O retorno ao Canadá – prólogo

Antes que eu publique um mega-dossiê para meus caros amiguinhos brasileiros detalhando minuciosamente o meu retorno às terras brasileiras, é necessário relatar uma história engraçada que aconteceu durante o embarque de volta à Canadalândia. É uma linda história sobre tradicional falta de educação brasileira, e sobre não se acanhar e dizer pra uma pessoa mal educada exatamente aquilo que ela precisa ouvir.

E, melhor ainda, diante de uma platéia. Foi um acontecimento tão fenomenalmente satisfatório que, mal passados dois segundos de seu término, o primeiro pensamento que me veio à mente foi “TENHO QUE ESCREVER SOBRE ISSO”.

Aprume-se na cadeira, você está a um clique de distância de ler a minha historinha.

Tudo começou na Área D (ou Ala D, ou Saguão D, ou seja lá como se chama o local) do Aeroporto Internacional de Guarulhos. Eu já havia comido meu McDonalds absurdamente caro (29 reais pra um lanchinho pra dois? Não é à toa que comer em McDonalds é coisa de playboy aí no Brasil), já tinha passado pelas lojinhas de souvenirs, já havia comprado minha revista SuperInteressante pro vôo. Quando decidi que já tinha feito tudo que precisava fazer em solo brasileiro, me dirigi com a noiva pra área de embarque, e de lá em direção ao portão 26, de volta à pátria amada.

(Me perdoem a honestidade mas o que eu amo no Brasil é só a família mermo. E os ufanistas de plantão vão logo tomar no cu com seu discursinho de esquerdista USA-hater filhinho de papai com Nike no pé, Xbox 360 na sala, laptop Dell na mesa e iPod no bolso.)

Enquanto removo nossas bagagens do carrinho e me posiciono na fila de embarque, noto a aproximação de duas mulheres. Uma dela, aparentemente no final de seus trinta e tantos anos de idade, de cabelo levemente loiro à altura dos ombros. Trajava uma blusa vermelha que lhe conferirá a alcunha de Puta Vermelha, já que eu infelizmente não sei o nome da biscate (uma pena, pois adoraria injuria-la aqui no HBD diante de milhares). Sua amiga, tão parecida era que poderia até ser uma irmã, usava uma blusa branca e como se tratou de uma pessoa de mais educação, será identificada como A De Branco.

A Puta Vermelha se aproximava da fila afobada, falando alto no celular e gesticulando nervosamente pr’A De Branco, que atrasava o passo atrás da amiga tentando equilibrar duas mochilas nos ombros. Feche os olhos e imagine essa cena por um segundo.

No celular, a Puta Vermelha explicava a um interlocutor invisível que ela estava atrasada, e que o seu vôo estava na última chamada, e que por isso “falo contigo mais tarde e tchau e beijo e boa sorte e manda um abraço pra Suzana”. Quem será Suzana, meu deus.

(A última chamada, aos desorientados, é exatamente aquilo que você imaginou – a galera da compania aérea segura o avião no chão por algum tempo além do período determinado pra decolagem, à espera da turma que acordou tarde ou perdeu a carona.)

Nisso começou a malícia.

A Puta Vermelha chegou chegando pertinho da fila, como quem não quer nada, tentando penetra-la por osmose. Aquele jeitinho clássico de quem tá esperando uma boa oportunidade pra furar a fila. Sabe como é a situação, né? Você já deve ter visto, ou até mesmo sido o responsável por tal afronta, pois aposto aqui que você é um filho da puta também.

“Aqui não, violão”, pensei com meu botão no saguão enquanto dava um safanão de antemão na namorada pela mão (imaginem-me verbalizando esta frase em ritmo de rap). Me posicionei entre a Puta Vermelha e o local onde a fila afunilava pra se comportar dentro das faixas. Dei uma olhada pro lado da Puta Vermelha, que tentava fingir que não havia ficado completamente revoltada com minha manobra de precisão cirúrgica. Ela se resignou a cortar a fila logo atrás da gente, na frente de uma turminha sem moral que aparentemente não detectou a fuleragem da Puta Vermelha a tempo de intercepta-la.

A namorada me pergunta por que apressei-a a entrar nas faixas. Respondo dizendo que não iria deixar essas espertinhas cortarem na nossa frente. Ela riu e me plantou um beijinho canadense bem ruidoso na testa.

A fila caminha a passos de lesma. Nisso o telefone da Puta Vermelha toca novamente. Agora já completamente impaciente, ela explica de novo (pra outro ouvinte, talvez?) que estava prestes a perder o vôo, que já estava na última chamada. E ela adiciona que não estaria em situação tão complicada…

“…SE NÃO FOSSE ESSE AMERICANO FILHO DA PUTA NA NOSSA FRENTE”. Sim, ela falou isso mesmo, em tom que convidava a fila inteira a ouvir e quiçá concordar com ela.

