[ UPDATE ] A Apple tentou bloquear o truque abaixo, mas pra resolver é fácil. Se seu emulador não abre mais, vá em AJUSTES > GERAL > DATA E HORA, desligue a função de ajuste automático de data e hora, e coloque uma data anterior a 16 de julho de 2013. Abra o emulador, ele funcionará normalmente. Depois, é só consertar o relógio do seu iPhone/iPod/iPad.

Olá lindos amigos. Eis o que passarei o dia fazendo hoje:

Invejou? Calma que vou ensinar como é

E não, meu iPhone 5 não é jailbroken. Tá rodando iOS originalzim, e junto com ele este estupendo emulador de GBA — dica do meu broder @mullerjones, através do tuíter. Enquanto seus amigos te convidam pra TelexFree, os meus me mandam essas dicas absurdamente sensacionais.

VAMOS LÁ!

Como funciona a parada?

Simples: um maluco pegou os emuladores opensource, “converteu” pra iOS, assinou-os usando sua conta de desenvolvedor da Apple, e hospedou num site. Assim, o app roda como se fosse algo próprio de iOS, sem necessidade de gambiarras no sistema operacional pra que ele permita códigos não-autorizados a rodarem. O sujeito vai em breve perder a conta? É provável. A Apple vai fazer algo pra tirar o site do ar? Também. Então corre enquanto dá tempo.

Primeiro passo:

Pegue seu celular eletrônico i-Phone e leve-o a este site: http://www.emu4ios.net/#downloads. A página te apresenta uma listinha com aplicativos desenvolvidos pelo malandro. Eu dei preferência ao do GBA, porque historicamente emulador de GBA roda melhor do que os de SNES em praticamente toda plataforma que eu testei. Pelo pouco que já testei, este axioma prova-se verdadeiro também no iPhone.

“Mas por que não instalar os dois, Izzy?”

Por que não dá. Uma das limitações dessa semi-gambiarra é que só pode instalar um app de cada vez. Então, vou de GBA. Vai lá, entra no site que eu linkei. Tu verás isto:

Photo 2013-07-02 9 47 19 AM

Segundo passo:

Clique no INSTALL, o teu celular vai perguntar se você tem certeza, responda que sim, é claro, quero jogar Pokemon no celular. O app aparecerá no seu celular com esse iconezim aí.

Terceiro passo:

Quando terminar de instalar, clique nele. Tá vendo essa lista vazia de ROMs? Você preencherá-la com seus joguinhos favoritos. Clique na lupinha que você vê aí no canto superior direito. Ela abre uma busca no Google por ROMS de GBA; vai no primeiro resultado que tá de boa (aqui aparece o CoolROM.com).

Não sei os outros sites, mas o CoolROM tá todo formatadinho pra funfar beleza no navegador do iPhone (outros sites podem oferecer algumas barreiras pro download que de repente complicam de você pegar o jogo direto pelo iPhone). Aliás, essa é a vantagem do GBA4iOS: já vi outras soluções pra emular sem jailbreak mas eles requeriam outros níveis de gambiarra — ir pro computador, acessar o conteúdo do seu iPhone usando aplicativos meio duvidosos, essas coisas. No GBA4iOS tu faz tudo no próprio celular.

Photo 2013-07-02 9 39 59 AM

Quarto passo:

Pronto, meu broder. É basicamente isso aí. Achou o jogo que você quer, dá um scrollzim na página, clica em DOWNLOAD. Vai demorar um cadim, dependendo do tamanho da ROM. Vá dar uma mijadinha que você já tava com vontade mesmo.

Quinto passo:

Quando o arquivo termina de baixar, tu verás uma tela assim:

Photo 2013-07-02 9 41 15 AM

O navegador já facilita sua vida oferecendo que tu abra a ROM com o próprio GBA4iOS (ali no canto superior direito, mah). Clique nisto e seja feliz.

UM DISCLAIMER: Eu sou geralmente muito paranóico com qualquer tipo de gambiarra (vai que é tudo uma trama de um hacker russo de 11 anos de idade pra roubar meus cartões de crédito?). Por isso fiz algumas pesquisas pra descobrir a idoneidade desse sisteminha e não achei nada que o desabonasse. Tendo dito isto, saiba que o processo acima é por sua conta e risco.

