Eita porra: ESTOU SENDO CENSURADO!

Lembram deste vídeo?

rolas

Clica aí mano

Então. Há um motivo pelo qual estou postando a versões do Daily Motion e do Facebook em vez do link original do YouTube. A versão que fiz no YouTube será apagada em breve pelo site, porque estou sendo censurado.

É o seguinte. Após a publicação desse vídeo, a notícia se espalhou rapidamente por redutos acadêmicos, e acabou indo parar no grupo de Facebook da UFBA. Alguns apoiaram meus pontos, dizendo que a situação realça problemas com a situação do financiamento de pesquisa no Brasil; outros criticaram, falando que a dissertação tem sim o seu valor social, e que eu não sou exatamente um especialista na área pra julgar o texto do autor em capacidade séria.

Ambos os lados, de certa forma, estão certos.

O próprio autor apareceu na thread pra dar sua opinião:

o cara

A resposta do sujeito demonstrou imensa maturidade; imaginei o rapaz tão ocupado com sua vida e seu trabalho acadêmico que mal conseguiu se importar o bastante com minha denúncia/pseudo stand up de YouTube pra escrever uma resposta muito longa no Facebook (e todos sabemos que o Facebook exerce um desejo nos usuários quase incontrolável de escrever justificativas quilométricas). Em vez de protestar contra de qualquer a crítica, ele pareceu até satisfeito com a exposição da dissertação, ainda que sob luz negativa — afinal, o texto “cumpriu seu papel”, vide que é constantemente o centro de discussões.

Uma postura justa. Foi criticado em tom cômico, sentiu-se validado pela polêmica causada pelo tema da dissertação, achou desnecessário prolongar-se no assunto (certamente acostumado a tais críticas e confiante do mérito do próprio trabalho), e fim.

É uma pena que o autor da dissertação (que você pode ler na íntegra aqui e decidir por sua própria conta se tem ou não valor prático/científico/social) pareceu mudar de idéia pouco tempo depois, porque ontem eu recebi uma notificação do YouTube. Nela, o sujeito diz:

“Sou ofendido desde o início do vídeo com palavras de baixo calão e meu nome é citado logo no começo. Sou acusado de prevaricação e corrupção”

E o vídeo foi marcado para ser deletado em 48 horas. Não parece haver opção pra apelo.

Sobre “ofendido”, bem, de certa forma ele foi. Chamei-o, afinal, de “mestre em chupar rolas” — que, apesar de ter claramente um teor satírico, é literalmente verdade. Parece equivalente a chamar alguém de “filho da puta” quando sua mãe de fato trabalha no meretrício. Ofensivo, ok, mas parafraseando 1 Pedro 1:5, creio estar protegido pela fé na verdade.

Citar o nome dele é o ponto de contenção principal aqui. De fato, a política de privacidade do YouTube alerta contra expor dados pessoais de terceiros, uma prática conhecida nas internets como “doxing“. A idéia é impedir que alguém divulgue informações pessoais de desafetos com a intenção de perseguir o sujeito na vida real, on incentivar que outros o façam.

Acho que é bem claro que não é o caso, maaaaaas se seguirmos a política de uso do YouTube ao pé da letra, ele está certo. Não pode, então ele ganha por tecnicalidade.

Entretanto, é preciso distinguir a exposição gratuita de uma pessoa privada, e o comentário crítico sobre uma obra disponibilizada publicamente (com autor também público, visto que seu nome está atrelado ao trabalho), financiada graças a verba pública. Sem querer soar muito presunçoso, eu acredito que um comentário desse tipo — “veja o que os seus impostos pagaram” — tem valor público/social/jornalístico. Quer você concorde com ele ou não.

Aliás, quanto mais errado eu estiver, melhor pro autor, se você parar pra pensar. Li muitos comentários críticos em relação a falhas argumentativas do meu vídeo; pra fins de discussão, vamos supor que 100% do que eu falei está errado. Isso torna a réplica do sujeito ou seus apoiadores ainda mais simples, se é que é necessária. Eles tem o direito de resposta à crítica como preferirem — comentários no vídeo, posts em redes sociais, seu próprio vídeo-resposta, seja lá o que for.

