Daily Vlog: Lendas urbanas dos tempos de criança!

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí:

Como sempre, imploro: deixe joinhas, favorite, espalhe o vídeo entre seus amiguinhos pra ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais. Não te custa nada, porra! 😀

Caso você prefira assistir no youtube, basta clicar aqui!

Grato e tenha um belo dia.

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9 comments

  1. Esse vídeo me fez lembrar de um colega de escola, que aqui eu vou chamar de F. Bem, o F gostava muito de contar essas histórias assombrísticas.
    Os moleques com 10 ou 11 anos acreditavam em tudo, e principalmente nas aulas de inglês a molecada se reunia pra falar besteiras. Uma vez a professora
    passou a maior bronca no pessoal, por causa dessa história do copo aí.

  2. Cara, lá em Carnaubinha, praia no litorial norte onde veraneio, perto de Touros, tinha uma lenda aí de um “fogo do batatão”, que era uma grande bola de fogo que ficava a espreita de pessoas que supostamente estivesse de bobeira do lado de fora de suas casas, durante a noite. Falavam que a bola seguia a pessoa e quando conseguia alcançar, a pessoa sumia. Era sinistro. Pior que era lenda de interior mesmo, não sei se isso deixava a coisa mais underground, kkk.

  3. Caraca, eu já vi e participei da brincadeira do copo e da caneta …
    A do copo foi foda … saíram respostas corretas pra perguntas que só eu sabia a resposta…
    Sobre lendas urbanas, tinha a loira do banheiro na escola, a loira do cemitério (cidade pequena, e o cemitério ficava na avenida principal), e outras muito ligados a fantasmas, já que sempre ocorriam casos de afogamentos no rio da cidade, atropelamentos de trem (a linha passava atrás do quintal de casa teve um coitado que morreu justo ali) e acidentes na rodovia.

  4. Essa do copo era feita também com compasso, onde colocava-se o dedo na parte superior do compasso aberto e ele ia “apontando” para cada letra, formando as palavras.

    Bem besta, diga-se de passagem.

  5. Lembro da brincadeira do compasso, que você fazia um círculo numa folha e escrevia as letras, números, sem e não, e um candango segurava o compasso no meio com a outra ponta circulando pelas letras. Brinquei na escola e nas minhas memórias juvenis, quando segurei a porra se mexeu sozinha mesmo… mas enfim…

    Lembro também da brincadeira do cordão de ouro, onde rezava um pai nosso e ave maria (sempre) com o cordão fechado dentro da mão, então esticava o cordão e com as perguntas (tem alguém aí? você é mau? hahaha) ele rodava num sentido pra sim e no outro pra não. E diziam que o cordão se enroscou no pé de uma menina, de madrugada e quese fez a coitada perder o pé!!! rsrsrsrs

    E tem a clássica já dita por vocês no 99 vidas que deixar o chinelo virado a mãe morre!

    Hoje em dia escutamos isso achando graça, mas na juventude a porra era séria!!!

    Grande abraço a todos!

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