OUTRO DISCLAIMER: Sei que a tentação é grande mas não insista nos joguinhos de plataforma que te exigem apertar mais de um botão ao mesmo tempo. Não presta, tu vai se decepcionar, vai por mim. O melhor tipo de jogo pra jogar no touchscreen são RPGs táticos e coisas turn based do tipo. Confie em mim.

KID, FUNCIONA NO IPAD? FUNCIONA NO IPOD? FUNCIONA NO MEU IPHONE 3GS?

Não sei. Testei só no meu iPhone 5. Descubra aí, porra!

Não suas putas chatas, isso aqui não é post patrocinado nem nada do tipo. Até porque, se fosse, estou dando uma dica valiosas para os senhores, então não entendo o chilique. ENFIM!

Já falei isso sem o menor constrangimento ou exagero: os oito dólares mensais que o Netflix me custa são provavelmente o melhor custo/benefício da minha VIDA. Por míseros oito dólares tenho acesso — em todas as minhas máquinas — a um generoso catálogo de filmes e séries, tudo com legendas, divididos direitinho em suas devidas temporadas, com descrições do episódio e o caralho. Começo a assistir um vídeo em casa, continuo na rua no celular, termino no quarto antes de dormir com a esposa. Verdadeiramente do caralho, eu não abriria mão do serviço NUNCA.

Acontece que aqui no Canadá sofremos de um mal similar ao que vocês passam aí no Brasil: o catálogo do Netflix canadense fica nos pés do catálogo do Netflix americano, que tem praticamente de tudo. Felizmente, há uma forma absurdamente fácil pra você nunca mais reclamar dessa porra no tuíter.

Simples: a solução chama-se MediaHint.

Screen Shot 2013-05-15 at 8.05.21 PM

O MediaHint é uma extensão do Chrome/Firefox que engana o serviço e faz-lo (tá certo isso, FAZ-LO?) pensar que você está na República dos Estados Unidos Americanos — e assim acessar uma livraria de conteúdo bem mais farta.

Pra instalar a parada, basta clicar nesse START USING e seguir as simples instruções. Pra desativar a extensão e assim voltar ao catálogo brasileiro, vai na aba de extensões do seu navegador e desative. Mais fácil que isso, só mastigar pudim.

Antigamente (as in, ontem mesmo) a extensão estava disponível na Chrome Web Store; ela foi removida há muito pouco tempo, talvez meras HORAS atrás. Na fanpage da extensão, eles disseram apenas isso para explicar a remoção:

Screen Shot 2013-05-15 at 8.20.33 PM

Como o serviço se presta basicamente a quebrar as (arbitrárias e desnecessárias) barreiras de licenças de distribuição de conteúdo audiovisual, imagino que o Google tirou a parada da Store pra não parecer que favorece esse tipo de empreitada meio ilegítima.

Fazer o que, né. Pelo menos ainda dá pra instalar!

(E pra você ver como os anos consumindo material legítimo me deixaram: no começo eu sentia peso na consciência por usar o Media Hint. Sério.)

Aê negada! Leu o título do post, né? Vamos direto ao assunto: e se você pudesse salvar a wikipédia como um ebook?

Por mais que você goste do intangível “cheiro de livro”, um ebook da wikipédia seria melhor que a alternativa física, convenhamos.

Eu, que sou um grande entusiasta dos ereaders, estou com vergonha de mim mesmo por ter aprendido este macete tão tarde. Mas vou me redimir explicando-o para você!

É o seguinte, mané. Quando tu entra na home da Wikipédia, você verá esta opção no menu da esquerda:

Se seu TOC for tão potente quando o meu, esse mini-menu aí deve estar te deixando MALUCO. MOVA O MOUSE O QUANTO QUISER, NÃO ADIANTA!

Clica nisso. O resultado é o tal do “Book Creator”, olhaí:

Clica no botão verde. A partir de agora, todos os artigos que tu abrir na Wikipédia terão esta opção aí em cima: 

Clicando em “Add this page to your ebook”, o artigo em questão é adicionado como um novo capítulo no seu ebook. Quando você terminar de capturar artigos (e sim, esse sisteminha salva as imagens também!), clique no “Show book”. Você pode dar um nome ao ebook, um subtítulo, e então baixa-lo.

