Fala molecada! Se liga no dilema bizarro em que me meti: pintou uma viagem de última hora para Ottawa, a capital canadense. Estou alucinado pra embarcar nessa, tanto porque eu estou louco pra viajar mais, tanto porque eu adoraria finalmente conhecer a capital do país que me acolheu, e também porque eu me amarro pra caramba na ideia de criar conteúdo itinerantemente. Um negócio meio Jack Kerouac do novo milênio, saca?1 Não tem nada que me anime mais do que a ideia de meter câmera e laptop numa mochila e sair por aí filmando minha cara gorda com um background diferente atrás.

O problema, porque obviamente sempre tem um, é que uma viagem assim do nada fode o orçamento de qualquer um bem no meio do cu. E não é nem uma foda carinhosa; esse tipo de viagem pega o orçamento, vira de costa, e mete com força com uma camisinha feita de lixa e cacos de telha. Digamos que não é exatamente um Dia dos Namorados pra minha conta bancária.

Veio-me a ideia talvez brilhante, talvez nem essas coisas todas, que tem potencial de não apenas financiar essa viagem MAS abrir as portas de outras futuras, resolvi abrir um LEILÃO DE ANUNCIANTES.

É simples a ideia. Por míseros R$500, você compra um espaco de 30 segundos (impuláveis através de Adblock, diga-se de passagem — TODOS os meus espectadores verão seu trabalho) em um dos vídeos da viagem. Haverão quatro vídeos.

Basta 4 leitores ou inscritos que tem R$500 e algo pra divulgar pra que eu não saia no vermelho nessa viagem. Para a transferência usaríamos o TransferWise, que eu já usei uma vez e foi uma verdadeira mão na roda.

Eu não almejo lucrar NADA com isso. Absolutamente nada. Pode pesquisar o preço de passagem aí, o voo Calgary-Ottawa não sai por menos de 800 dólares canadenses. Eu quero única e simplesmente neutralizar o arrombamento anal das minhas economias. Pra isso, preciso de quatro anunciantes, cada um me dando 500 reais, ou 200 dólares canadenses. O resto eu mesmo banco, é a passagem área que faz aquele amorzinho gostoso com o intestino grosso da minha conta corrente.

MAS NÃO É SÓ ISSO. Além de divulgar seu canal (ou podcast, página do facebook, seja lá o que for) como patrocinador da viagem, eu também escreverei um texto aqui no HBD avaliando amostras do seu trabalho. Se você tiver um canal, vou avaliar 3 vídeos seus aqui no HBD e dar minha opinião tanto na técnica quanto no conteúdo. Se for podcast, a mesma coisa, mas com 3 episódios que você quiser.
Entendeu? Molezinha. O TranferWise aceita pagamento por boleto, antes que você me pergunte.

Vou repetir por que às vezes vocês leem na pressa e me perguntam coisas que já expliquei: O TRANSFERWISE ACEITA PAGAMENTO POR BOLETO DE BOA E NA TRANQUILIDADE!

Se essa proposta te interessa (vai por mim, NINGUÉM com um público do tamanho e longevidade do meu vai te anunciar por 500 reais), entre em contato comigo AGORA através do izzynobre arroba gmail.com
Eu quero viajar, você quer que a internet (não apenas qualquer internet, a MINHA internet, o meu público, que modéstia à parte é foda pra caralho) conheça o que você cria. Se você tem 500 reais aí dando sopa, vamos fechar esse negócio?

Eu vou fazer uma confissão aqui da qual vocês certamente compactuam.

Eu passei muito tempo negligenciando minha higiene bucal.

dentes

Escovar os dentes era basicamente o mínimo que eu fazia, e ainda assim pulava algumas ocasiões por pura preguiça. Enxaguante bucal eu acho que nem tinha aqui em casa por anos. Passar fio dental? Literalmente nunca, e chegou a um ponto em que eu nem mentia mais pro dentista quando ele perguntava. Certamente eu não sou o único, pensava, e além disso o cara tá olhando meus dentes com uma LUPA aí. Deve ter pedaços de coxinha ainda visíveis, como eu vou mentir pro sujeito assim na cara dura?

A gente sabe, na teoria, que cuidar dos dentes é inimaginavelmente importante. Um dos bugs desse nosso corpo humano vagabundo é que só temos duas dentições — a de leite, que é literalmente descartável, e a final que você tem aí hoje. Ao contrário de quase tudo no nosso corpo, os dentes não tem aquela capacidade wolverinística de se regenerar, e assim sendo você passa a vida inteira emporcalhando essa parada desde o dia em que ela brota dolorosamente das suas gengivas.

Dente é um negócio todo errado. Você sabia que o seu dente de leite inútil pode, tal qual no Dragon Ball Z, fundir-se com os dentes do lado e desgraçar a sua vida? Olha que desgraça:

Tem também o fenômeno inverso disso aí, a geminação dentária — quando um dente se divide em dois, porque afinal de contas, foda-se você e a sua boca.