(Nota – a memória me falha, é possível que ela tenha me chamado de babaca e não de filho da puta. Compromisso jornalístico é isso aí)

Foi a deixa! Eu já havia detectado no arzinho de impaciência dela – que começou a ser emanado no momento que puxei a namorada pela mão executando minha acrobacia tranca-fila – que uma confrontação direta seria inevitável. Eu estava como que sobre uma mola, só esperando o momento de disparar. E, os deuses nos abençoem, aconteceu.

Virei-me pra trás. Com o ar tranquilo e cordial, falei em bom tom:

“Sou gringo não. E não vou atrasar o meu embarque por sua causa. Da próxima vez, chegue no horário pra não ter que ficar colocando a culpa do negócio nos outros” e sorri. Sorri mostrando os dentes, um sorriso muitíssimo filho da puta, sorriso daquele que sente prazer infindável, como se minha própria alma acabasse de receber um boquete.

A mulher fez uma cara como se eu tivesse afrouxado o cinto, puxado a piroca pra fora e dado com ela um tapa na sua cara enquanto todos os seus familiares, conhecidos e colegas de trabalho assistiam tal desmoralização. Surpresa e envergonhada por ter sido pega em flagrante no mais vil ato de ofender alguém pelas costas (figurativamente, já que ela achava que o xingamento passaria incompreendido, e literalmente, porque ela estava atrás da gente na fila), ela fez pose de inconformação. Tirou o celular da orelha e falou, dirigindo-se diretamente – e tome pleonasmo! – a mim:

“Errr… Logo se vê! Tinha que ser brasileiro mesmo! Mal educado desse jeito só podia ser brasileiro! Babaca!” bufou ela, indignadíssima e em alto volume. Arrumador de encrenca gosta de platéia (isso explica o HBD, aliás).

O primeiro instinto foi perguntar “…e você nasceu onde, retardada?”, mas aí percebi na velocidade da luz que eu, mesmo sendo brasileiro, já cometi o paradoxo de atribuir más qualidades a nossos compatriotas, como quem diz de forma subentendida “…mas EU não sou assim!”

Ao invés disso, disse algo milhares de vezes melhor. Disse algo que me permitiu dar replay do evento na minha cabeça sentindo orgulho de mim mesmo.

Num arroubo de presença de espírito (não sou geralmente tão belicoso ou ousado), virei-me novamente à Puta Vermelha. Um olhar de soslaio À De Branco me informou que ela se mostrava relativamente passiva à putaria que sua amiga escandalosa tocava.

Vale lembrar neste momento, pra temperar melhor ainda a história, que a essa altura uma considerável parcela da fila nos dedicava sua atenção. A turma sentiu o cheiro de treta no ar e já tava de olho pra ver o que estava rolando, provavelmente desejando em segredo ver uma troca de tapas.

Então, onde eu estava mesmo? Ah sim – me virei pra trás de novo e vi que A De Branco se mostrava quieta e observativa, enquanto a sua amiguinha Puta Vermelha estava mais vermelha ainda, revoltada e pronta pra armar barraco. Ao nosso redor, a fila que serpenteava no saguão de embarque nos observava. O palco estava armado. E depois da segunda afronta dela, eu tinha que impôr minha moral. Estava no ponto sem retorno. Disse, confiante:

“E a senhora, minha amiga? Quer algo mais brasileiro que deixar tudo pra última hora, atrasar a vida da galera do seu vôo, tentar furar a fila na cara de pau e ainda se achar dona da razão, pondo a culpa do negócio nos outros, armando barraco sem motivo, gritando palavrão no meio de criança e tudo – estendi o braço em direção a uma família na nossa frente -, e me xingando na corvadia por achar que eu não entenderia português? Cê não tá mais na favela não, senhora”.

Ahhh, meus amigos! Aquela acusaçao indireta e improvisada de que minha interlocutora era habitante de comunidade de baixo orçamento e possivelmente dividia domicílio com elementos da fauna criminal paulista foi a cereja no topo de da ofensa. Tendo dito tudo aquilo, me virei de volta pra namorada, já me sentindo vingado e satisfeito.

A Puta Vermelha vacilou na resposta, certamente não esperava que alguém desse uma resposta à altura do seu “brasileiro é tudo uma merda, menos eu” que ela provavelmente julgava ser uma retórica infalível.

Uma voz cortou o silêncio, sussurando em forte sotaque carioca “Caraio, maluco ishculachou a mulé.” Um “ela podia ter ficado sem ouvir essa, viu” veio em resposta, engatado a risos abafados.

Nisso a Puta Vermelha achou as palavras pra retorquir. Me xingou de um bocado de coisa, enquanto eu abraçava a namorada por trás e lhe plantava uns beijinhos no pescoço, como se a encrenca não fosse minha. Os anos de semear discórdia me ensinaram que em determinado momento, é preciso deixar o oponente se estribuchando enquanto você finge que não está nem aí. O sujeito se desespera por não estar conseguindo te atingir, e nisso começa a pisar na bola mais ainda, e passa a apelar. É no momento do apelo do oponente que sua vitória fica cimentada perante a platéia, já que como reza o ditado popular, “apelou, perdeu”.

