Prólogo + Primeiro capítulo

Tou bastante entediado então vou soltar aqui temporariamente o prólogo e o primeiro capítulo do meu futuro livro, só pra ver qual o grau de recepção e tal.

Tenha em mente que este é um rascunho – é provável que haja erros de concordância, grafia, e etc. Constantemente revisito capítulos já escritos pra fazer revisões, adicionar detalhes, etc.

E o livro não tem nome ainda.

Sem mais delongas, aí vai. Este post ficará no ar por menos de uma hora.

[ Edição ] Pronto. Quem viu, viu. Quem não viu, espere.

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comments

108 comments

  1. Caralho Kid, tá muito foda mano, parabéns… continue, e se um dia você publicar essa porra e dar autógrafos na Saraiva, juro que pego fila pra ter o teu ! hahaha, abraços, e muita inspiração pros próximos capítulos !

  2. Nossa! .ahauhauauha porta da esperança foi trash xD .. fundo do baú total!! …

    pow.. tá ficando foda ahahha.. se o resto for engraçado assim eu compraria fácil xD

  3. Se todo o livro for seguir o cap#1 o livro não merece nem ser chamado de livro.

    Pra um blog o texto tá bom mas como livro não serve. Tá muito temporal, daqui 100 anos imagine seu livro com notas de rodapé explicando o que diabos é Twitter. Além do fato claro que tem jeito de que será uma autobiografia que o tipo mais tosco de literatura que existe.

  4. exdrúxulas -> esdrúxulas

    Último parágrafo do prólogo foi sensacional.. auhahuahuauha..

    Cara, esse é o tipo de livro que as pessoas VÃO querer comprar (vide Bruna Surfistinha), você pode ficar mundialmente famoso por causa dele.
    Eu avisei!

  5. @Fernando

    Eu teria que ser meio megalomaníaco pra me preocupar em escrever o livro pensando em como ele será lido daqui a 100 anos.

    Leio livros mais antigos que fazem referência a fax, teletipo, filme fotográfico, pager, máquina de escrever e outros, e isso não estraga a leitura. Você automaticamente entende pelo contexto que a história se passa em outro período. Normal.

    Se eu tou lendo um livro em que o autor menciona Napster (mesmo que ele se refira ao programa como “fenômeno recente”), o que acontece é que eu instintivamente saberei que o livro é mais antigo. Acho difícil alguém se ver nessa situação e pensar “que merda de livro, ele foi escrito há mais de dez anos!”

    E “MUITO TEMPORAL” é um exagero do caralho, considerando que há UMA menção sobre Facebook/Twitter, e apenas porque foi relevante no trecho.

  6. Concordo com o pvr. Realmente parece mais um post longo de um blog, onde as pessoas já te conhecem. Achei muito pessoal e com uma linguagem quase coloquial demais.
    Gostaria de ler pra saber as histórias, mas acho não parece muito um livro…
    Não vejo problemas em se contar uma história em primeira pessoa, autobiográfico ou não, mas tem algo aí que cruza essa linha… Vou tentar pensar melhor e dar algumas dicas =)

  7. Eu sempre leio os posts, mas, nunca comento, então, para eu comentar alguma coisa, é por um bom motivo (I guess.).

    Óbvio que tem erros, mas, fazer um livro gramaticalmente correto é MADNESS. Machado de Assis era dito gago em sua escrita porque escrevia muito informalmente (e também porque ele era um mouro… gago). Acho que os erros refletem a informalidade e a idéia natural do livro que tu quer (note o “tu quer”) passar, se tu acertasse tudo, ficaria meio articial, não acha? :S. Vírgulas, pontos, ortografia, organização são salvos por uma boa revisão.

    Todo mundo tem esse sonho de ser lido, plantar uma árvore, ter um filho. E acho que é fácil transformar tua vida num livro porque tu consegue pegar qualquer coisinha da vida (e mesmo que seja da vida canadense, as pessoas se identificam) e transformar numa história que deixa o leitor com um sorriso no canto da boca até o fim; meio que “cronista” por definição. Acho que tu tá indo no caminho certo, gostei do prólogo e gostei do capítulo 1.

    tá, parei.