A dissertação tem sim valor antropológico porque blá blá blá blá blá? Ok, sua opinião foi registrada. E quanto mais errado eu estiver na minha “denúncia”, mais peso carrega a sua opinião contrária.

No final das contas, uma idéia foi apresentada (“essa sua dissertação não tem valor e a idéia de que dinheiro público foi gasta nela é ultrajante”), mas nenhuma idéia é à prova de críticas: onde existir erro, aponte-o e bola pra frente. É assim que funciona a ciência, aliás — o conceito de falseabilidade é isso aí. O justo seria deixar ambas — a crítica da dissertação, e a réplica que argumenta seu valor — disponíveis, vencendo assim a que tiver mais peso no Livre Mercado de Ideias.

Mas não foi isso que o sujeito fez. Ao ser criticado, embora aparentasse inicialmente apreciar o debate, o cara mudou de tom e pediu para o YouTube que arbitrasse unilateralmente em seu favor (talvez porque isso seja mais fácil que defender o mérito da dissertação?). Em vez de defender sua dissertação, no que eu imagino que a essa altura ele já deveria ser um expert, ele preferiu calar o crítico. E pior, abusando de uma política do serviço que claramente não tem essa finalidade.

A acusação de “corrupção” e “prevaricação” são ridículas e sequer fazem sentido no contexto do meu vídeo. O único recurso “legal” que ele realmente tem é o uso do seu nome, por causa de uma tecnicalidade.

Eu quero que você entenda e aprecie que não houve “exposição de privacidade” alguma, e usar isso como artifício me cheira a desonestidade e desespero. Houve uma crítica (humorística) de uma obra pública, junto com a implícita porém inevitável crítica do autor, e este pelo jeito não aguentou a onda e resolveu apelar pro totalitarismo da censura.

E meta uma coisa na cabeça, amigo autor da dissertação se estiver lendo este texto: não existe, na ciência (qualquer delas, seja exata, humana, social, econômica, de rolas, whatever) uma idéia imune a críticas. A sua certamente não o é. Nem a minha, aliás.

Ainda que a crítica seja por algum motivo objetivamente errada, a natureza da democracia e liberdade depende direta e exclusivamente do direito ao contraditório. Você pode sempre responder a crítica — meu vídeo e este texto, ao contrário da sua dissertação, veiculam na área de comentário tanto os elogios quanto as refutações –, mas quando você prefere silenciar o crítico, você perdeu a oportunidade de validar seu trabalho e em vez disso queima o próprio filme.

O certo ao ser criticado é dizer “vi o que foi dito, e esta pessoa está errada porque X, Y e Z. Aí estão os fatos, julguem como achar válido”. O errado é agir como se ser alvo de análise é algo completamente absurdo, e usar motivos excusos (tecnicalidades de um termo de serviço) pra censurar a crítica, fazendo de conta que nome de autor de obra pública é dado confidencial.

Amigo autor da dissertação: você já ouviu falar do efeito Streisand? Não precisa nem se dar ao trabalho de ler a página da Wiki sobre o fenômeno porque você vai ter uma lição prática.

A todos os meus seguidores: sintam-se à vontade para baixar o meu vídeo e assim preserva-lo do alcance de totalitários incapazes de discutir idéias.

E sobra-me apenas o espanto de constatar que o cara encara rolas de 25cm (tá na dissertação) mas não uma crítica no YouTube.

Ah, e aqui está meu vídeo sobre o assunto:

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Deixe sua opinião aí. Você não tá fazendo nada mesmo!

comments

28 comments

  1. Poutz! Você fez um vídeo excelente e falou de um assunto sério. Se estivesse falando de algum outro cidadão que pegou grana do governo para resumidamente fazer coisa alguma com coisa nenhuma, não haveria problema.
    O youtube faz a parte dele, o cidadão fez a parte dele e você fez a sua, todos felizes agora!
    Yzzy, continue trazendo essas coisas para nós, o povo precisa saber das atrocidades que acontecem com a verba pública.