Permaneci calado e dando cafuné na noiva enquanto a mulher bufava logo atrás de mim. Era melhor ficar completamente calado e sair por cima, já que eu já tinha dado um xeque-mate nela. Se tentasse estender a alopração, era capaz de errar na dose e falar merda.

Incapaz de vencer no front original, a Puta Vermelha mudou de estratégia – apontou pra aliança no meu dedo.

“Brasileiro pé-rapado casa com americana, ganha green card e fica se achando o rei do gado!” vociferou a mulé, tentando me arrastar pra mais um round por meio de golpe rasteiro.

Virei pra ela com outro sorriso aberto. Levantei a mão mostrando a aliança e falei:

“Mão direita é noivado, sua burra, e ela não é americana. Quando a conheci já morava legalmente no Canadá fazia tempo. Fica calada aí por gentileza, cê tá tumultuando o negócio aqui com essas suas jumentices.”

Sim, falei mesmo “jumentice” em pleno aeroporto de Guarulhos, pro deleite de meus conterrâneos que estejam lendo este relato.

Dessa vez as risadas foram mais audíveis, confirmando que a mulher estava perfeitamente e completamente ownada.

E impressionante ela ficou calada. Ou melhor, totalmente calada não, mas passou a apenas sussurrar impropérios pra amiga, ao invés de dirigi-los a mim. Nunca me senti tão vitorioso na vida.

Mal terminei de falar isso e notei que os atendentes do aeroporto haviam aberto outra máquina de raio X – pra acelerar a fila ou apenas separar os brigões, jamais saberei. Mas a urgência deles de me tirar da fila parecia grande. Apressei o passo, dei boa noite aos seguranças, submeti minhas malas à vistoria eletrônica.

Com o rabo dos olhos vi que a Puta Vermelha havia retomado à pose de ofendida, e havia se aproximado a um agente da Polícia Federal que estava observando os embarcantes. Não dava pra ouvir o que ela tava falando pro cara, mas o dedo em riste na minha direção e a expressão facial não deixava dúvidas.

O tira olhou pra mim, olhou pra Becca, e em seguida se virou pra Puta Vermelha e fez aquele gesto dismissivo com a mão, como quem diz “sai daqui, sua maluca”. A expressão dele de indiferença me disse que a última coisa que o cara queria naquele momento é engrossar pro lado de cidadão canadense por causa de perua escandalosa que estava atrasando vôo dos outros. Peguei minha mochila da esteira da máquina de raio X e a vi voltando pra fila completamente desmoralizada. E pior, enquanto ela havia perdido tempo pra me delatar pra PF, a turma que vinha atrás dela se adiantou e passou pelo raio X na sua frente. E era uma turma imensa, talvez um grupo de excursão? Sei lá. Só sei que a infeliz ficou ainda mais atrasada.

Dei adeus ao solo brasileiro me sentindo completamente realizado e feliz.

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comments

179 comments

  1. uaHSUHASUH…. Adoro ver esse tipo de gente se fud…. muito bom! Mandou bem. Sempre existe um babaca que se acha superior a outros e pode furar filas e tals… eu não dou moral também não. Valeu!!

  2. Não tem nada melhor do que ownar alguem assim com toda a calma e toda a razão… ridículo dela tentar te desmoralizar usando baixos termos hehe..

    mandou bem 😉

  3. Clap, clap, clap…
    Izzy, há tempos que acompanho o seu blog, mas nunca tive oportunidade de comentar. Sabia que assim que retornasse de sua viagem, teria muita coisa assim pra contar.
    Agora, o show em cima da puta de vermelho foi algo realmente inspirador! Essa daí vai pensar duas vezes da próxima vez que for dar chilique em lugar público.
    Grande abraço!

  4. Ah, e favor desconsiderar a ausência de alguns espaços no meu comentário anterior, a maldita barra de espaço tá mostrando alguns problemas recentemente.

  5. ahuahua mando muito izzy
    ownar assim eh mt bom, na calma, com razão, ainda mais quando eh uma dessas minas que se acha a ultima bolacha *.*

  6. Pingback: Carlos Leite
  7. Pingback: Dav1d
  8. Cara eu acompanho teu blog faz um tempo, mas essa é a primeira vez que eu vo parar pra comentar. Mandou mt bem! Não só calou a boca da perua como me proporcinou boas risadas!
    valeu! espero que sua viagem ao brasil tenha sido excelente =)

  9. Gente mal-educada é mal-educada em qualquer canto, Brasil ou Canadá. Não é questão social nem étnica, é simplesmente gente incapaz de conviver em sociedade.

    Dito isso, fica patente que: Ownou geral, rapaz, coisa linda de se ver (ler).