Olha o produto completo, que bacaninha:

Esse serviço é essencial caso você queira salvar material semi-didático pra ler em momentos sem conexão — um vôo, por exemplo. E sim, “semi-didático” é o máximo crédito que posso dar à Wikipédia, né.

E isso se estivermos falando da Wiki em inglês! A Wikipédia em português tem a equivalência acadêmica de um livro de colorir com ilustrações de Toy Story 2.

Uma coisa que eu sempre quis poder fazer de forma simples e rápida é salvar sites como um ebook pra poder ler no meu ereader em momentos em que não tenho acesso à internet (viagens de avião, por exemplo).

Experimentei MIL soluções pra isso — aquele  Calibre tosco e nada user-friendly, o Instapaper, uma extensão merda pro Chrome chamada dotEPUB que funciona menos de 30% das vezes. Tentei inúmeros conversores online, NADA funcionava direito. Ou, quando funcionava, era uma experiência tão complicada, ou o conversor com uma interface tão merda de usar (estou olhando pra você, Calibre!), que o processo inteiro se torna

Até que o @Filipe_Aguiar, um cara que aparentemente conhece a internet muito melhor que eu, sugeriu o Readlists.

 

Esta porra é precisamente o que eu procurava: um site simples, de interface puramente “resolva aqui sua bronca e saia fora rapidim”, sem qualquer frescura, onde tu simplesmente coloca a URL do(s) site(s) que quer salvar, clica no botão pra exportar pro formato desejado — como você pode ver, pode salvar pra Kindle, iOS, ou simplesmente o formato .epub liso no link “Download ebook” –, e cabou.

Se você coloca múltiplos links (no caso do screenshot, eu salvei diversos links da área “Headscratchers” do TVTropes, onde foristas apontam erros na trama de seus filmes favoritos), cada link é formatado bonitinho no ebook como um capítulo.

E antes que você me pergunte, sim, ele salva até as imagens do site. Se duvidar esse troço faz um serviço melhor em criar um .epub do que eu mesmo fiz com meu próprio livro.

Eu raramente me encontro em situações em que não posso ou prefiro não usar meu plano de dados, e apesar disso o Readlists foi a descoberta da semana pra mim. Imagina então pra vocês, que vivem reclamando das operadoras de bosta que vocês têm aí, ou que vivem sem sinal, ou sei lá o que.

Salve aí seus sites favoritos (adoro salvar inúmeros artigos da TVTropes, do Cracked ou do Editing Room, um site humorístico que reescreve roteiros de filmes de forma sarcástica ANIMAL) e se divirta!

Ah, e agradeça o Filipe, porque eu procurei um site assim por MESES e não achei. Sou um inútil!

Eu sou o cara mais paranóico do mundo. Quão paranóico, você me pergunta? Eu sou do tipo que tranca o carro usando aquele controlinho do alarme, e em seguida vai lá e checa todas as portas (até o porta-malas, embora não haja nada pra ser roubado dentro dele).

Sou o cara que roda o antivírus quatro vezes seguidas, imaginando que nas três primeiras os vírus conseguiram se esconder atrás de alguma pasta no meu computador.

Substitua essas pernas pelo diretório C:\Windows\System\Drivers, e o bebê por um desses vírus que roubam até meu login da Battle.net

Sabe o cara que tranca o apartamento, desce até o estacionamento, depois sobe de novo pra checar se a porta tá trancada? Sou o cara que faz isso três vezes.

Enfim. Eu sou super paranóico, e esta obsessão se estende a praticamente todas as facetas da minha vida. A maior influência da minha paranóia é, provavelmente meu medo absurdo de ser hackeado.

Como tenho um monte de porcarias na internet (site, vlog, email, paypal, o caralho), e tenho um pequeno séquito de pessoas que sem dúvida celebrariam qualquer desgraça que acontecesse comigo, incluindo porém não se limitando a ser atropelado por um caminhão de lixo, o medo de ser hackeado é constante. E tem duas práticas que eu uso pra reduzir este perigo e conseguir dormir à noite tranquilamente.

A primeira é um conselho manjado da galera de segurança: TROQUE SUAS SENHAS CONSTANTEMENTE. Não vou gastar meu tempo explicando que você deve usar senhas diferentes pra cada serviço, porque PELO MENOS ISSO a maioria das pessoas inteligentes já faz. Mas eu tenho certeza que você lendo isto aqui usa a mesma senha há pelo menos 3 anos. Então, vá lá trocar essa merda.

