Trailer de Automata, sci fi do Antonio Banderas com robôs e tal

automata

Sci fi sempre foi meu gênero cinematográfico favorito, e isso sempre rendeu discussões infindáveis quando alguém diz o inofensivo porém extremamente errado “eu também, adoro Star Wars inclusive!”. Um dia elaborarei melhor esse ponto, mas por enquanto confie no seu favorito imigrante cearense morando no Canadá: Star Wars não é sci fi, caralho. Posso provar isso matematicamente.

Mas voltando ao assunto. Sci fi! Com robôs!

Automata, o novo filme do Antonio Banderas, mostra um mundo habitado por robôs-serventes que funcionam numa versão meio modificada das icônicas 3 leis da robótica, do Isaac Asimov. Uma dessas novas leis proíbe que robôs se modifiquem, sei lá por que exatamente mas tenho certeza que vão inventar alguma justificativa arbitrária pra isso.

Parece interessante, porque eu sempre fui fascinado pelos conceitos filosóficos relacionados a robôs com consciência. Eu gostei da identidade visual do filme, embora seja basicamente uma xerox de Blade Runner. É difícil criticar o diretor de arte da parada por isso, porque querendo ou não o Ridley Scott basicamente instalou na nossa consciência coletiva que visual uma distopia futurista deveria ter.

Por outro lado, precisava imitar até aquelas capas de chuva transparente, porra? Fazia uma verde-limão, sei lá. O futuro é todo neon mesmo.

Hollywood não tem um histórico muito bom em como adaptam o trabalho do Asimov (lembra dessa bela merda? Depois de ver o trailer pra Automata, você definitivamente deveria, porque há muitos elementos similares entre ambos), pelo andar da carruagem do trailer eu já tou ligado que o filme sofre da síndrome de Pocahontas/Dança Com Lobos/Avatar — isso é, o protagonista que não tem muita simpatia com uma raça oprimida acaba se “convertendo” pro lado deles.

Mas, como falei lá no começo, gosto de sci fi. Vou acabar pagando pra ver esse negócio.

Ah, e vamo parar com essa porra de chamar diretor de “visionários”, faz favor. Arrumem outro adjetivo, pois este já foi estragado pelo Zack Snyder.

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comments

32 comments

  1. Não sei porque, mas esse conceito de que um Robô não pode alterar a outros nem a si mesmo e a parte de que o Banderas fala que eles são apenas maquinas, me lembrou aos Geth de Mass Effect, que começaram com sendo apenas servos para os Quarians, porem desenvolveram uma conseciencia própria e com isso foram atacados pelos seus próprios criadores, mesmo sem terem feito algo de errado.

  2. Esse Izzy é um babaca Petista!
    Vamos ignorar qualquer coisa que venha desse idiota Canadense! Tão idiota quanto o filme.
    Além de ser meio boiola o rapaz.

    1. Senhor moises.
      Não intendo o motivo da sua expressividade em relação ao Sr. Israel Nobre.
      A vossa pessoa nos convoca para “ignorar qualquer coisa que venha desse idiota Canadense”, tendo em vista que as faculdades mentais do senhor Israel Nobre demostram-se perfeitamente funcionais, fora o fato que o senhor Israel Nobre é Brasileiro.
      O Filme ainda não foi lançado, e por tanto, não passou por um processo crítico para verificar a integridade da história contada no filme.
      Sobre o fato “de ser meio boiola[…] “, O senhor Israel Nobre não é obrigado a declarar a sua opção sexual, porém ele é casadO com uma cidadã canadense.
      Por tanto, Senhor moises, peço humildemente que possa embasar as suas afirmações.
      Caso a vossa pessoa responda-me com uma tréplica,
      peço também que use do bom senso e da boa educação.
      Obrigado e tenha um bom dia.

  3. Vejo que a primeira lei da robótica, nesse filme, foi totalmente ESQUERDIZADA!!!

    Primeira lei original: A robot may not harm humanity, or, by inaction, allow humanity to come to harm.
    Lei esquerdizada: A robot cannot harm any form of life.

    Resultado: Um robô não vai matar um urso que esteja prestes a comer crianças, no máximo o robô vai tentar impedir
    o urso de comer as crianças sem machucar o pobre urso, caso falhe, as crianças serão comida de urso, graças à
    primeira lei esquerdizada.

    Outro resultado desastroso dessa lei é que o robô precisará de câmeras de altíssima definição para que à CADA PASSO
    ele evite pisar em formigas, dessas bem pequenas que mal podemos ver à olgo nu.

    Além disso o robô não pode andar na areia, à menos que tenha alguma tecnologia para detectar insetos abaixo da superfície
    que podem ser machucados (cannot “harm”) pelos pés do robô ao pisar na areia.

    Um robô jamais poderá dirigir um carro à mais de 30km/h, sob o risco de uma mosca morrer, ou se machucar, ao colidir com o pára brisa.

    Enfim, o esquerdismo dessa lei transforma os robôs em máquinas absolutamente patéticas.
    E olha que nem mencionei o fato de que pisar no chão pode causar a morte de bactérias ou ácaros microscópicos.
    Se esses robôs forem bem programados e tiverem consciência de que o mundo está repleto de vida por toda parte eles deviam se desligar
    assim que fossem ativados.

    Mais uma vez a demência do esquerdismo foi infiltrada nos filmes.

  4. Izzy FDP!
    Petista desgraçado duma figa!
    Agora deu pra esconder e apagar as postagens, seu MERDA?????
    VTNseucú, seu FDP Arrombado!
    E enfia essa merda de canal no seu cú!!!!
    Se vc fosse homem não apagaria as postagens, mas como é um viado medroso petista desgraçado filho duma ronca e fuça, apaga o que não quer. CENSOR DESGRAÇADO!!!!

  5. Izzy, sobre robôs com consciência, vc viu a série Terminator: The Sarah Connor Chronicles? É, eu sei que é meia boca, mas ao final da segunda temporada eles surgiram com uma idéia interessante. Bom, na série, o que em toda a história da humanidade imaginamos que eram aliens, na verdade eram sempre os robôs da Skynet, camuflados, viajando no tempo para garantir a sobrevivência da rede. Achei muito foda. Pena que a série não foi adiante…

  6. Achei muito legal o visual do filme. Espero que a trama não seja bestinha e traga um pouco do sentimento Bladerunniano.

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