    Desenvolvimento: 9 (excelente timing)
    Harmonia: 9 (manteve o nível)
    Criatividade: 7 (fez o básico, cumpridor)
    RED CAPE FACTOR: 9 (delirou os transeuntes)
    LULZ FACTOR: 10 (obliterou a dita-cuja)

    Great Success!

  10. Esse é o problema das mulheres… não estão acostumadas com treta e se acham no direito de encarar qualquer um. Nós homens (pelo menos entre os heterossexuais civilizados, que é como posso falar) conhecemos nosso poder e força e reconhecemos nos outros o mesmo, por este motivo temos este pacto universal de educação moderada que nos impele a evitar impasses para que a porrada não coma frouxa. Mulher não tem essas coisas… como elas nunca pararam pra pensar que a porrada pode (e deve) comer pro lado delas, acham que podem sair ofendendo todo mundo.
    Sou da filosofia de Conan, que não agride mulheres, contanto que se comportem como mulheres… se quiserem brigar, que pelo menos saibam brigar e aceitem que existem pessoas mais fortes no mundo e que a porrada sempre foi e sempre será uma opção, por isso que os barraqueiros, de maneira geral, ou são mulheres ou são gays.
    Eu tive uma namoradinha uma vez que inventou de me dar um tapão na cara por alguma bobagem que devo ter feito (ou não). Nesse exato momento ela me deu o direito de fazer o mesmo contra ela… só que, obviamente, eu não fiz. Apenas disse que a cada dois tapas dela, eu daria um dos meus. Alguém aí acha que eu fui agredido novamente?

  11. uheueeuheauhaeuah… não podia sair do Brasil sem essa, hein?! …experiência completissima pra a noiva =] se garantiu demais!!!!! =]

    …e quanto essas tuas armas… é tipo de paintball, ou é mais suave a parada? (desculpa a noobice no assunto =/)

  12. Só não gostei dessa história de ufanista vai tomar no cu. Porque, já morei por anos fora do país. Conheci vários países ditos de primeiro mundo. E não são tênis e aparelhos eletrônicos que me fizeram esquecer o meu Brasil!!!!

    Mas quanto ao relato da fila no aeroporto. Meus parabéns!!! No Brasil é o único lugar que encontrei pessoas chegam atrasadas de propósito e acham isso muito natural. Uma coisa que aprendi com os japoneses foi que chegar na hora combinada é questão de respeito com as outras pessoas. E lá, os pontos de ônibus têm tabela de horário, que mostram os minutos de partida. Ou seja, não se atrase! No Brasil as companhias têm que esperar pelos atrasados e isso me deixa muito nervoso! 🙂

  13. Só não gostei dessa história de ufanista vai tomar no cu.

    É só um alerta pros chatos de plantão. Por anos leio aqui nos comentários do HBD desaforos da massa anônima por revelar que SIM, prefiro morar no Canadá que no Brasil.

    (A recente ida ao Brasil solidificou essa opinião, aliás)

    O probrema é que a galera se sente ofendida por causa disso, e parte pro ataque. Soa demais como despeito, até porque brasileiros em geral costumam criticar vários aspectos do nosso país abertamente, mas deixa um gringo fazer a mesma coisa (ou um imigrante como eu) que a galera se revolta.

    É que nem aquele lance de que você pode falar mal do seus pais ou irmãos ou namorada até o cu fazer bico, mas no momento que um terceiro faz isso, você entra na defensiva.

  14. E quase me esqueci -- o costume das empresas aéreas de atrasar um pouco o vôo pra esperar pelos atrasados não é exclusivo do Brasil não, ein.

  15. Mermão! Depois dessa sou seu fã assumido! =D

    E como nosso amigo carioca já falou anteriormente: “Caraio, maluco ishculachou a mulé”! Huahuauhahua =D

  16. ahh…como é bom qd um filho da puta toma no cu, sério…esse tp de coisa da um alivio profundo. Agora eu quero o dossiê!

    abrass

  17. Kid,

    Demais essa hein? Deveria ter batido uma foto mesmo da mulher pra gente ver a puta vermelha.
    Quisera eu ter essa presença de espírito pra fazer isso que tu fez!
    Simplismente incrível!

  18. Eu já era fã do Kid. Agora sou fã³ (ao cubo, mesmo) do Kid. Hahaha, tirando a pagação de pau.

    Simplesmente você fechou com chave de ouro o prazer de ter ido ao Brasil! E deu aos seus leitores uma satisfação imensa de como um filho da puta merece ser tratado.