  2. Acho que você deveria ter peitado essa briga. O Youtube notifica automaticamente, sem analisar, mas, se eles fossem mesmo apurar o ocorrido, você teria todos os argumentos a seu favor.
    A tese dele está lá publicada para quem quiser ler. Se seu vídeo fosse elogiando o trabalho dele, duvido que reclamaria de ter sido exposto. Do contrário ele deveria então solicitar que a faculdade retirasse o trabalho do site. Se não faz isso, é porque o trabalho é de domínio público, pagamos por ele!
    Lamento que deixe de brigar pela sua liberdade de expressão neste caso tão evidente de censura rasteira. Se ainda houver tempo, fale com alguns amigos advogados e mantenha o vídeo no ar. No máximo você terá o vídeo removido sem maiores prejuízos e pronto!

  3. Era humorístico, ok, mas acredito que faltou nem que fossem exemplos anedóticos de gente que tinha pesquisas de relevância mais justificável ou palpável que não conseguiu financiamento federal (Capes) ou estadual. Conheço vários casos…

  4. Izzy, concordo com você, isso que você fez é quase um serviço público, saber que o dinheiro dos meus impostos sustenta esse tipo de “pesquisa” me deixa puto, como é possível o cara virar mestre com uma dissertação sobre orgias em banheiros públicos? Tá foda esse Brasil, você que tem sorte de estar longe desse mar de corrupção

  5. Olá Izzy, faz tempo que eu sou seu fã e que concordo com suas opiniões, e mais uma vez, concordo com você! O cara está de certa forma, tentando te censurar, para poder proteger a imagem dele e investigações de mal uso do dinheiro público não virem a tona por causa de uma dissertação de rolas e manjubice. O serviço público feito neste vídeo é basicamente algo fidedigno e que fere a pesquisa do mestre, além de não ter nenhum teor de ciência!

  6. O único argumento que ele pode usar para tirar o vídeo do YouTube é o uso do nome dele. Só.

    Edita o vídeo pra deixar sem o nome do fulano, coloca o nome exato do TCC do cara, BOTA NA DESCRIÇÃO O LINK DIRETO PRO TCC DO CARA NO SITE DA FACULDADE e sobe o vídeo de novo.

    Eu sei que você ganha dinheiro com vídeos no YouTube. Deixa esse chupador de CAPES afetar seu salário não.

  7. Só pra constar. As bolsas de mestrado da CAPES são atribuídas a programas de pós-graduação. Cada programa tem seus critérios de como atribuí-las aos alunos, mas em geral o tema da dissertação não é levado em consideração.

    Enfim, a CAPES não tem culpa na atribuição dessa bolsa. Mas tem culpa em destinar bolsas para programa de pós-graduação que permitam esse tipo de tranqueira em vez de destiná-las a tantos outros cursos que estão fazendo pesquisas úteis e estão com déficit de bolsas.

    E pior do que o cara que fez essa porqueira é o orientador que aceitou esse tema. E pior ainda é a banca que aprovou essa dissertação e deu o título pra esse cara.

  8. Izzy, eu acho que você seria um cara mais feliz se deixasse de vez o Brasil no passado… essa terra está cada vez mais perdida

  9. Oq é triste é que alguns teus fãs (abriviação de fanáticos) vão lá atacar o cara cm insulto. As vez só hater mesmo.
    Essa gente pensa que os pouco extremistas fanático tão seguindo oq o lider mandou, qnd na verdade os fã q são só louco tentando ganhar tua atençãi.
    Tem mt disso com microcelebridade de internets. è foda.