É uma merda. Precisamos cuidar direito desse negócio. E passar fio dental, como acredito que todos sabem, é essencial. Aliás, é curiosa a desconfiança que algumas pessoas  tem da indústria médica — se os teóricos de conspiração estivessem realmente certos, dentistas se oporiam completamente ao fio dental, inventando mil motivos pra você não usar a parada (em vez de te dar aquela guilt trip quando você admite que a última vez que passou foi em 1998).

Apenas recentemente é que eu passei a aderir ao mandamento do dentista de passar fio dental. Curiosamente, não foi o MEU dentista que finalmente me fez enxergar a luz — foi um dentista anônimo no Reddit. Se é que o cara sequer era dentista mesmo.

O conselho do cara foi o seguinte. Se você é desses que não costuma passar fio dental com frequência, faz o seguinte: vai ao banheiro, pega um fio dental, e passa em uns 4 ou 5 dentes. Coisa rápida, deve demorar uns 20 segundos só

Depois, dá uma cheirada no negócio. E tente não vomitar.

É fácil esquecer que após cada refeiçao, nossos dentes ficam decorados com pedacinhos de comida que vão sendo lentamente digeridos por bactérias ao longo do seu dia. Essa mistura asquerosa vai acumulando, acumulando, se misturando com outras comidas de outras refeições, e emporcalhando completamente a sua boca — que já é por natureza algo asqueroso: lembre-se que há mais bactérias na sua boca do que no seu cu.

Imagina dar uma cagada daquelas de domingo a tarde sozinho em casa e não se limpar. Não passar fio dental após uma refeição é basicamente isso, com o agravante que você está projetando aquele ar pútrido na direção dos outros quando fala com alguém.

Aliás, é pior que isso. Apenas escovar os dentes o almoço seria equivalente a cagar, e como ritual de limpeza, apenas deixar a bunda na frente do ventilador por alguns segundos, crendo estar perfeitamente asseado.

Eu não pude crer no choque que essa experiência me causou. Desde então passo fio dental após CADA refeição, cuidadosamente (a idéia não é estourar as gengivas no frenesi de se limpar, vai com calma aí), meticulosamente. Como resultado disso, eu notei que o cheiro do fio dental foi completamente anulado. É o descaso do acúmulo que torna a parada totalmente nojenta.

Esse conselho tão simples mudou minha higiene bucal de forma que inúmeros dentistas não conseguiram antes. Hoje, se como fora de casa e não tenho acesso a escova de dente e fio dental, me dá até ansiedade.

Se você é dentista e lê meu site, taí um truque pra você recomendar aos seus pacientes. Certamente não irei no consultório com bacon entre os molares novamente.

 A bilioteca era imensa. Tão imensa, aliás, que um designer mais esperto teria projetado aquela planta incluindo mais uns dois candelabros, pra que a iluminação fosse melhor distribuída no aposento. Entretanto, a família real havia resolvido economizar contratando um arquiteto vagabundo através do Peixe Urbano, e deu essa merda — uma biblioteca IMENSA, mas com apenas um candelabro. E pior, no cantinho do ambiente, em vez do centro do salão como seria o mais lógico. Nem eu que mal consigo seguir as instruções de um kit de LEGO teria cometido um erro tão trivial.

E o resultado dessa falha de projeto é que a porra do candelabro iluminava apenas o cantinho da biblioteca; a luz banhava uma única estante, que a propósito estava quebrada. O que eu estou querendo dizer é que esse candelabro era a coisa mais inútil do mundo e uma grande fonte de frustração para a família real.

Através de uma janela aberta, o vento gélido da madrugada carioca fazia o candelabro oscilar levemente. Sabe quando você tá numa lotérica esperando sua vez pra pagar uma conta, e o único ventilador na sala está oscilando, e você precisa ficar dando passinhos de um lado pra outro pra ficar no ponto focal do vento antes que aquele calor de 38 graus revele a todos os presentes que você esqueceu de passar desodorante? Então, se o vulto sentado à escrivaninha naquela biblioteca quisesse usar o candelabro pra ler a carta que ocupava sua atenção naquele momento, ele teria que ficar dando esses passinhos de um lado pro outro pra acompanhar o movimento pendular do lustre.

Mas Dom Pedro II era um homem que não se submeteria a tal indignidade. Então, resignado à inutilidade do candelabro e sem vontade de mover sua escrivaninha praquele lado da biblioteca, ele lia a tal carta usando a lanterna do seu indestrutível Nokia 1100. E a cada linha lida, o regente soltava um suspiro de preocupação que, se eu não soubesse da seriedade da missiva, poderia ter confundindo com a exasperação de alguém que descobriu através do Facebook que seu crush começou a namorar aquele cara da faculdade que ela jurava que era “apenas um bom amigo”.