  19. hahahahahahahahaahahahhahahah!
    adorei!!

    mas cara, não creio que isso seja exclusivo do Brasil. meu irmão também me conta umas histórias, ele trabalha no aeroporto de Guarulhos. gente filhadaputa existe em qualquer lugar, e vem de qualquer país, isso é fato. mas cada país tem sua puta de vermelho. é uma coisa mais da humanidade, não de uma localidade geográfica específica.

    parabéns por quebrar a cara dela só com palavras. hahahahahah! 😉

  20. Cara, GENIAL!!!!!
    Eu sou brasileiro (ao contrário de você amo o meu país, mesmo, mas reconheço a nossa infinidade de problemas e, por isso, aceito a sua opinião) e sempre que viajo ao exterior ou encontro um gringo por aqui, tento ser o mais afável possível, para que eles tenham uma boa impressão da gente. E uma das coisas que mais odeio é quando um brasileiro trata mal estrangeiros. Quando eu estava na Argentina, por exemplo, eu lembro de várias vezes em que eu estava em alguma loja, arranhando o meu espanhol (porque na Argentina a gente deve tentar falar a língua pátria DELES), daí chegava um brasileiro (por coincidência [será?], todas as vezes era uma perua), se dirigia ao atendente em português (quando muito em um portunhol bem mal dito) e o tratava como um retardado. E o pior é que normalmente eu estava conversando com um outro atendente, que percebia que eu era brasileiro e falava que já tinha ido ao Brasil várias vezes, que adora o nosso país, a nossa gente, daí entrava uma pessoa dessas, eu ficava sem saber onde me esconder, tinha que ignorar que a pessoa estava lá, falando alto e se achando superior aos nossos hermanos. Eu tenho um tio q

  21. Continuando, tenho um tio que várias vezes já passou por essa situação que eu descrevi e saiu da loja, envergonhado de depois ter que falar para algum atendente que era brasileiro. Enfim, falei demais, mas é que isso também me incomoda profundamente, tive que extravasar!

  22. Roox Kid!
    Tratamento digno!

    Boa sorte rapaz, de volta a terras canadenses. Parabéns pelo noivado.

    P.s.: A irmã da Becca esta disponível?

  23. (Me perdoem a honestidade mas o que eu amo no Brasil é só a família mermo. E os ufanistas de plantão vão logo tomar no cu com seu discursinho de esquerdista USA-hater filhinho de papai com Nike no pé, Xbox 360 na sala, laptop Dell na mesa e iPod no bolso.)

    Israel, tá ligado que se não fosse tua honestidade -- lógica -- em não esconder que prefere viver em um país de 1º mundo a um de 3º em processo gradual de desmoralização sócio-política, tu não teria 1/10 de leitores, não é?

    Abraços!

  24. Puta vermelha arrombada vai morrer de tanta desmoralização no cu.

    Kid viado vai morrer de tanta fauna criminal paulista no cu.

  25. Cara, você virou meu mais novo ídolo. Os foras educados são sempre os mais doloridos pra quem recebe. Pena não ter presenciado isso. Deve ter sido lindo! Felicidades aí no Canadá. Espero um dia ser sua vizinha.

    Beijos.

  26. Aaahhh, nada como abrir um belo sorrisão estilo animaniacs praquele e ver o extressadinho(a) esbravejar cada vez mais… Funciona mto bem no trânsito.

    Mandou bem, cara. Sem deixar o sangue subir à cabeça… preciso trabalhar esse meu lado.

    Estou oficialmente voltando a ler o HBD, depois de anos.

    Abraço

  27. Booooooooooa Kid.
    Po tem horas que não se pode ficar queto mesmo.
    Saibas que tem outro aqui que ama no Brasil somente a família.
    Abraços

  28. Você se acha muito diferente dela escrevendo coisas como “tradicional falta de educação brasileira” e “engrossar pro lado de cidadão canadense” com ar de superioridade?

    Sim, foi um baita exemplo de falta de educação. Mas falta de educação típica de quem pensa ser superior que o resto da humanidade devido a uma suposta condição financeira/social melhor (que muitas vezes é apenas fachada). E isso ocorre no mundo todo.

    No mais, parabéns por não ter perdido a compostura e agido com educação. Você é diferente, não por ser brasileiro, nem por ser “cidadão canadense”, mas por seu caráter, independente de nacionalidade.

  29. Você se acha muito diferente dela escrevendo coisas como “tradicional falta de educação brasileira” e “engrossar pro lado de cidadão canadense” com ar de superioridade?

    Sobre a “tradicional falta de educação brasileira”, reconheço que cometi praticamente o mesmo erro da mulé. Mas no “engrossar pro lado de cidadão canadense” você me entendeu errado.

    Em primeiro lugar, não sou nem cidadão canadense (e mesmo que fosse isso não significa que eu seria intocável pela Polícia Federal). O que eu quis dizer -- e talvez não tenha deixado tão claro -- é que o policial me vê falando inglês fluente do lado de uma gringa com aliança no dedo, ele provavelmente conclui que sou cidadão estrangeiro. E nesse caso, embora ele tenha autoridade de policial, realmente nem vale a pena pra ele vir me encher o saco porque não dá em nada mesmo.

    Ficou claro agora?