  10. Izzy, mostrei o seu vídeo para uma amiga que trabalha em uma instituição de ensino, e ela me respondeu: “O pior é que isso é mais comum do que tu imagina… Já achei “teses” e “dissertações” defendidas e em andamento aqui sobre “tatuagens de periguete”, “o mapeamento de prostitutas” e “letras das músicas de Beyoncé, Britney Spears e Rhianna no contexto LGBT”… Isso é só algumas que eu lembro que tem um pretexto viés social e que não passa de gasto de dinheiro público… Ainda vou mais além, até mesmo pesquisas com uma aparência “séria” quando tu vai olhar não dá pra utilizar nem como trabalho de conclusão de curso da faculdade privada mais chula do fim do mundo!”

    :/

  11. Agora precisa de mestrado pra ser roteirista de filme pornô?

    E o governo agora patrocina curso pra roteirista pornô?

    Tentando não pensar em como foi o vestibular desse cara.

    Cara, pra quê eu passei mais de dez anos estudando? Por quê?

  12. Izzy,

    Achei seu vídeo muito engraçado. Ri muito, mandou bem!

    Tenho que confessar que não li a dissertação de mestrado do cara, então vou assumir que foi algo tão inútil tal qual você descreveu.

    Mas tenha calma. Ouça o ponto de vista de quem tem experiência acadêmica. Fiz mestrado no Brasil e Doutorado no Canadá (em engenharia). Durtante esse tempo aprendi a tolerar muito mais as crenças e valores das pessoas.

    E isso me leva a dizer que alguns pontos que você cobriu estão equivocados:

    -- R$20,000 foram gastos na pesquisa.

    Isso não quer dizer que ele precisou dessa grana pra fomentar pesquisas de campo. Bolsas de estudos fornecidas pela CAPES e CNPq, bem como órgãos estaduais (como FAPESP em SP, por exemplo) são fornecidas para subsistência dos pesquisadores. Em outras palavras, esse dinheiro é visto como um salário (sem benefícios, sem 13o, sem vale refeição e sem seguro saúde -- apenas a bolsa, que nada mais é do que um incentivo para que pessoas realizem pesquisa).

    -- A pesquisa é inútil.

    Cara, a maioria (no mínimo 90%, mas eu diria que é bem mais perto de 100% do que você imagina) da pesquisa feita no Brasil é inútil. Deve ser por isso que essa dissertação foi aprovada pela banca sem maiores problemas. Esse é um problema crônico que vem se exarcebando desde meados dos anos 2000, quando mais dinheiro passou a ser alocado para pesquisa no Brasil.

    -- A pesquisa é um hobby do cara.

    E qual o problema disso? Minha pesquisa de mestrado foi em uma área de meu interesse pessoal. Muito embora minha pesquisa foi feita em análise de estabilidade de sistemas de energia (e não em piroca), foi algo que escolhi porque gostava. A do cara foi em putaria -- é o que ele gosta, fazer o que? Considero minha pesquisa 100% inútil. Só porque é em engenharia não faz com que ela seja melhor do que a do cara. E a propósito, minha pesquisa de doutorado no Canadá foi em algo de meu interesse pessoal também. Acabou virando meu hobby, publiquei mais de 40 artigos em assuntos similares e 2 livros. Trabalho 8 horas por dia em minha empresa no assunto do meu doc e ao chegar em casa trabalho no mínimo mais 3 horas durante a semana nisso, e muito mais no fim de semana. Trabalho sem ninguém ter pedido, e sem ser pago -- mas pelo prazer de trabalhar com o que gosto. Ser hobby não quer dizer que é ruim.

    Eu entendo que o mestrado dele foi em “sem vergonhice”. Mas tem muita tese em coisa que parece trivial. Acredito que tenha valor pra alguém. Nem que apenas pro orientador dele.