Não; o conteúdo da carta diante o Imperador Brasileiro era imensamente mais grave, e colocava em risco o futuro da nação.

Entre uma apalpada de sua barba e outra (que Dom Pedro II passou a cultivar após ver uma matéria sobre Charles Darwin no Globo Repórter), o monarca levantava os olhos da carta, mirava pela trilhonésima vez pro único canto iluminado da biblioteca, e como era de costume sempre que fazia isso, amaldiçoou a família do arquiteto que resolveu colocar o candelabro num local tão sem sentido.

Dom Pedro II, que eu vou começar a chamar de Dom Pedro mesmo porque o I só aparecerá na história lá mais tarde então não preciso ficar distinguindo um do outro no momento, finalmente deitou a carta na sua escrivaninha. Da primeira gaveta à esquerda ele puxou uma elaborada caneta de pena, sabe aquelas? Tu sabe.

Da mesma gaveta ele puxou uma folha com os dizeres “DO ESCRITÓRIO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DOM PEDRO II M.D. All Rights Reserved©”.

Dom Pedro pôs a caneta no papel, e ensaiou o começo de uma resposta, mas parou antes de completar o rascunho da primeira letra. Soltou um longo suspiro, pensou, apalpou a barba novamente, e tentou mais uma vez. Parou de novo, sacudindo a cabeça negativamente. Como alguém que procrastina estudar para uma importante prova, ele continuou nesse negócio de QUASE escrever a carta, e se interromper logo em seguida, em profunda indecisão. Numa explosão de frustração, Dom Pedro finalmente arremessou a caneta pro outro lado da biblioteca, na esperança de acertar o candelabro solitário no cantinho do salão. E errou.

“Puta que pariu”, disse o imperador, enfiando as mãos no rosto, ou o rosto nas mãos, sei lá, na real é o mesmo movimento se tu parar pra pensar. “Dessa vez a ghente se fodeu mesmo. O Brasil está fodido“.

Naquela época eles falavam “ghente”, com H. O Brasil de 1875 era outro mundo.

Porém, convencido a fazer o necessário para garantir o futuro da nossa pátria, Dom Pedro reuniu as forças e começou a escrever uma resposta para a carta que o causou tanta preocupação.

Uma resposta, não — várias.

Fortaleza, CE — 12 horas antes

(Continua…)

12-3 Superhero Lead

Eu penso nisso o dia todo, e é algo que me entristece. Infelizmente, a despeito do avanço da tecnologia, reais super-poderes jamais existirão. O único super poder permitido em nosso universo é o do Batman, que é ter bilhões de dólares, e nem eu nem você jamais atingiremos esse patamar. Aliás pensando bem, o super poder do Batman e os do super homem, pra nós, estão no mesmo nível de impossibilidade.

Temos que nos contentar com os super poderes sociais.

Eu explico. Um super poder social é uma habilidade social levemente acima dos humanos normais. Sabe aquela habilidadezinha boba que você tem, mas que muitas pessoas carecem — e que graças a ela você consegue navegar esse cruel mundo ao nosso redor com mais facilidade?

Eu tenho uma. Eu consigo abstrair COMPLETAMENTE as chateações de trabalho assim que ponho o pé fora do hospital.

O adendo da lei universal de que Todo Dia Tem Uma Merda é a Sempre Tem Um Filho Da Puta. Em todo lugar tem um filho da puta: no sua faculdade, na sua auto-escola, no batismo do seu primo, no condomínio, no grupo do Whatsapp, sempre haverá um filho da puta. E se não tem, é porque o Filho da Puta é você, então cuidado.

O filho da puta no meu trabalho no momento na verdade é UMA filha da puta. Uma senhorinha que está lá no hospital há dois mil anos — acho que ela fez o teste do pezinho em Jesus o Nazareno inclusive — e carrega em seus milênios de vida a acidez e amargura de quinhentas vidas mal vividas. E descontando sua frustração em incautos, como eu.

Hoje, numa série de eventos muito complexo pra explicar, ela me provocou bastante raiva com sua petulância que seria sua marca registrada se não tivesse que disputar o pódio com a sua carranca de poucos amigos. Fiquei imediatamente bem puto, não nego. Fiquei amaldiçoando minha sina de ter escolhido uma carreira que me obriga a habitar o mesmo ambiente que esta velha coroca mal amada.

E aí algo mágico aconteceu.

Deu 3 da tarde, o final do meu expediente. Joguei o jaleco na lavanderia do hospital, peguei minha mochila e a chave do carro do meu armário e… no momento EXATO que saio do hospital, imediatamente é como se a mulher deixasse de existir.

E eu percebo que isso é um super poder social, porque a maioria das pessoas que eu conheço levam essas pequenas rixas pra casa, ficam remoendo eternamente essas rusgas, dando replay mental durante o banho, imaginando como teria sido melhor se tivessem dito X em vez de Y… minha própria esposa se estressa bastante, pós-expediente, com as merdas que ela precisa aturar no trabalho.