  30. E numa coisa ela tinha razão -- brasileiro é tipicamente mal educado mesmo. O vacilo dela é acusar todo o nosso povo de falta de educação, quando ela estava atrasando um vôo, tentando cortar a fila, falando alto no celular e armando barraco no meio da geral.

    Em suma, se você vai acusar o povo brasileiro de mal educado, ao menos assegure-se que você não está sendo o mal educado da situação. Fica menos paradoxal, tu não acha?

    Sobre se achar superior que os outros por ter situação financeira melhor, como todo mundo sabe eu perdi o emprego recentemente e tou com um emprego temporário merda, ou seja, realmente não é o caso mesmo.

  31. Ah, não exagera nesse negócio de dizer que no Brasil só a família presta. Vais dizer que não curtes ver o Flamengo tomando uma sova de vez em quando?

    E me diz uma coisa, não deu pra tirar fotos da Dama de Vermelho?

    (“Dama”, porque daqui a pouco a criatura lê isso, vira a Tina 2.0 e estrepa todo mundo. Menos eu. HEH)

  32. Você também vê discussões não só como discussões, mas sim como uma arte. Ou melhor: uma ciência.

    Manter a calma, fazer o “adversário” ficar ainda mais irritado, etc.

    “Saibas que tem outro aqui que ama no Brasil somente a família.” [2]

    Pô Kid, te amo 😛

  33. aaaaaaahhhh Izzy, muito boa =D
    na minha cabeça foram passando vozes de unreal tournament
    First Blood ateh o Monster Kill *-*
    virei mais fã seu
    abraço o/

  34. Pingback: izzynobre
  35. aIuAHIOhaHiuAhAOIhIAOu
    bom texto…
    só vindo pro Brasil pra conseguir uma pérola dessas… (aaaaaa cutucada fatal já que não tenho nada melhor pra falar mesmo)

  36. hahuahuahuauhahuauhahuahuahuhuahua

    cara,
    chorei de rir com o texto, muito bom MESMO!

    “Caraio, maluco ishculachou a mulé.”
    huahahahahauha

  37. Kid,

    O que faz um lugar são as pessoas. Nesse lugar estão familiares e amigos. Estes foram também responsáveis por um esquecimento da tecnologia e comodidade canadense. Foram, igualmente, responsáveis pelo esquecimento de que você é um cara quase sozinho no Canadá. Por um momento, achei que você pudesse refletir sobre se os valores de comodidade e tecnologia canadenses são fundamentais na sua vida (e se for, ótimo).
    O Brasil tem problemas. É absolutamente normal gostar mais do Canadá do que daqui. Entretanto, falar que o que você mais gosta no Brasil é sua família, não exclui o fato de gostar do País. Um lugar sem pessoas perde total sentido. E o Brasil tem sua família, que está dentro desse contexto dos valores sociais formados aqui. Ou seja, você gosta, em parte, daqui. Não tanto quanto o Canadá.
    Minha maior curiosidade é saber se sua senhora gostou das relações interpessoais de maior proximidade, das quais os brasileiros estão acostumados. Essa curiosidade às vezes mostra que, apesar da desorganização social, pode haver resquícios de humanidade das relações no Brasil, coisa que, pela excessiva organização, nos países centrais podem estar mais fracas.
    Outra curiosidade é saber do que você gostou nas suas relações fora da esfera familiar.
    Abraço,

  38. Pingback: Derek Camara
  39. To com você, faria o mesmo. As vezes me sinto até um pouco quadrada de ser tão chata nesses assuntos, mas foda-se, pq eu acho muito importante respeitar essas coisas.

  40. Pingback: Oda
  41. Desculpa o duble post.
    Mas em relação ao que você disse sobre a falta de educação brasileira, existe gente escrota em tudo quanto é lugar, não tem como escapar não. Não que isso seja uma defesa ao Brasil, eu concordo com a opinião do Kid em relação a isso.

  42. Pensando em algumas situações absurdas como essa pelas quais já passei e como gostaria de ter tido a sua presença de espírito! Valeu, garoto! Essa foi de primeira!!!!!

  43. Típico mesmo de gente que não tem porra nenhuma no bolso, passa 5 anos da vida juntando grana para viajar para fora do país e acha que é muito importante.

  44. Kid, sobre a “situação financeira superior”, eu não falava de você, mas da “madame” mal educada.

    É comum em qualquer lugar do mundo que pessoas com boas condições financeiras acreditem que são superiores e que não precisam mais de educação e bons modos. Se você reler o segundo parágrafo do meu comentário, vai ver que eu falava da “moça”. 🙂

    A única coisa que não gostei de sua parte foi a generalização sobre os brasileiros. No restante, te dou razão total.

  45. Agora, sempre que alguém quiser saber o sentido de “Owned”, você passa passa o link para esse post e diz “Isso é owned”

  46. Já dizem uns colegas meus em situações onde cala-se a boca de outro:
    “Páh!”
    Gostei de ver. E vi que ela também fez juz ao que disse: “Brasileiro é tipicamente mal educado.”