    Finalmente:

    Há opiniões unânimes que o Brasil está jogando muito dinheiro fora com “pesquisa”. Muito dinheiro foi alocado pra isso, e se não for utilizado “pega mal” pras universidades. Infelizmente umas merdas são mais óbvias que as outras. Mas te desafio me mostrar uma estatística que mostre que mais de 10% da pesquisa no Brasil vale algo…

    1. Alex, parabéns pela lucidez! Concordo com tudo o que disse… A maior parte das pesquisas no Brasil são exatamente dessa forma. Eu acompanho o trabalho do Izzy há anos e confesso que esperava um posicionamento mais racional da parte dele. Com o pretexto de fazer “comédia”, ele acabou fazendo um vídeo que confunde as pessoas a respeito do funcionamento do meio acadêmico no Brasil, como se a CAPES tivesse analisado o trabalho dele e resolvido bancar, sendo que se trata de uma bolsa de mestrado que o cara recebeu para se dedicar a seus estudos… Izzy, continuo curtindo r acompanhando seu trabalho, mas acredito que você deveria ter tido um comprometimento maior com a verdade em seu vídeo.. Grande parte de sua audiência não sabe como funciona as pesquisas acadêmicas e seu vídeo contribui apenas para causar revolta e espalhar desinformação…

      1. Obrigado, Gabriel.

        Apenas para deixar claro, não foi minha intenção expor algum (possível) vacilo do Izzy. Pra falar a verdade, não acredito que ele quis capitalizar em um caso óbvio de desperdício de dinheiro público pra fazer piada e ganhar audiência.

        Minha impressão foi que ele legitimamente ficou impressionado com o fato de que o governo financiou esse projeto, sendo que ele é claramente inútil.

        Minha resposta teve a finalidade de mostrar que, por mais óbvio tenha sido esse desperdício, este não representa uma exceção, mas (infelizmente) a norma. Esse caso foi um pouco mais explícito porque analizou não apenas homossexualidade, mas foi baseada em relatos de um “sem vergonha”, por minha memória falhar em obter um termo mais apropriado.

        Além disso, ele assumiu algumas coisas (de acordo com minha percepção) erroneamente.

        Não acredito que ele está causando problema algum. Quem quer se informar sobre como funciona a pesquisa no Brasil pode ir diretamente nos sites da CAPES, CNPq, e outros. Pode ler notícias também.

        Esse blog tem outro intuito. E não é o de educar as pessoas em como seguir a vida acadêmica. Alías, ele nunca prometeu isso e nem finge ter essa função.

        Eu quis apenas abrir a oportunidade pra uma discussão. Talvez ele tenha um argumento pra mostrar como eu estou errado. Não sou um expert no assunto.

  13. Então, cara, fiquei sabendo da história porque uma amiga pediu minha opinião e respondi mais ou menos o seguinte:
    Você só conseguiria comer puta de luxo se não precisasse da bolsa da Capes pra mais nada, porque são 1400 por mês pra tudo, e a pessoa assina contrato de exclusividade, não pode ter emprego enquanto recebe o auxílio.
    Quanto ao mérito da pesquisa, não vou ler porque o assunto não me interessa, mas o tema e metodologia parecem plausíveis para a área do conhecimento e, pra ter sido aprovada, pelo menos três Doutores da área endossaram a importância dela.
    Por fim, quanto à sua reclamação de censura, acho que a mensagem do autor do trabalho ao YouTube está razoável. Você aparentemente fere a honra dele, afinal ele é Mestre em Antropologia, não em rola; prevaricação porque você afirma que ele usou o auxílio para uma finalidade diferente da qual ele foi concedido; e corrupção por ter dito que ele se apropriou de dinheiro público para fins exclusivamente pessoais.
    Isso é proteção da honra e imagem pública, não impedimento à sua liberdade de expressão. Os direitos dos outros protegem os nossos próprios, afinal ninguém quer ter sua honra atingida nem ser acusado de crimes sem provas.
    Enfim, parabéns pela qualidade técnica do vídeo e texto do post, é justo e importante discutir sobre a importância e validade de atos públicos, apenas quis contribuir um pouco.

  14. Além do que, você passou anos e anos vendendo pirocas. Pode não ter um know how acadêmico sobre elas, mas na prática as conhece muito bem.

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