Eu não. Pus o pé pra fora daquele hospital, todas as complicações e estresses de trabalho literalmente param de existir, tal qual um detalhe no jogo de videogame que está além do draw distance que a programação permite. O meu draw distance de stress de trabalho é limitadíssimo, dou um passo pra fora do hospital e tudo relativo ao meu emprego deixa de existir pra mim.

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Tá vendo aquela ponte lá longe? Então, quando saio do trabalho, a velha fica atrás daquela ponte

E isso me permite uma vida menos estressante. Eu vejo como são meus broders que levam o trabalho pra casa, em especial essas encheções de saco, e é um inferno.

Você tem algum super poder social?

Ontem eu estava num negócio chamado Lilac Festival, um festival de rua calgariense (calgariano?) que que celebra o término do inverno com centenas de vendedores ambulantes, apresentações musicais, de artes marciais, essas coisas. Eis uma fotografia eletrônica digital que tirei lá para que você possa se sentir no meio do evento:

lilac

Aliás, porque nos prendermos a uma mísera foto de celular quando gravei um videozinho rápido do evento pra te mostrar?

E eu estava lá, perdido em meus pensamentos sobre quanto tempo faz que não jogo aquele jogo do Homem Aranha do Atari, que era bem legal aliás, quando eu percebo um rapaz olhando pra mim.

Era o rapaz de branco dessa foto lá embaixo. Ele me olhava com uma cara que eu já vi antes — a cara de alguém que te reconhece de algum lugar, mas está incerto se devia se manifestar.

É a expressão típica de alguém que me reconhece na rua. Acontece com muito mais frequência quando vou ao Brasil, mas por causa da tag “Calgary” que coloco em meus vídeos, somado com o fato de que não há grande “competição” no ramo de “vídeos de brasileiros em Calgary”, há um grande número de inscritos/leitores meus na comunidade brasileira daqui.

Então, o rapaz estava olhando pra mim, possivelmente tentando concluir se era mesmo eu, e/ou se devia falar alguma coisa. Finalmente, ele resolveu o impasse vindo na minha direção.

“Izzy Nobre? Você é o Izzy Nobre, né?” ele perguntou.

Minha reação é sempre exatamente a mesma, e quem já esbarrou comigo aí por este planeta Terra afora não me deixaria mentir. É afora ou a fora? Eu não estou com a disposição de googlear o nome daquele programa da Monique Evans pra lembrar a grafia. Lembra do programa? Rolava umas putarias legais, considerando que era TV aberta.

Mas voltando ao assunto! Sempre que alguém me reconhece na rua, minha reação é a mesma. Esboço um largo sorriso e estendo a mão para a pessoa, perguntando há quanto tempo ela assiste o canal, o que ela está fazendo aqui no Canadá, esse tipo de coisa. Às vezes pergunto que vídeo ela gosta mais, também, ou que vídeo ela mais odiou.

(Isso parecerá babaquissíssimo, mas não estou lembrando o nome do rapaz de branco. Lembro o nome de todos — era Felipe, Felipe, e Paulo, e lembro que o rapaz de óculos escuro se chama Felipe, porque ele me adicionou no FB, só não lembro quem é o outro Felipe e quem é o Paulo. Espero que eles perdoem minha fraca memória, é que conhecer um monte de gente de supetão e lembrar dos nomes de todos é difícil pra alguém burro como eu)

Menciono os outros rapazes porque logo depois que o primeiro se apresentou, um segundo — o com a camiseta do Brasil, seria ele um dos Felipes ou o Paulo? Novamente, me sinto um filho da puta canalha por não lembrar — e falou algo como “é o Izzy Nobre?!”, e da mesma forma, eu estendi a mão pra ele e agradeci por ele curtir o canal.

O terceiro rapaz chegou meio que por traz de mim. Este, um dos Felipes, estendeu a mão com um grande sorriso e falou “Izzy, você não sabe quem eu sou, mas eu me amarro nos seus vídeos”. Achei uma apresentação diferente; geralmente, as pessoas não comentam que eu não os conheço. Acho que a maioria das pessoas considera isso subentendido, sei lá. Achei uma peculiaridade curiosa; talvez o Felipe não imaginasse que eu já estou relativamente acostumado a ser abordado por pessoas que não conheço (o que é uma conclusão bastante compreensível, afinal, a moro 10 mil quilômetros de distância de onde 99.9% do meu público mora).

rua

Conversei com os três por um bom tempo lá, dando o máximo de atenção possível e fazendo tudo que eu podia pra manter a conversa fluindo de forma bacana. Tento tratar todo mundo como se fossem broders que eu já conheço e cuja presença eu aprecio, em vez de “ah oi legal você gosta do meu canal que bacaninha ó vou lá, falou”.