    P.S.: também descobri o que é realmente “Owned”.

  47. Excelente texto, tava sentindo falta dessas histórias envolvendo tretas. O blog tava muito “colônia de férias do tio evandro” nos últimos tempos. Continue assim.

  48. Cara, sou seu fã.
    A cada 15 dias pego a Ponte Aérea e tanto em SP quanto no Rj sempre tem um Zé Graça (vários na verdade) que acham que as filas prá embarcar são para os outros.
    Furam na maior cara dura del mondo…
    Já fiz cara feia, já fechei fila, já reclamei comigo mesmo, mas nada adianta.
    Ignorante e arrogante é assim em qualquer lugar do planeta.
    E sobre os atrasados sempre tem anuncio no som do aeroporto chamando a pessoa pelo nome…
    Será que eles acham engraçado ?
    Tosco total.
    Abracos.

  49. CCCC fanclub, vou fundar.
    as vezes eu dou mais risada com o XXX viado, vai morrer de tanto XXXX no cu do que com o texto em si.

  50. HAHAHAHAH rindo bicas aqui.
    deixei pra ler hoje, pois ontem tava atolado de serviço. se soubesse que o 0wned tinha sido tao lindo, tinha lido ainda ontem 😀
    uhahuauhah só tendo muita cultura pra quebrar a mulher desse jeito

  51. Cara, se eu me juntar a você é formação de quadrilha. Porque, né? Ninguém é obrigado a passar por esse tipo de coisa sem dar uma bela e honrada escrachada nas “putas vermelhas” que abundam nesse Brasil varonil. Parabéns e MANDA BRASA!

  52. Cocksucker bitch ahushaiuhsiuahisuahs
    acabou com ela kid mas, da ultima vez que eu encontrei um cara assim no aeroporto enfiei a porrada nele e a policia federal me pegou…
    também quero morar em Calgary…

  53. Todos os dias no meu caminho de volta do trabalho pego a rodovia Dutra e chega num ponto que existe uma bifurcação que quem vai pra direita pega a avenida do meu caminho e quem vai pela esquerda vai pra marginal tietê,gerando uma fila de 2 faixas na direita , até ai normal, o que eu não acho normal são pelo menos os 10 filhos da puta que ficam na esquerda e querem furar a fila pela frente do meu carro no momento da bifurcação e todos os dias eu tenho que passar nervoso com isso , abrindo o vidro, sinalizando com o polegar pra trás, buzinando ou até berrando mesmo, isso quando não jogo o carro pra cima deles pra bater mesmo, e sabe porque esses idiotas continuam fazendo isso dia após dia? porque as autoridades são omissas a esse trecho(Brasil país da impunidade), e porque existem os idiotas(Brasil país dos trouxas que não ligam em serem lesados) mais idiotas do que os fura-fila que simplesmente deixam eles entrarem como se fosse algo absolutamente normal.

  54. CARALHO,Kid…foi foda,simplesmente foda.fui até acometido pelo Orgulho Alheio,de tão foda que a sua ownada na Puta Vermelha foi…

  55. Boooooooooooa Kid!!!

    um amigo meu que ta fazendo intercâmbio na Alemanha fez quase a mesma coisa com uma mal educada dessas…

    adorei xD

    As ultimas tiradas foram quase um “fica no chão! NÃO levanta, senão vai tomar mais porrada!!” [2]

    beijao o

    p.s: e o post sobre as patricinhas heim?? ainda lembro da promessa dos 3 posts especiais por ter ganhado no tchanãnã

    As ultimas tiradas foram quase um “fica no chão! NÃO levanta, senão vai tomar mais porrada!!” [2]

  56. Sei exatamente como se sentiu…

    Acabei de participar de uma discussão por email e, como um bom Semeador da Discórdia, estou nesse momento com um belo sorriso no canto da boca…

    Vou pra Fortaleza no fim do ano, se puder me mandar uma lista de lugares que não posso deixar de visitar, agradeço! E outra, de lugares pra não ir nem fodendo…

  57. Maaaaassaaa hauhauhauhauha ..mas eu queria que o policial tivesse ido “tirar satisfação” cntg ..pq com certeza a fila ia ficar contra ela e ela ia ter perdido o vôo por causar tumulto e fazer arruaça no aeroporto ..seria fechar a cena com chave de ouro 😀

  58. Pingback: foscarini
  59. Parabéns, Izzy!
    Isso é algo que, às vezes, essa cambada de mal-educados (me refiro aos que fazem cagada e ainda se acham com razão) às vezes precisa ouvir…

  60. Cara… como eu queria ter visto isso, juro. Infelizmente sou da turma que vez ou outra acaba engolindo sapo por falta de coragem de encarar os folgados.