Mas essa é uma dica manjada, todo mundo que pensa que manja de computador conhece essa. A outra é “alterne a capitalização das letras, inclua símbolos especiais e números, etc”. Essa você também já deveria saber a essa altura (visto que inúmeros sites agora OBRIGAM o indivíduo a criar senhas assim).

E a mais manjada, porém absurdamente crucial: NUNCA REUTILIZE A MESMA SENHA EM SERVIÇOS DIFERENTES. Sabe por que? Quando o banco de dados de um serviço qualquer é quebrado e vaza tudo, usernames e passwords (tipo como aconteceu com o LinkedIn recentemente), essencialmente todas as suas portas virtuais se tornam escancaradas.

Essas são dicas bobocas. A que ofereço em seguida é o negócio REAL — e que depende de uma particularidade do seu email do gmail.

(Outros serviços também permitem isso aqui, mas como tenho mais experiência com o gmail, só posso falar por ele. E a dica só serve pra serviços que usam como login o seu EMAIL, exclusivamente, e que não permitem logar usando seu username).

Para os fins deste pequeno tutorial, digamos que seu email é fulanodasilva@gmail.com. De repente esse email até existe de verdade, sei lá. Caso exista o dono meio que se fodeu agora.

Você sabe o que acontece se você der seu email como fulano.dasilva@gmail.com? ou f.ulanodasilva@gmail.com? Qualquer email enviado a esse endereço “diferente” chega a você normalmente. Isso acontece porque o gmail ignora esse ponto final. Tá entendendo onde quero chegar?

Não? Eu explico, ou “explano” como os cariocas gostam de falar: se ao criar uma conta num serviço, você dá seu email como fulanodasilv.a@gmail.com em vez do “real”, que é  fulanodasilva@gmail.com, mesmo que um hacker saiba seu email e sua senha ele não conseguirá logar no serviço. Ele teria que saber também ONDE tu pôs o ponto final, ou quantos colocou. É uma camada adicional de segurança!

E descobri a continuação desse truque acidentalmente. Como você talvez saiba (provavelmente não), essa regrinha do gmail de ignorar caracteres tambem funciona com o sinal de adição, o +.

É o seguinte: tudo que você coloque após um + no seu email é ignorado pelo gmail. Usando o exemplo anterior, fulanodasilva@gmail.com é exatamente o mesmo que fulanodasilva+taubadepassar@gmail.com. Eu costumo usar esse truque quando tenho que dar meu email a um serviço no qual não confio 100% (ou seja, praticamente TUDO em que me cadastro). Assim, se um serviço vender meu email pra spammers, eu saberei QUEM foi. É um método poderoso de filtragem.

E, acabei descobrindo sem querer, é um método poderodo de segurança também. Outro dia fui me logar num serviço e, distraidamente, pus meu email normal e a senha daquele serviço. VINTE tentativas de login depois, lembre-me que havia usado o truque do + quando me cadastrei no tal site, e tive a epifania: mesmo que alguém soubesse que email uso pra logar neste site, ele ainda não conseguiria logar a menos que soubesse ONDE pus os pontos finais, e que palavra coloquei após o +.

Vou ilustrar usando novamente aquele email tosco lá em cima. Sendo seu email fulanodasilva@gmail.com, digamos que você se cadastre no iTunes usando como email fu.la.no.dasilva+contado.itunes@gmail.com.  

O resultado é que por MAIS que alguém saiba que seu email é fulanodasilva@gmail.com, e por mais que eles saibam que sua senha é seiyaforever , o máximo que você sofrerá é a vergonha e a reprovação alheia por usar um password derivado de um desses desenhos de narutos. O cara descobrir à base de brute force que o email de login usado é  fu.la.no.dasilva+contado.itunes@gmail.com é praticamente impossível.

(Amigos estatísticos, provem aí se estou errado)

E é isso. Vá lá e mude suas porras todas, coloque pontos finais, insira códigos secretos depois do +, mude tudo, ou se arrependa um dia e lembre-se que estarei rindo da sua cara em um semblate mais ou menos similar a este:

 

Há uma técnica alternativa de password. Suponhemos que sua senha seja a fraquíssima BUCETA, mas este método serve pra qualquer senha de 6 caracteres.