Quando nos separamos (após convida-los a me adicionar no FB, e que se quiserem fazer alguma coisa por aqui é só me dar o toque, um “bora marcar” um pouco menos brasileiro — ou seja, mais sincero. Talvez porque moro fora há tanto tempo, perdi a manha do “bora marcar” retórico…?), a Bebba virou pra mim e perguntou “você realmente fica feliz de conhecer o seu público, não é?

E eu gosto demais. Eu me considero extremamente sortudo por ter vocês, a galera que acompanha meu trabalho, que curte o que eu faço, que recomenda pros amigos, que paga pelo meu contéudo, que me faz companhia dia e noite no Tuíter. Me sinto tendo milhares de amigos, espalhados pelo país inteiro. Pessoas que dão apoio quando preciso (e que puxam minha orelha também, o que é necessário numa amizade de verdade às vezes), e que me aturam a despeito de meus súbitos estouros de insuportabilidade.

Sinto que esses 10 anos que passei produzindo conteúdo na internet fizeram diferença na vida de alguém.

Se você alguma vez me vir em algum lugar, seja lá onde for, sinta-se à vontade pra vir falar comigo. Eu me considero honrado pelo fato de que você gasta seu limitado tempo me dando atenção.

[ Update ] Adicionei-os no Facebook e assim lembrei que o rapaz de branco, o primeiro que falou comigo, era o Paulo. Os outros dois, os Felipes.

popcorn 2

Eu estava um pouco receoso em escrever sobre o Popcorn Time. De forma geral, eu não gosto de legitimizar ou recomendar pirataria, e sou um fã absoluto das formas legítimas de obter entretenimento. Adoro o Netflix, o GOG, o iTunes, e se curtisse jogos atuais provavelmente adoraria o Steam tanto quanto vocês.

Além disso, como em toda solução “não legítima”, existem riscos inerentes ao uso do Popcorn Time. Não quero que ninguém se foda por sugestão minha — parece idiotice mas às vezes eu me sinto meio responsável pelo meu papel de “formador de opinião”, por mais babaca que isso soe quando você usa o termo se referindo a si próprio. Já consigo visualizar gente que me odeia usando o termo sarcasticamente pra me sacanear. Mas enfim, se eu fosse deixar de me expressar honestamente por medo da reação de haters — que vão hatear no matter what — eu deveria então desistir da internet.

Então. NORMALMENTE o Popcorn Time não seria algo que me empolgaria tanto ou que eu recomendaria (na real não estou oficialmente recomendando-o, se ligue nos disclaimers que virão lá embaixo). Acontece que além do simples “NOSSA GALERA VEJA SÓ FILMES GRÁTIS!”, eu acho que há nele uma oportunidade inédita de monetizar conteúdo hollywoodiano. Reconheço que é um sonho demasiadamente esperançoso, mas pelo menos ouve o argumento aí!

O que é o Popcorn Time?

popcorn

O Popcorn Time é um aplicativo open source beta pra fazer streaming de filmes. Após instalar o app, você é recebido por uma interface bastante polida — a apresentação meio que lembra o iTunes. No app, os filmes são separados em diversas categorias, e há também um search bar. Já fiz inúmeras experiências e, até agora, não teve UM FILME SEQUER que o app não achou.

O playback dos vídeos é macio, geralmente disponível em 720 ou 1080, e com várias opções de legenda (sim, incluindo português). Não há, por enquanto, um método Netflix-like de continuar um filme de onde você parou da última vez.

Ok, parece uma maravilha. Qual o “catch”, como dizem os gringos — ou seja, qual a pegadinha, o problema com a parada? O problema — e ao mesmo tempo, a explicação da tecnologia da parada — é o seguinte: o Popcorn Time está catando filmes através de torrents, mas em vez de baixa-lo (como você faz com o uTorrent), ele apenas dá stream no vídeo.

Meu primeiro medo, evidentemente, foi de malícia dos desenvolvedores. O github do app está aí, e evidentemente ninguém acusou o aplicativo de nenhuma função nefasta ainda. Scans do aplicativo em diversos antivírus diferentes também não revelaram nada. Isto NÃO É UM ENDOSSO, que fique claro: estou apenas relatando os fatos. Continue ciente de que você está usando um aplicativo não-legítimo, pra uma finalidade tecnicamente ilegal, e que é extremamente novo, e por isso há SEMPRE riscos de segurança.

Instalei no meu Mac, e rodou exatamente como o site prometia. Assisti trechos de inúmeros filmes pra testar, tudo funcionando direitinho. Instalei no HTPC da sala, uma máquina capenga, e como os filmes engasgavam em míseros 720 eu desisti de experimentar mais a versão Windows.