  8. Estou sentindo uma ponta de influência de Luiz Fernando Veríssimo com Arnaldo Jabor aí?

    Bom… talvez uma ponta do tamanho do vibrador descrito no texto.

    BTW, excelente. Promete ser um texto daqueles que você precisa parar pra fazer algo mas sempre quer ler ‘só até o fim do capítulo’

  9. “quintos dos infernos” eh uma expressão precomceituosa atribuida ao nrasil pelos portugueses da corte. põe isso no livro naum. põe uma dessas expressoẽs gringas que vc traduz e fica parecendo que foi vc quem inventou, tipo, “shit bricks” (claro que essa não serve :p ).

  10. Kid, eu realmente acho que o Fernando tem certa razão em dizer sobre “daqui a 100 anos”. É um livro cara, é realmente coisa feita pra durar 100 anos, não é como um blog. Mas não acho que por isto precise mudar o que está escrito, não mesmo. Melhor o futuro leitor aguentar notas de rodapé como nós fazemos quando alguém fala que recebeu um pomposo rapapé cheio de salamaleques. Seja moderno mesmo, mantenha o estilo da escrita. Não tente abraçar uma escola antiga de escritores, por que é assim que a gente escreve hoje, é assim que a gente tem que ser lembrado no futuro.

    Está bem legal, só queria perguntar se você já imaginou um final pra isso tudo. Falar de si mesmo e de coisas que já aconteceram na sua vida é foda pq uma hora vc chega no presente e ai? Se terminar o livro com “Isto é história que somente poderei contar no futuro, ou meu biografo o fará para vocês” você merece morrer de hemorragia.

  11. @leandrolopesp

    não fode cara, o fernando tá certo?
    pelo amor de deus, vocês já leram algum livro na vida?
    fora um ou outro errinho de escrita o livro tá ótimo, já dá pra ver que virá histórias ótimas. eu compraria sossegado.

  12. Um bom exemplo de texto “moderno” é o livro Adeus Ano Velho. Ele fala de forma descontraída as coisas da época do acidente e do depois. É justamente isto que é a coisa genial do livro. Aliás, ele fala de discos de música que daqui a pouco tempo serão coisas de museu. Precisará de notas de rodapé. Foda né? Deve falar também de fichas telefônicas, fitas cassetes, vhs…

  13. @Renan li muitas coisas, de diversos estilos, etc, etc. Não preciso terminar isto pra vc achar que eu sou intelectual. Eu li.

    O que eu disse é que acho que o Fernando está certo em dizer que o livro deve ser pensado em algo que durará 100 anos. De resto eu não concordo com ele não, e isto fica explicitado no resto do meu comentário.

  14. Cara, como já disseram em comentários anteriores, pra um post típico de blog tá ótimo, já pra uma eventual publicação ainda há muito a ser melhorado.

    Não me refiro a erros de sintaxe ou coisas do gênero, na verdade, não me refiro a nada em específico, simplesmente acho que você poderia tentar reescrever esse primeiro capítulo pra torná-lo ao menos mais acessível àqueles que não tem tanto conhecimento sobre você ou seu blog, acho que isso eliminaria a sensação de que o texto não passa de um post de blog. No mais, parece promissor ;D

  15. Muito bom, eu compraria com certeza.
    Ah, e aqui vai uma dica, você deveria fazer uma espécie de glossário ao final do livro com os sextoys que você cita ao longo do mesmo. Ainda que uma googleada rápida seja o bastante para tirar a dúvida quanto a um artefato desconhecido, tenho certeza que seria muito mais cômico ouvir a sua descrição dele.
    Afinal, a compra do livro é em boa parte para ver sua perspectiva das situações e objetos inusitados do seu emprego.

  16. Cara, ri muito. E seria melhor ainda se você mandasse um exemplar pro meu colégio católico para ver se virava leitura obrigatória. kkkkkk. Ou melhor, eu mesmo mando só pra ver a cara da freira malvada.

  17. A idéia até não é má, mas eu recomendo melhora na hierarquia das informações distribuídas pelos parágrafos. Suas opiniões e divagações estão muito misturadas com os relatos da sex-shop e ao mesmo tempo com histórias da sua vida. Por exemplo: os capítulos serão divididos cronologicamente, por assunto, ou por fatos importantes?