Tatue um B na mão direita, um U na esquerda, um C no cotovelo esquerdo, um E no direito, um T na têmpora direita, e um A na esquerda. Se esquecer a senha, basta dançar a macarena rapidamente pra lembrar.

Poisé. Agora deixa eu ir lá e trocar TODOS AS MINHAS SENHAS por medo de que dar essa dica facilita a vida de quem quer me invadir, sei lá.

Lembra que eu falei que o HBD ia parar de ser atualizado com freqüência? Bem, eu não havia levado em consideração que tenho uma hora de recreio (é feio falar isso com 27 anos e estando na faculdade? O certo é “intervalo”? Vá se foder. RECREIO) todo dia e, se vocês não ficarem sempre esperando textos de quarenta parágrafos, posso atualizar essa bagaça com freqüência invejável.

Eu tô ligado que uns 80% da cambada que lê este site é da área de informática. Imagino que temos aqui entre nós diversos profissionais diferentes desse grande ramo: Gerente de redes, desenvolvedor de apps pra celular, analista de dados, técnico de informática que formata computador e reinstala Windows (mas que antes dá aquela vasculhada por fotos indecentes), ou até mesmo CARA DO CPD, que era quem culpávamos sempre que qualquer computador lá da empresa em que eu trabalhava no Brasil dava qualquer tipo de problema.

O monitor não liga mais? Olha, o cara do CPD tava instalando uns negócio aí ontem, pergunta pra ele, viu! Aliás, ainda existe “CPD”? Me refiro à nomenclatura e tal. Enfim.

Existe uma técnica curiosa de debugging que vocês do ramo dos computadorismos talvez conheçam, embora provavelmente não: o Rubber Ducky Debugging.

Se liga na parada.

Um patinho de borracha. Obrigado, Google Imagens, por pela primeira vez na minha VIDA não retornar imagens pornográficas com um verbete. Tou escrevendo esta merda na faculdade e se a tela do iPad mostrasse subitamente putaria envolvendo brinquedinho de criança ia pegar meio mal pra mim

Como eu sou muito boçal e só uso a wikipédia em inglês (ou pelo menos é assim que categorizam quem a prefere), e o seus 3 anos de CCAA só serviram mesmo pra pedir um Número 1 no McDonalds do aeroporto de Miami, eu explico o negócio perfeitamente pra você.

Rubber ducky debugging é o processo pelo qual o programador pega um patinho de borracha (serve qualquer objeto inanimado, mas gosto da idéia do patinho porque é meio poético), coloca-o do lado do computador e então explica todo o código pra ele, linha por linha, elaborando detalhadamente todas as subrotinas e algoritmos e sei lá qual é a nomenclatura dessa indústria, eu só manjo de revistinha em quadrinho na realidade e talvez nem isso.

A idéia é que você já tem o aparato intelectual pra detectar o problema no código; entretanto, na pressa e com outras distrações tomando sua atenção, você pode ler a mesma linha setenta vezes e não notar que errou a sintaxe ou que está fazendo uma chamada errada.

Entretanto, ao desconstruir o código explicando-o pra um patinho de borracha, você ativa processos cognitivos que permitem então localizar a falha. É como dar um overclock no seu cérebro ou apertar aquele botão TURBO no seu gabinete, e em seguida comprar um PC mais rápido (já que o TURBO sozinho não fazia nada).

O legal desse método (além do fato de que ele funciona e que me dá uma desculpa pra finalmente comprar o quase hollywoodiano patinho de borracha que eu sempre mereci) é que ele não se limita aos nerds gordos que passam 8 horas no trabalho encarando um computador e depois vão pra casa passar mais 8 horas se bronzeando à luz dos seus monitores.

O método de destrinchar um assunto explicando-o pra um objeto inanimado qualquer — novamente, advogo em favor dos patinhos — serve pra inúmeros outros contextos. Qualquer coisa que você precise estudar ou revisar para uma prova, por exemplo.

Ou tomar uma decisão difícil, até: explique ambas pro patinho e naturalmente você perceberá que a decisão que você REALMENTE quer tomar está sendo argumentada com mais aptitude.