Resumo do negócio:  uma forma mais polida, rápida e prática de assstir filmes via torrent. É um app muito recente, feito por sabe-se lá quem, mas você pode fuçar o código fonte dele se quiser. Pra quem não tem medo de vírus/trojan/cair numa botnet, e já assiste filmes via torrent sem nenhuma ressalva (algo que eu não faço há anos), o Popcorn Time pode significar a desinstalação do uTorrent no que diz respeito a assistir filmes.

Agora, eu percebo uma oportunidade maior no Popcorn Time. Eu acho que através dele, ou de alguma solução similar a ele, Hollywood pode tomar de volta o conteúdo que vem sendo pirateado pela internet há mais de uma década a essa altura.

Vamos aos fatos. É basicamente impossível desligar torrent. O Napster e similares tomaram no rabo porque eram centralizados e lidavam com os arquivos sendo trocados; já a natureza p2p do torrent garante que ele está aqui pra ficar.

Eis a solução que eu imaginei ao ver o Popcorn Time funcionando tão bem logo de cara — e se Hollywood (e eu estou generalizando como se fosse uma entidade única e homogênea só pra simplificar a hipótese) chegasse pros devs do app e dissessem:

“É o seguinte. Não queremos desligar seu aplicativo. O que queremos é trabalhar com vocês, pra monetizar os streams de alguma forma, com publicidade ou algo assim. Em troca disso vocês trabalham pra gente em alguma capacidade oficial, como gerentes de distribuição de conteúdo ou algo assim”.

Pense comigo: o que exatamente Hollywood teria a perder fazendo isso? Sabemos que a luta contra o torrent é completamente impossível, onerosa e insustentável. Fechar os serviços de nada adianta (lembra aquela briga imensa com o Pirate Bay há alguns anos? Deu em que? A julgar pelos filmes que você talvez esteja baixando de lá agora mesmo, NADA).

Sabemos que a infraestrutura já existente (sites trackers, milhões de pessoas baixando e seedando arquivos, a comunidade que desenvolve clientes de torrent) é absurdamente resiliente. A estratégia de assustar alguns poucos “peixe grandes” do filesharing com processos também não dá em porra nenhuma — e pior, às vezes gera situações absurdas que os pintam como inimigos quase cartunescos dos fãs dos filmes.

Se Hollywood adotasse um app como o Popcorn Time da maneira que eu sugeri, eles estariam efetivamente reconquistando o material “roubado”. Haveria até um senso de justiça poética, porque a infraestrutura que serviria o conteúdo (e assim, a publicidade) estaria sendo mantida pelos pirateiros. Quando mais gente “pirateando” os arquivos, melhor o Popcorn Time seria pra passar os filmes.

Se você acha ridícula a idéia de “reconquistar” material roubado, saiba que já existe muitos precedentes disso. O já citado Napster, por exemplo, começou como um antro de pirataria e virou eventualmente um serviço legítimo. Mais recentemente — e com mais sucesso –, temos o exemplo do iTunes Match.

Pra quem não conhece, o iTunes Match basicamente escaneia sua biblioteca e, por 25 dólares por ano, a disponibiliza em todos os seus outros aparelhos da Apple, mesmo que suas músicas tenham todas sido baixadas pelo Pirate Bay. Enquanto você pagar aqueles 25 dólares por ano, toda a sua biblioteca ilegal se torna legítima.

Ou seja — o iTunes Match permite que a indústria fonográfica ganhe alguma grana capitalizando em cima de uma já existente infraestrutura de músicas pirateadas. A decisão é ridiculamente fácil — podemos continuar perdendo na luta contra a pirataria… OU, podemos oferecer um serviço legal que rende grana e faz uso desse monte de músicas que já foram “roubadas” de qualquer forma.

Os resultados de uma “legitimização” de um app como o Popcorn Time seriam radicais. De uma hora pra outra, o cara que baixa e faz upload de filmes passaria de VILÃO (pros olhos de Hollywood) pra um mantenedor do serviço. Quer baixar e upar nossos filmes? Ok, não temos como impedir isso mesmo, a última década já deixou isso claro. Mas AO MENOS ao fazer isso você está fortalecendo as nossas fontes de stream monetizado, então obrigado de qualquer forma!

E como a experiência do Popcorn Time é infinitamente mais agradável e conveniente pros leigos — e seria mais propagandeada, também, uma vez que se tornasse legítimo –, é uma certeza objetiva o fato de que mais pessoas estariam usando a versão monetizada do stream em vez de se aventurar fuçando em sites de torrent.

Na PIOR das hipóteses, o desinteresse nos torrents convencionais seria TAMANHO que isso interromperia a infraestrutura de stream do Popcorn Time. Releia a frase anterior: na PIOR das hipóteses, essa solução acabaria com a pirataria. Reconstruir uma estrutura de stream seria um preço baixíssimo a se pagar pela eliminação de um antigo arquiinimigo que “roubava” bilhões de dólares anualmente da sua carteira, não acham?