    Pronto, taí mais um estímulo pra eu fazer diferente…

  61. Hoje aconteceu uma coisa parecida comigo, aqui em Fortaleza tbm, no ônibus. O cobrador, que deveria estar muito estressado, quis arranjar briga comigo por uma pergunta que eu fiz, na hora fiquei tão calmo e falei com ele normalmente e com educação que ele mesmo se assustou e baixou a bola. É muito bom conseguir manter o controle da situação, como vc fez.
    Abraços

  62. Haha, muito foda. Impressionante como essas pessoas ficam com cara de merda deplois de ums dessas. Elas acham qeu sesfam de qualquer coisa pq ninguém fala nada. Kid, vc é meu herói.

  63. Eu sou daquelas pessoas que tem uma resposta ótima dois dias depois -- você as teve na hora. Muito divertido. E sobre você só gostar da família no Brasil, eu entendo, até porque é a única coisa que me prende por aqui.. e o Canadá é maravilhoso. Morei durante 4 semanas em Vancouver e se pudesse, moraria lá pro resto da vida. Abraços!

  64. Salva de palmas para o Kid! G-E-N-I-A-L !! Ahhauhauha me lavei de rir aqui, o mais engraçado é ver ela se desmoralizar sozinha hauhauha. Numa discurssão tem que saber onde se pisa u.u. Boa Kid! Vc devia fazer o “Manual do Arrumador de Encrenca: Como sair ganhando em discurssões”

  65. Me faz lembrar o babaca dono do albergue da Praça da Árvore em SP. Encheu a boca pra xingar nordestinos … na minha frente. Ouviu, calou-se e perdeu um cliente que indicava o albergue pra vários gringos.

    Ví um casal no Iguatemi outro dia e pensei…”D’onde diabos conheço esse povo?”

    Agora sei que eram vocês.

    Abraço.

  66. Primeira vez que comento, também.

    Cara, ler isso foi muito bom xD~. E o melhor é que aconteceu aqui do lado de casa. Próxima vez que for parar no aeroporto de Guarulhos avisa aí que eu quero ver essas coisas de perto kkk.

    Abraços. Parabéns pelo Blog! Leio já faz algum tempo.

  67. Ela ñ podia ter escolhido o pior lugar pra fular a fila e possivelmente a pior pessoa pra ficar putinha com…Extrema jumentice!

    OWNED..OWNED…
    &
    FATALITY!!!

    GAME OVER bitch!

  68. Muito bonito, muito engraçado, mas eu só posso dizer uma coisa tanto pro interlocutor quanto pra “puta de vermelho”: BABACAS! BABACAS! Não esta certo furar fila, muito menos armar barraco, mas puxar a sardinha e arrotar grosso e pisar em cima dos outros só te faz igualzinho a puta e vermelho.

  69. Kid, você é um cara escroto!. Por isso sou seu fã.

    Abri um blog que chegou a mil visitações diárias, mas hoje cancelei ele. Ainda não aprendi a lidar com chingamentos provenientes de otários de baixo calão.

    Você contornou essa situação com maestria. Meu herói!!..

    abraço.

  70. Pingback: Guilherme Tecchio
  71. Caralho, como falta educação nesse Brasil! Pensei que essas merdas só aconteciam comigo!

    Esses dias aconteceu um episódio parecido. Saí de casa com 3 horas de antecedencia para pegar um onibus de BH para o interior de Minas, sendo que tinha comprado a passagem que é numerada de acordo com o lugar no onibus no dia anterior, e qual não foi minha surpresa ao chegar no lugar e encontrar uma mulher sentada papeando com um cara que tinha comprado o assento ao lado do meu…

    Pedi para sair, e ela:

    -- Pega meu lugar ali (apontou para o ultimo lugar do onibus, ao lado do banheiro, o PIOR LUGAR, o que ninguem compra, o que balança mais por estar em cima da porra do eixo do onibus) e deixa eu ficar aqui com meu amigo

    Eu secamente disse
    -- PREFIRO O LUGAR QUE COMPREI, DÁ LICENÇA AI

    Ela resmungando saiu do lugar, mas não sem antes dizer em tom de ironia “NOSSA COMO VOCÊ É BONZINHO!”

    Eu retruquei -- EU NÃO SOU BONZINHO E NÃO QUERO SER BONZINHO. E ela continuou resmugando feito uma criança embirrada.

    Eu que me adiantei para comprar o lugar que desejava, justamente para não passar 7 horas numa merda de assento perto de um banheiro potencialmente fedido, na cabeça dela, deveria ser “bonzinho” e ceder o lugar a ela que CERTAMENTE deixou para comprar o bilhete minutos antes do ônibus partir…

    Cara isso me indignou!

    Ainda que fosse a Scarlet Johanson versão tupiniquim (o que não era o caso), eu não cederia o lugar justamente por identificar, em um centésimo de segundo, aquela velha malandragem nacional (que você desnudou tão bem no seu texto) para a qual eu não dou apoio.

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