    Isso é o principal em que você deve trabalhar, a estrutura e organização do texto. Com relação à correções ortográficas em geral, qualquer revisão resolve, mas a estrutura quem deve definir é você.

  18. Trabalhar numa sex shop, taí uma experiência de vida que, no mínimo, é interessante. Gostei do que li. Mas como falaram acima, seria mais interessante num blog e, posteriormente, dependendo do êxito, um livro.

  19. Não acho que o texto seja ruim por ter perdido um pouco de sua atemporabilidade porém concordo que do jeito que está mais parece uma autobiografia. Pior, realmente parece um texto feito pra ser lido num blog que as pessoas já te conhecem.

    Não que não tenha seu público mas eu considero um tipo de literatura irrelevante. Aí já é gosto mesmo e cada um tem o seu já dizia a velha.

  20. PQP, não cheguei a tempo de ler “o resto dessa porra”.
    Enfim, faz uns 20 dias que descobri esse blog e achei mto bom. Você, Kid (Izzy, sei lá) merece respeito por expor sua opinião sem receio de nada. Estilo foda-se mesmo. Continue assim velho.

  21. Acho que essa sua fama na internet está subindo um pouco sua cabeça… não preciso ler para saber que escritor de blog e escritor de livro são duas coisas diferentes…

    Como se textos engraçadinhos pudessem ser comparados à literatura. Mas você é um cara que critica POUCO as personalidades dentro da internet que não tem noção do tamanho ínfimo que elas realmente são, então não deve se preocupar tanto com esse tipo de fenômeno…

    Mas vai nessa. Afinal, de Brunas Surfistinhas o mundo está cheio.

  22. Não li o livro, mas lendo os comentário vi que há algumas críticas quanto a informalidade e as referências utilizadas. Quanto a informalidade em excesso não sei, mas quanto as referências é só lembrar que na Divina Comédia -- um dos grandes clássicos da literatura universal -- Dante colocou referências, ou até como personagens vários amigos e inimigos dele, o que deixa as pessoas que não estão informadas sobre isso fiquem meio perdidas, mas não chega a atrapalhar a leitura. Obviamente não acredito que tu vai escrever um clássico da literatura universal, mas dá para relazar quanto as referências.

  23. @fernando Não tem essa de twitter ser atemporal não. Se ele já um fenômeno mundialmente conhecido agora, imagina daqui a 100 anos. Além do que, só se rolar um cataclisma apocalíptico para que a internet nao exista daqui a 100 anos, provavelmente ainda com twitter (ok, isso daria um bom livro haha), fora que eu já li um monte de livros que citam telégrafos, verdadeiros items de museu hj em dia e isso nunca precisou de notas de rodapé. Minha única preocupação era que o livro ficasse meio bloglike, no sentido de somente falar de atendimento de clientes no sexshop (que é o que tá rolando AGORA na sua vida, algo que seria realmente muito fugaz pra adquirir relevancia literária) mas como parece que vc vai falar do seu antigo emprego no próximo capítulo (e dai em diante de fatos mais anteriores na sua vida) isso melhora as coisas. Justamente pq as pessoas podem nao estar interessadas em um brasileiro que trabalha num sexshop, mas certamente estão interessadas no choque cultural (e social) que um cearense passa ao imigrar pro canadá.
    Além do que, todo mundo sabe que as historias sobre a sua infancia sao as mais detalhadas e gostosas de ler (tanto é que elas tem uma sessão própria no site) e como há poucas histórias escritas sobre essa época (geração y) ainda mais localizadas numa região específica, isso torna a leitura relevante por si mesmo. Emfim, posso estar viajando, pode nao ser uma autobiografia, pode ser que vc se desmotive com os comentários negativos e pseudo-intelecuais da galera e não publique, mas como eu já falei tempos atrás no msn, quando ainda tinha te adicionado, sempre achei que o seu blog daria um bom livro (sendo que o acompanho desde 2005, e acho que já li todos os arquivos antes disso) e atualmente o meu dda me impede de ler até mesmo um livro do j r r tolkien, então a sua escrita deve estar bem interessante pra eu ainda voltar no seu blog e ler os seus textos (que sempre foram meio literarios, pela sua extensão, o que desvalida o argumento de que os seus textos serviriam num blog mas nao num livro. eles são quase capítulos em si, devido a extensão). Acho que só falta vc dar um sentido no final, algo que amarre todos os capítulos em torno de um tema, e que de uma indentidade total ao livro. Talvez a influencia da internet e novas mídias na criação de uma pessoa com família tradicional seja um começo. Ou whatever, ficou bem claro que eu compraria o livro né.