Essa mudança de paradigma entre Hollywood e os pirateiros, de “gato e rato” pra “relação simbiótica”, poderia revolucionar completamente o problema da pirataria. Lá pro começo dos anos 2000, o iTunes desmistificou o demônio do download de mp3s — um palavrão nos círculos das gravadoras, graças ao Lars Ulrich — e graças a ele a indústria fonográfica foi capaz de recuperar o que estava perdendo.

O VHS foi a mesma coisa, se você parar pra pensar. Primeiro causou medo nos estúdios, que tinham como status quo o mecanismo “lançamos um filme, ele vai pro cinema, você assiste lá, acabou”. A idéia de permitir que alguém assistisse filme em casa levou executivos de Hollywood ao histerismo (o medo dos métodos caseiros de reprodução de vídeo gerou uma briga judicial que foi até a Suprema Corte dos EUA, aliás). Alguns anos depois, o home video propriamente capitalizado significa uma grande fatia da rendimento de um filme.

Às vezes uma idéia maluca e que inicialmente ameaça o zeitgeist, quando bem implementada, acaba se tornando uma solucão genial.

Seria problemático subitamente legitimizar toda uma infraestrutura de pirataria? Claro. Isso deixaria velhos parceiros de Hollywood (como o Netflix, que é pago) meio que na merda? É verdade. Mas às vezes é preciso sacodir o status quo mesmo, em prol de um melhor serviço pros consumidores — e de tomar de vez as rédeas de uma guerra mais longa e sem futuro que as incursões dos EUA no Oriente Médio.

Lembrem-se que tinha uma época em que as gravadoras bufavam de raiva contra a mera idéia de música em formato digital, e insistiam (através de longas batalhas judiciais) que devíamos comprar CDs em vez de baixar músicas. Quantos CDs eles andam vendendo atualmente?

Fiquem de olho nesse Popcorn Time.

(Apesar dos pesares, que fique bem claro: não recomendo o app por questões de segurança; se for usa-lo, use-o por própria conta e risco. Você está sujeito, teoricamente, a vírus, trojan, e às consequências legais de baixar filmes por torrent. Também não endosso pirataria; estou mais empolgado com o que um app como o Popcorn Time poderia fazer pelos cinéfilos e pela indústria como um todo, do que com a habilidade de ver filme de graça ilegalmente — algo que na real já temos há anos)

Se liga moçada:

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Mustang 2012 V6 automático. O carro que eu sempre queria agora está na minha garagem.

Passei meses procurando o carro certo pra mim, e finalmente achei. O foda é que nas primeiras vezes que saí com ele, tava MORRENDO de medo de esbagaçar o carro de alguma forma…

E não, não sou rico (nem classe média alta na real), o carro custou 22 mil dólares (saiu por 27 com alguns opcionais). É relativamente “normal”; classe média normal mesmo e tal.

E não sou filhinho de papai ou coisa do tipo né manos; voltei a estudar, ralei PRA CARALHO, descolei um emprego na minha área e depois de 8 meses finalmente tive q condição pra comprar o único carro que me interessava (curto o Challenger também, mas esse é muita areia pro meu caminhãozinho).

Por que não comprei manual: dirigir na neve é difícil o bastante sem a complicação extra da marcha, e não sou piloto de corrida pra precisar aproveitar o máximo da performance do motor. Quero é conforto!

Lá pros idos de 1998 ou 1999, eu fuçava a internet inteira procurando joguinhos freeware que pudessem ser jogados em multiplayer — de preferência, online. Nessas caçadas eu encontrei o Brainchild Design, uma produtora independente que fazia joguinhos de computador que creio plenamente ter sido o único brasileiro a conhecer.

Um dos joguinhos da empresa chamava-se JUMP ‘n BUMP. Eu poderia descrever o jogo, mas deixarei que um vídeo do youtube faça isso por mim.

Como você pode ver, o jogo é mega simples — até quatro jogadores dividiam o teclado controlando coelhinhos bonitinhos que pulavam em cima uns dos outros, explodindo e pintando o cenário com 5 vezes o volume de sangue que aparentam ter.

Eu ficava jogando horas com meu irmão, enquanto minha irmã assistia (ela era muito novinha na época pra manjar como se jogava) e explodia de rir cada vez que um coelhinho morria. Um amigo não podia ir lá em casa sem jogarmos algumas — várias –hilariantes rodadas de Jump ‘n Bump.

Algum tempo depois descobri que dava pra criar novos levels no jogo de forma bem rudimentar — criando imagens no paint, redimensionando pro tamanho aceitado pelo jogo, e em seguida editando uns codigozinhos num arquivinho TXT (pra indicar ao jogo que partes da imagem do cenário eram água, que partes eram gelo, que partes eram terra normal, etc).

