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O real problema da Black Friday no Brasil

Postado em 3 October 2016 Escrito por Izzy Nobre 16 Comentários

Black Friday.

black-friday

A expressão invoca imediatamente cenas de gente se espremendo pra dentro de Walmarts e Best Buys pra disputar os descontos na base do soco na orelha e chute no pâncreas. Apesar da relativamente recente aderência nacional a esse feriado americano de consumismo, eu tenho a impressão de que ninguém sabe de fato qual é a pegada do Black Friday.

Black Friday é um evento comercial intrinsicamente ligado ao Dia de Ação de Graças, o que me faz pensar que o Brasil importou a tradição só pela metade. De acordo com a lenda, porque afinal de contas sabe-se lá quem escreveu a versão do artigo da wikipédia que eu estou agora tomando como verdade, Black Friday marca o primeiro dia (relativo ao ano fiscal, não o do calendário) em que lojistas americanos começam a finalmente lucrar.

Ou seja, saíram do “vermelho” e entraram no “preto”. Se bem que, quando eu era moleque, o referencial que eu tinha pra algo estar “vermelho” era o boletim, e uma nota não-vermelha era então “azul”, e não “preto”. Enfim.

O que importa é que lá fora, o arranca-rabo por TVs e panelas com preço camarada é infame. Morbidamente, criaram até um site que contabiliza feridos e mortos (temos sete defuntos já inclusive, boa parte deles pisoteados por pessoas que simplesmente não poderiam deixar de economizar uns 30 dólares num PS4). É tenso.

Ainda não tivemos casualidades na Sexta Feira Negra tupiniquim, mas isso se deve mais ao fato de que a célebre malemolência brasileira impede que sequer exista o interesse de ir correndo às lojas. Numa prática que a internet carinhosamente se refere como “TUDO PELA METADE DO DOBRO“, os lojistas brasileiros adotam a Black Friday em nome apenas, manipulando preços na véspera pra simular a aparência de descontos mirabolantes — na esperança que os anúncios de BLACK FRIDAY!!!! em fonte tamanho 12 na homepage do site confunda os visitantes.

E é por isso que em vez de uma multidão tentando invadir a loja e jogar dinheiro na cara dos caixas, no Brasil temos cenas do completo inverso:

É vergonhoso, mas ao mesmo tempo, bem brasileiro.

Ou seja, essas são suas duas opções pro Black Friday — ser pisoteado até a morte, ou ser engambelado por lojistas inescrupulosos.

Ou melhor, essas ERAM as suas duas opções até agora. Conheça o Promobit.

promobit

O Promobit é um site colaborativo pra te ajudar a achar as melhores pechinchas desta nossa internet, e o único que você precisará checar daqui em diante. As promoções que aparecem lá são cadastradas por usuários comuns como eu ou você que encontraram um preço legal e resolveram compartilhar com a comunidade de caçadores de descontos.

Os usuários postam perguntas sobre as promoções, e os outros membros da comunidade as respondem, com a galera do Promobit verificando as promoções, pra separar o joio do trigo, assim dando sua benção as promoções reais — e tirando de lá qualquer coisa com características de “metade do dobro”.

Essencialmente, os caras enxergam os códigos da Matrix dos descontos e repassam este conhecimento pra você. Pra você ter uma noção do que já perdeu por não conhecer o Promobit antes, teve esse iPhone 6S de R$ 2421, quando ele custa geralmente acima de R$ 3000. Nesta outra promoção, comprar três Zenfones saia mais barato que comprar dois.

Caso você seja mais pobre que o Seu Madruga, tem até ofertas grátis lá — jogos no Steam, ebooks, cursos, apps, tudo no 0800. Se você quer economizar tempo e dinheiro, pode dar uma passada na seção TOP, onde vai encontrar as melhores ofertas — ou seja, as ofertas topzeras, faustop ao quadrado mesmo. Olha isso:

topzeiras

A plataforma é 100% brasileira e é a primeira em sua categoria. A curadoria do Promobit é eficiente e por isso você encontrará lá preços melhores do que nos comparadores de preços (estes procuram apenas preços mais baratos entre sites de compra, não necessariamente estando em promoção).

Meu próprio broder Evandro of Fries, participante do 99Vidas e d’O MELHOR PODCAST DO BRASIL, já usou e aprovou o Promobit. No caso, o Fritas comprou Street Fighter 5, que apareceu no Promobit aqui.

No lançamento, o game tava listado por 279 reais. Uma semana depois, a galera do Promobit trouxe SF5 a você por módicos 134 reais.

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Agora é do Evandro

Meu colega podcaster meteu o dedo no botão COMPRAR com tanta força que quebrou seu teclado, e está agora dando reload no Promobit (usando o mouse, coitado) esperando aparecer um teclado em promoção.

Em vez de ficar procurando regateios pela internet afora, fuçando fóruns e ligando pro seu primo que “entende desses negócios de internet”, vá no Promobit!

Se quiser acompanhar os caras pelo Facebook, que é bem mais prático, taí a página deles. Se o Fêice já não é mais a sua praia, tem também apps dedicados pra Android e iOS.

E aqui, um vídeo que fiz sobre os caras:

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comments

Categorias: Publi

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 32 anos, também sou conhecido como "Kid", e moro no Canadá há 13 anos. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas, e sobre notícias bizarras n'O MELHOR PODCAST DO BRASIL. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

16 Comentários \o/

  1. Ítalo says:

    Black friday aqui está longe do ideal.. os descontos são totalmente mentirosos.. tipo mais da metade do preço.. Acho que é por isso que ninguém bota fé nisso..

    Ps : Seu amigo pagou cara Izzy .. o street está custando 89,90 na saraiva.. bem baratinho para um jogo de ps4.. que saiu esse ano

  2. Renan says:

    Black Friday aqui no Brasil é mesmo uma bilada.

    Não conhecia esse promobit mas já adicionei aqui nos favoritos, boa dica!

  3. angelo says:

    Ou seja, saíram do “vermelho” e entraram no “preto”. Se bem que, quando eu era moleque, o referencial que eu tinha pra algo estar “vermelho” era o boletim, e uma nota não-vermelha era então “azul”, e não “preto”. Enfim.

    Que eu saiba, a expressão é “estar no azul” e “estar no vermelho”.

  4. Rodrigo says:

    Tem blec fraidei por aí que dura quinze dias, então pra quê a pressa?

  5. Thomas says:

    Estes posts em blogs não tinham que ter alguma menção de ser post patrocinado?

    Não que faça alguma diferença, já que a redação deixa isso claro.

    • Izzy Nobre says:

      Tá na URL. “Publi” é contração de “publieditorial”.

      • Messejana says:

        Mas isso é suficiente? Não me importo com esse tipo de conteúdo, mas também preferiria que ficasse explícito.

        • Izzy Nobre says:

          O que você compreende como “explícito”? Você precisa que um óbvio comercial fale no final “atenção, isso foi um comercial”…? Estou confuso.

          • Messejana says:

            Heheheheh
            É que não é óbvio desde o início. Nesse caso, por exemplo, a propaganda só apareceu na metade do post. Um sinal de “patrocinado” teria evitado isso.
            Mas de boa… Vou ficar atento às URLs nas próximas vezes.

          • Clayton says:

            Sinceramente, quantas pessoas vão reparar no “publi” na url? Você sempre teve histórico de posts analisando ou recomendando coisas, e esse aqui poderia facilmente se passar por um desses.
            Não me entenda mal, você faz o que quiser com seu site. Mas pra mim, como leitor, há muita diferença entre um post que recomenda algo de forma independente baseado na experiência do autor e outro que foi pago. E colocar um “publi” na URL só pra dizer que colocou não resolve. É só ver quanta gente nos comentários realmente acha que você tá falando da Black Friday…

          • Izzy Nobre says:

            Beleza. No futuro deixarei mais claro.

  6. Eric says:

    Fui na parte das paradas de graça e cheio de jogo anunciado na hora que tu abre “Pra quem tem PSN Plus/Xbox Live Gold”

    Se tu tem que pagar a Plus ou Gold não é de graça caralho XD

  7. Leandro says:

    Isso é relativo, para jogar você tem que comprar o video game tb…
    O.o…

    Ambos são “requerimentos”.

    =P

  8. calango says:

    po, olha que to esperando a desse ano, heim, um pouco de esperança
    oh! gloria