    ps: O que alguem falou ai em cima sobre inventar novas palavras com influencia de verbetes gringos me soa uma ótima idéia. Os melhores escritores inventaram palavras e adicionaram milhares de termos às suas línguas, vide Graciliano Ramos e w. Shakespeare.

  24. Para o pessoal que “analisou” o trecho, e desandou teorias sobre qualidade/ temporalidade do material: quantos livros vocês leram este ano?

  25. Qual o problema do cara querer escrever um livro? Eu não sou blogueiro e estou fazendo engenharia, e estou escrevendo um livro. Não tem nada a ver um com outro, mas isso não impede nada.

    “não preciso ler para saber que escritor de blog e escritor de livro são duas coisas diferentes…”. Comentário estúpido ao extremo. Vários escritores, alguns famosos outros não, nunca fizeram letras, incluindo brasileiros. “Escritor de livro” não é uma coisa que você estuda pra ser, caso você não sabe.

    Se você escreve bem, você pode escrever um livro. O Nobre escreve bem, portanto ele querer fazer um livro é normal.

    Sinceramente, é quase babaquice nego ficar procurando alguma coisa pra criticar o cara só porque não gosta dele. Se não gosta do Kid, não acesse o blog dele. Ou pelo menos não comente, porra. Não vai fazer seu pinto crescer, não vai fazer você parecer foda ou algo do genêro, vai só fazer você parecer um babaca que não tem nad amelhor pra fazer além de irritar os outros(coisa que o Kid também faz e que ele deveria mudar)

  26. Ah Kid, sifudê porra, cheguei agora do trabalho e nem deu prá ler esse negócio aí…
    PS: to notando agora que a maioria que leu gostou, mas quem não leu tá odiando.

  27. queria ver um livro escrito pelo CCCC :D. No mais, acho q o publico alvo do livro só seria mesmo a galera q tá comentando aqui nesse post… mas quem sabe se um dia ele faz algo bizarro tipo terrorismo e a galera pode querer conhecer o que se passava na cabeça do maluco q fez aquilo :D.

  28. Não li o post… Só o texto q tá rolando nos comentários… hehehea
    Nem sei se é real, mas tá muito bom. Realmente o início dá vontade de ler mais relatos e casos… heheha
    parabéns! abraço

  29. @marcus

    nossa, ótimo comentário para se escrever num dos blogs mais nerds da internet brasileira. Como se esse tipo de “tirada” ofendesse alguém dentro desse site.

    Vá transar você, então, fera. Não preciso da internet para me afirmar comedor.

  30. A melhor parte é sem dúvida saber as origens religiosas de sua família e onde você foi parar pra ganhar o pão de cada dia.
    Parabéns, tá ficando show!

  31. Levando em conta que o texto aí dos comentários é real, eu, pelo menos, como leitor, acharia que estou pagando por um post impresso, não que isso seja ruim.
    Como isso é uma coisa que você pode trabalhar mais, houve momentos em que você quase enveredou por noções mais críticas, e não menos engraçadas, mas isso exigiria uma auto-crítica severa, cara limpa mesmo, mas não sei se rolaria num livro tão descaradamente autobiográfico, e novamente, isso no que eu considero material para livro, público tem sim, e muito.

  32. @perdiga UIAWEHOAUIWHOAIWUEWE
    ——————————
    porra, será que só eu achei que algum engraçadinho ia copiar e postar nos comentários? geral ali falando “porra, perdi :/”

  33. Porra, Quide, seu viado! Reposta aí o começo, pô! Eu perdi porque tava no trabalho! Ou manda por e-mail que eu, como redator, lingüísta e chato da língua portuguesa que ainda usa trema, confiro e avalio. E depois falo mal, já que crítico é tudo invejoso!

