlog: Boneca inflável, Sogros surdos, loucuras da língua portuguesa

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí:

Como sempre, imploro: deixe joinhas, favorite, espalhe o vídeo entre seus amiguinhos pra ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais. Não te custa nada, porra! 😀

Caso você prefira assistir no youtube, basta clicar aqui!

Grato e tenha um belo dia.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Deixe sua opinião aí. Você não tá fazendo nada mesmo!

comments

18 comments

  1. Olhaí, seu Izzy Nobre: uma vez escrevi um texto -- na primeira vez que saí do Brasil, quando dominava praticamente nada de língua nenhuma -- e usei a experiência pre refletir um pouco sobre isso. Não só sobre minha própria relação com os idiomas mas a relação dos próprios nativos de por onde eu passei -- nesse caso, Espanha e Inglaterra. Se interessar, cá está:

    http://www.academia.edu/2388855/O_viajante_consideracoes_sobre_a_analise_linguistica_no_contexto_intercultural

    Bom,né?

  2. Uma coisa que lembrei, é a conjugaçao de verbos, por exemplo: we work a lot, o ”we” ja da a ideia de plural, por isso nao é necessario usar plural no verbo, e seria estranho usar o verbo no infinitivo em portugues pelo fato do costume…
    me corrijam se eu estiver errado.
    ”corrigir”… ta ai uma palavra que deve dar trabalho para explicar para um gringo que quer aprender portugues.
    boné

  3. Um bom exemplo é o dos Porquê’s, afinal pra que tantos???

    Até hoje eu não decorei a regrinha direito, só sei meio que referenciando o inglês que o “porque” de explicação vira “because” e todos os outros “why”.

    Isso é uma coisa que poderia facilmente ser abolida(já está sendo inconscientemente pela população) pelo acordo ortográfico já que não seria alterado em nada o sentido das frases.

    O que alteraria como o “para” e “pára” eles tiraram, não sei o porque(inclusive, este daqui está errado).

  4. Usar uma keyword especifica como “cachaça”, “boné”, “mario” ou “42” (sic) fica muito na cara.
    A boa é fazer algo na mesma linha do video do Netflix -- i.e. keywords baseados em uma “linha unificadora” como birthplaces or marcas de preservativos (me refiro a “condoms” caso o google translate tenha screwed up with me.

  5. Muitas palavras no portugues tem esse problema. Se eu tenho uma irmã e um irmão, tenho que me referir a ambos como meus irmãos. Já no inglês temos a palavra siblings. Mas, aqui se usa mankind, enquanto em português dizemos raça humana -- lógico q eles ainda tem a opçao de usar human race, mas ouço muito mais mankind.
    Eu acho que as expressoes idiomaticas sao um assunto legal pra vc abordar tb, assim vc poderia incluir o boné do mario.

  6. Aí Izzy. Minha namorada chegou aqui precisamente na hora que você tava passando o dedo no orifício frontal da boneca.
    Como eu explico estar vendo um vídeo de um mano barbado estimulando as zonas erógenas de uma boneca de plástico? hahahahaha

  7. Acho válido lembrar que essas “esquisitices” do português não são só na nossa língua. O espanhol, por exemplo, assim como outras línguas latinas, também adotam o plural masculino se houver ao menos um elemento masculino no grupo e também têm acentos. Aliás acho que estes são muito válidos especialmente pra ajudar na hora de aprender a falar uma língua. Nesse caso, acho que o inglês que é simples demais (não disse que é fácil falar inglês, não quero parecer babaca), mas muitas coisas que eles “simplificam” acho que acabam atrapalhando, pois aprender a pronúncia de palavras em inglês costuma ser difícil porque varia muito. Não que isso não ocorra no português, mas é bem menos. Pra mim seria “bom né” se tivesse acentos em inglês!
    Abraços

  8. Realmente Izzy, o português é uma língua com características bastante peculiares, assim como qualquer outra.

    Fala-se que nossa língua-mãe inclusive é uma das mais difíceis de se aprender, e eu acho que deva ser verdade pelo tanto de verbos, pretéritos, subjuntivos e o escambau que temos aqui, fora INÚMEROS regionalismos que não tem Pasquale que explique, acento agudo, ditongo, tritongo e whatever.

    Porém não é só o português, o inglês tem suas dificuldades, como sons que não existem na nossa pronúncia ou uma letra que se lê com som de outra (better, no inglês “não-britânico” por exemplo), no espanhol temos trocentas regrinhas e tempos verbais muito-loucos, enfim, cada língua com suas dificuldades e peculiaridades que tornam tão interessante o estudo de idiomas!

    A propósito: boné.

    Abraços!

  9. Izzy, boné, não to com saco pra fazer comentário bonito, e já vi o outro vídeo em que você pede pra colocar o local de nascimento, então boné.

    meu comentário é quanto a ensinar libras/ASL para o seu “filho”. Cara, a minha situação é um pouco parecida com a do seu filho, então já vou te adiantar oq ele provavelmente irá pensar. Eu sou criado em cidade do “interior” de Santa Catarina, e com família estabelecida aqui por austro-húngaros (de Trento, após a primeira guerra território italiano) lá por 1850. Desde o avô do meu avô materno, que é o realmente europeu dos meus antepassados, foi sendo passado de geração em geração o dialeto do nosso povo original, o trentino. Exceto eu. Minha mãe, que só começou a falar português aos 7 anos, achou que ia ser inútil pra mim e meus irmãos saber esse dialeto. Bem, eu já te explico, NÃO É. Só pelo fato de que eu sofro pra ter uma conversa boa com meu avô, que apesar dos 80 anos e nenhum neto falante de trentino, e nenhum filho falando corriqueiramente, ainda tem como língua principal o trentino, já valeria bastante a pena. Mesmo ele falando português decentemente, é um porre ter de ficar falando devagar para ele traduzir mentalmente. Então, continue com esta tua opinião de que teu moleque deve aprender línguas além do inglês, ensina português, ensina ASL, coloca ele no máximo de escolas de idiomas possível, pois a melhor época pra se aprender um idioma é na infância, e isso qualquer um que aprendeu 1 idioma quando pequeno e depois outro quando velho, sabe. E claro, principalmente se o guri tiver quem fale com ele, no caso você (português) e os avós dele (ASL)

    1. Concordo muito. Vivi numa situacao bem parecida: sou de Santa catarina, bisavo veio da Alemanha, meu avo consequentemente falava alemao fluente, casou com a minha avo (porra de teclado sem acento, a mae do meu pai) achou que falar alemao era inutil, e ca estou tendo que reaprender alemao que é foda pra caralho de aprender quando adulto. Faça aos seus filhos um favor e ensine a eles a sua lingua nativa pra eles quando eles ainda sao pirralhos.

  10. É cara, o português realmente tem muito disso. Percebi já a um tempo atrás essas diferenças quanto ao gênero em relação as palavras em inglês e em português. A propósito, parabéns pelo site, gosto bastante dos seus vídeos e textos, e belo boné do mário. Abraços Izzy

  11. Boné? =D
    Izzy, depois conta como tu se saiu dessa de explicar ao teu sogro a virgindade da boneca…
    Fiquei curiosa hhahhaa!

    1. Ah eu sou paraibana, mas vim morar no Ceará
      lembro que achei muito estranho a expressão “rebolar no mato”, que é o que falam pra “jogar algo fora”.
      Me diziam “rebola isso no mato!” e eu ficava extremamente confusa..

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *