Eu sempre ouvi dizerem que alegria de pobre dura pouco.

Devo ser um completo indigente miserável então, porque minha euforia por ter comprado o PC novo durou aproximadamente cinco minutos após eu clicar em “Publicar” no texto anterior.

Este é um dos três táxis diferentes que eu tive que pegar hoje pra resolver a situação do meu computador. Como você pode ver, o tempo não estava dos melhores, o que tornou a situação exponencialmente pior.

Foi o seguinte.
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Yep. Você leu o título. O dia chegou. A partir de hoje as brincadeiras perderam seu sentido. Toda uma era literalmente acabou.

Pelos últimos quatro anos, as Patricinhas Intercambistas foram mencionadas por vocês um sem-número de vezes, consolidando a expressão como parte do folclore popular do HBD (e ao mesmo tempo confundindo os leitores novatos ao ponto de que eu tive que explicar quem ela eram no FAQ do site). Eis a descrição que coloquei lá:

Quem são as tais patricinhas intercambistas escrotas que os leitores sempre mencionam nos comentários?

Longa história, camarada. Resumidamente foi o seguinte – em 2005, eu conheci três garotas que moravam em Oshawa, Ontario. Elas conheciam meu site, me adicionaram no MSN, e me convidaram pra ir a Toronto fazer compras com elas.

E os eventos que se passaram naquela tarde, cujos detalhes nunca revelei mas prometi elucidar num post, renderam-nas a alcunha de “patricinhas intercambistas escrotas”. Os leitores aguardam a explicação da história há ANOS, e por isso mencionam as meninas como uma forma de me provocar a finalmente escrever o texto.

E eu tou escrevendo, porra. Mas, como diria a 3DRealms sobre o Duke Nukem Forever, “it’ll be ready when it’s ready“.

Coloquei essa breve explicação no FAQ e deixei o assunto fermentar.

Bem, se passaram quatro anos. Devo-lhes a explicação.
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A ambulância estacionou na parte traseira do hospital, um detalhe que eu só vim perceber quando os paramédicos puxaram minha maca pra fora – não dá pra ver absolutamente nada do mundo exterior quando você está deitado na traseira de uma ambulância.

Cerrei os olhos sob a claridade do ambiente exterior. Quando abri novamente, a namorada tava do meu lado, carregando minhas roupas. Os paramédicos trocaram palavras rápidas e saíram em direções opostas; o Jeff passou a empurrar a maca em direção à entrada. Imaginei que os outros caras tinham alguma papelada pra preencher em relação ao meu resgate.

A maca parou às portas de vidro do hospital. Através da mágica do sensor infravermelho passivo, elas se abriram permitindo nossa passagem.
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