  34. Ok, desrevoltei. Li a bagaça nos comments. Fora alguns erros de português (normal num texto desse tamanho, né? especialmente se você mora há anos no Canadá) achei bem legal. Conseguiu me deixar curioso sem fazer força.

  35. Gostei destes fragmentos, acho que um livro nessa linha seria bom.

    No entanto, eu adicionaria apenas um detalhe: eu diria que no texto do livro você está menos… divertido, na falta de uma palavra melhor.

    Sei que um blog é uma mídia bem diferente de um livro, e que em geral no primeiro você tem uma liberdade maior, mas acho que no livro você poderia soar mais como você mesmo. Não que no livro não seja você, mas parece uma versão para menores do seu estilo habitual.

    De qualquer forma, eu gostei, e acho que daria um bom livro mesmo assim.

  36. Se o fragmento que publicaram nos comentários é o mesmo que você escreveu, sem alterações, acho que compraria seu livro, sim. Mas acho também que ainda é um esboço, e que a organização do texto precisa melhorar um pouco. Dá a sensação de algo muito bom, muito divertido e gostoso de ler, mas que ainda está meio bagunçado, com as informações um pouco misturadas. Me refiro ao primeiro capítulo, e não ao prólogo: deste eu gostei muito, e pra mim está finalizado, dependendo só das revisões chatas que todo livro tem que ter.

    Mas como disse, compraria o livro, mesmo que não mude nada. Gosto muito dos teus textos, rapaz.

  37. Se você lançar o livro e for no Jô Soares fazer uma entrevista sobre os seus causos, certamente o livro venderá bastante.

    Não tenho tanta certeza se será um sucesso caso não dê tal entrevista, mas vale a pena escrever, e até mesmo publicar, para completar 1 dos itens da listinha.

    De todo modo, após publicar, manda um livro pra produção do Jô pra ver se consegue dar um boost nas vendas.

    ps: nem preciso falar que eu vou querer uma cópia com dedicatória né?

  38. Se o texto for o mesmo que publicaram nos comentários, eu esperaria o ebook pirateado.

    É um texto até que engraçadinho, mas não é o tipo que conseguiria arrancar meus queridos beija-flores da carteira.

    Nada pessoal, apenas não gostei o suficiente para comprar.
    Na minha opinião, ficou muito mistério mistério desnecessário (que tipo de conversas ele tem/teve?) para um “Capítulo 1”. Talvez esse trecho pudesse ser a introdução ou o prólogo? Talvez o atual prólogo pudesse ser um “Agradecimentos”?

    Minha opinião: esse primeiro capítulo tá com muita cara de introdução (e eu colocaria como tal), enquanto que o prólogo está mais pra agradecimentos.

  39. pelo que eu li, ta muito bom Kid. também acho que o capítulo 1 tem mais cara de prólogo que o próprio prólogo, e acho que você podia transforma-lo nisso, e o seu prólogo atual em simples agradecimentos, mas fora isso, achei muito bom.

  40. Porra Kid, nem lançou o livro e já tá sofrendo com a pirataria, e o pior, debaixo do teu nariz!
    Mas está ficando ótimo, como disseram ali em cima, dá vontade de não parar de ler…
    Confesso que estou um pouco ansioso para ler este conjunto de relatos anormais na vida de um imigrante brasileiro no canadá.
    Ps: Confesso também que li o primeiro capítulo no post do “pirateiro”…
    Grande abraço e SUCESSO!

  41. merda tava de viagem e perdi a chanche de ver o rascunho

    kid podia disponibilizar masi uma vez neh ???

    pelos comentarios q li vou ter o livro em casa em vez de só ter o e-book 😉
    haha

  42. Já lançaram um vídeo sobre twitter e por mais que saia da moda vai contar algo que marcou a geração, já que, todo mundo tem twitter.
    E também, há cem anos atrás os escritores não pensavam em fazer um livro atemporal e blá bla blá, mas acabaram sendo relevantes porque falavam de suas geraões. Gosto da escrita bem informal, talvez faça algumas pessoas que não gostam de ler livros sérios e “chatos”, se interessar pela coisa.
    Já pensou se você dá início a um ciclo literário? 😮 daqui há uns anos poderemos estudar esse ciclo junto com romantismo e sás coisas.
    Só fiquei triste porque num li o post com o cap1

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