O MS Paint da época não redimensionava imagens muito bem (aliás, mesmo hoje não é essas coisas todas). No fórum do jogo, a sugestão: Irfan View. Baixei o programa.

irfan

Usei o Irfan View pra fazer meus levels no jogo (de repente ainda estão lá no site da produtora, depois procuro direitinho), e acabei me acostumando a usar o app pra redimensionar qualquer imagem. Parei de jogar o game, mas com a blogagem veio outra necessidade de redimensionar fotos.

De lá pra cá se passaram quinze anos e continuo usando este aplicativo. É sempre um dos primeiros que instalo quando formato ou compro um PC novo, inclusive.

Tem algum app obscuro aí que você usa há MUITO tempo? Me diz qual!

Só de ver essa screenshot eu já fico feliz.

Quando eu era moleque, lá pros meus 9 ou 10 anos, eu ouvia falar MUITO de SimCity — particularmente, a continuação SimCity 2000. Eu nunca tinha jogado, no máximo vi alguns screenshots em revistas de computador (procurar imagens na internet não era algo que se fazia muito naquela época) onde ele era sempre mantido como o “gold standard” de jogos de simulação. Qualquer game desse gênero era inevitavelmente prefaceado com um “…é estilo Sim City 2000”, mais ou  menos como todo jogo de tiro em primeira pessoa nos anos 90 era um jogo “estilo Doom”.

Alguns anos mais tarde é que vim finalmente a experimentar SimCity 2000, por intermédio do Tio XXXX (que não era meu tio, e sim um amigo de velha data do meu pai que, naquela época da nossa vida, a gente toma a liberdade de chamar de “Tio”).

(Aliás, internet é um negócio assombroso. Há muitos anos perdi contato com o tal “Tio XXXX”, e creio que meu pai também; entretanto, com algumas palavras chaves — nome da cidade, nome da empresa onde ele trabalhava com meu pai — encontrei o LinkedIn do cara e pude vê-lo pela primeira vez em mais de 15 anos! E é por isso que não soltei o nome do maluco aqui, a propósito. Contar essa história E incluir o nome dele é uma receita pra merda, conheço meu gado!)

Então, SimCity 2000 ficou por muito tempo marcado na minha memória como aquele jogo foda sobre o qual se fala em todo lugar, mas que eu nunca tinha experimentado.

E hoje, o game que ouço muito falar mas nunca joguei chama-se League of Legends.

LoL

Não faço idéia do que está acontecendo nesta imagem.

Tô ligado que é um jogo de estratégia online massivo pertencente a um novo subgrupo dos RTSs, o “MOBA” — sigla de multiplayer online battle arena. E sei que é naquela pegada freemium que já tá enchendo o saco. Ou seja — o jogo é grátis, lotado de opções pra comprar isso e aquilo outro e ir gastando dinheiro aos poucos.

Nunca joguei essa merda, nunca nem vi um vídeo disso no youtube. Vi beeem rapidamente meu primo jogando essa parada na última vez que fui ao Brasil. Tipo, ele tava lá jogando no quarto dele, e eu olhei de soslaio quando passei na frente da porta. Vi algumas explosões e garotos de aparentes 17 anos berrando no Skype dele.

Que jogo você sempre quis jogar ou vive ouvindo falar, mas NUNCA jogou?

Se der um bom motivo seu comentário ficará melhor ainda.

Se você é como eu, às vezes você simplesmente não sabe que wallpaper escolher pros seus troços eletrônicos. Diante de tantas escolhas eu fico meio petrificado, sem saber o que decidir.

Ainda bem que microondas, geladeira e o registro de luz da compania elétrica ainda não permitem o uso de wallpaper, senão eu estaria consideravelmente fodido. Já pensou eu procurando o melhor wallpaper de Star Wars pro celular, televisão, tablet, PS3, ereader e ainda por cima pro aspirador de pó? Jesus Nazareno, livre-me desta sina.

E eu cheguei à conclusão que nessas horas é melhor que alguém faça a decisão por você.  Assim você gasta seu tempo em atividades que usem de forma mais útil os preciosos processos cognitivos que você tem aí na cachola, como jogar Resta Um ou tentar compreender metade dos comentários que nego deixa aqui no HBD. Alguns de vocês tiveram seus diploma da alfabetização comprados pela mamãe, esta é uma fé inalienável que eu tenho.

Então. Aí embaixo você tem um mega pacote de mais de 30 wallpapers sensacionais, em resolução estupradora — ou seja, dá até pro seu iPad com Retina Display. Não é a toa que o arquivo é tão grande!

E pra acessar esta maravilha, tudo que você tem que fazer é tuitar este post. E pra fazer isso, basta clicar no link abaixo.

Só isso. Uma bagatela, rapá!



De nada!

Comé que é? Tu quer é ringtones nerds? Clica aqui então que seus probremas se acabaram-se (caso o problema fosse não ter o codec de Metal Gear Solid tocando no seu celular quando tu recebe uma SMS da namorada)

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