Estou com preguiça de googlear (e tenho certeza que vocês adoram a oportunidade de me corrigir), mas creio que foi Einstein ou Feynman ou talvez o Bozo que disse que “se você não consegue ensinar algo a alguém, então você não sabe a parada”. O Método do Patinho (trademark Israel “Izzy”Nobre, Canadá, 2012) remove a negatividade da máxima e estabelece que se você consegue ensinar algo pra alguém, então você realmente manja daquela parada.

Agora me dêem licença que eu vou comprar uns patinhos de borracha. Afinal, se duas cabeças pensam melhor que uma, dois patinhos me tornarão o cara mais inteligente do mundo.

Oi amigos! Tudo bom?

Então, como suas senhorias já sabem, há algumas semanas minha loja foi assaltada e meu netbookzim, surrupiado por sujeitos mal encarados. Uma tristeza, mas o laptop já era velhinho e eu pensava em fazer um upgrade de qualquer forma.

Antes que você me pergunte: não, não considerei o iPad, por dois motivos – preciso do netbook pra faculdade, e digitar trabalhos escolares num teclado virtual exigiria paciência em níveis míticos possuídos apenas pelo herói bíblico Jó.

E o segundo motivo é o título desde texto: os preciosos abandonwares.

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Olá, meus queridos vagabundos! Com a casa vazia e muitas opções de divertimento, ainda por cima se você considerar as ilegais e imorais, há pouco ou nenhum tempo e/ou disposição pra escrever um textozinho pra vocês. Porém, a política do HBD é dar alguma coisa nova pra vocês custe o que custar, então resolvi dar mais um tutorialzinho de Photoshop pra vocês.

Como vocês sabem, os tutoriais HBD (como o de dark art ou de user bars, que eu estou com preguiça de linkar) são sempre tutoriais facílimos de seguir, com instruções simples e que requerem pouca habilidade com o negócio, mas que dão resultados que vos permitirão postar em fóruns e se exibir pros seus amigos virtuais, negando a origem do material. Então aqui vai mais um pra vocês. Nesta edição, ensinarei vocês a editar imagens de forma que elas pareçam modelos em miniatura. Sensacional, eu sei.

Pra começar, você precisa de uma boa imagem. Escolhi essa aqui por causa da altura e ângulo em que ela foi tirada.

1) Carregue a imagem no Photoshop


Só agora percebi que esse passo dispensava um screenshot demonstrativo.

2) Faça outra coisa

Pressione a tecla Q. Isso entrará no modo Quick Mask Mode. Como eu suponho que esse comando só funciona na versão inglesa do aplicativo, e que vocês não tiveram a garra de instalar um Photoshop pirata em inglês, taí uma screenshot.


Aperte esse botão aí.3) Agora, faça uma outra coisa


Agora que estamos editando em máscara, selecione a ferramenta de gradiente. Escolha as cores preta e branca para o gradiente. Tá tudo quase pronto.Arraste o gradiente do meio da imagem pro topo. Essa é a parte que você precisará praticar; o local em que você coloca o gradiente decidirá se a montagem ficou de qualidade incrível ou uma merda que nem um usuário iniciante do Devian Art postaria em sua página.

3) Se você não esmerdalhou tudo, deve estar assim


Bonitinho. Agora, aperte o Q novamente pra sair do modo de edição de máscara.

Uma área selecionada aparecerá magicamente. Aqui que reside o truque; você editará esse trecho da imagem de forma que ele pareça desfocado.”E como eu farei isso, meu deus do céu?”

4) Assim


Lens Blur é o segredo. Mexa com os níveis de desfoque na área selecionada e pronto, com uma mínima dedicação você conseguirá uns resultados bem legais.

5) Retoques, considerações finais e uma imagem bem grande

Se quiser, repita o mesmo procedimento na área inferior da imagem, e pronto.O tutorial é só isso. A ilusão de ótica funciona de uma forma muito simples, na verdade. Nossos olhos estão acostumados a reconhecer um padrão quando vemos imagens de coisas minúsculas: as bordas da imagem tendem a parecer fora de foco. Basta reproduzir esse efeito em imagens bem escolhidas, e seus olhos “pensam” que estão vendo algo bem pequeno. O truque não funciona legal com qualquer imagem, estejam avisados.

Olhaí como ficou a minha.

Como vocês não estão tão apressados como eu, façam umas montagens melhores, postem nos comentários e me deixem orgulhosos.

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